Mostrando postagens classificadas por data para a consulta A Bela e a Fera. Ordenar por relevância Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens classificadas por data para a consulta A Bela e a Fera. Ordenar por relevância Mostrar todas as postagens

domingo, 19 de janeiro de 2025

.: Crítica: "Sweeney Todd", um musical de humor ácido e atuações de outro mundo


Por 
Helder Moraes Miranda, editor do portal Resenhando.com. Foto: Stephan Solan.

Os amantes do teatro musical têm um motivo especial para celebrar: o retorno triunfante de "Sweeney Todd - O Cruel Barbeiro da Rua Fleet" aos palcos paulistanos. Inspirado na obra-prima de Stephen Sondheim, e com a direção sempre inspirada de Zé Henrique de Paula, o musical combina terror psicológico, humor ácido, romance e uma narrativa arrebatadora de vingança que tem encantado plateias ao redor do mundo desde a estreia na Broadway. 

Com uma produção impecável e elenco encabeçado por Saulo Vasconcelos e Andrezza Massei, a montagem brasileira resgata todo o brilho e intensidade dessa história sombria, porém surpreendentemente leve. Apresentado no palco do Teatro Santander em curta temporada, esse espetáculo é um convite para mergulhar no universo vitoriano de Benjamin Barker, um homem consumido pela sede de vingança, e de Dona Lovett, uma confeiteira que transforma o que é nojento em lucro.

Apresentado no Teatro Santander por apenas três semanas, inspirada no livro "O Colar de Pérolas", publicado em 1846 pelos escritores britânicos Thomas Peckett Prest e James Malcom Rymer, a montagem é uma celebração do teatro musical. Com elenco de primeira linha, orquestra ao vivo e uma história inesquecível, o espetáculo oferece uma experiência que emociona, diverte e deixa o público reflexivo. É a oportunidade perfeita para se encantar com performances arrebatadoras, canções marcantes e o equilíbrio entre o sombrio e o cômico. Listamos os dez motivos para você assistir "Sweeney Todd", espetáculo que envolve tortas, vingança e canções de arrepiar.


1. Saulo Vasconcelos como Sweeney Todd: um momento histórico
Saulo Vasconcelos é um dos maiores nomes do teatro musical brasileiro, com uma carreira que inclui protagonizar sucessos como "O Fantasma da Ópera", "Les Misérables" e "A Bela e a Fera". Depois de 25 anos de trajetória, ele finalmente assume o papel de Sweeney Todd, uma interpretação que sempre esteve na lista de sonhos do ator. Saulo domina o palco com presença poderosa e entrega uma performance visceral e emocionante que faz jus à complexidade do personagem. A atuação dele é a espinha dorsal do espetáculo e traduz o tormento interno de Todd, transformando-o em um dos papéis inesquecíveis na galeria de personagens interpretados pelo ator.

2. Andrezza Massei: a alma de Dona Lovett
Nenhuma atriz no Brasil poderia dar vida a Dona Lovett com tanta perfeição quanto Andrezza Massei. Premiada pela entrega que sempre faz em montagens anteriores, Massei equilibra a personalidade excêntrica e oportunista de Lovett com uma vulnerabilidade comovente. Ela domina tanto os momentos cômicos quanto os mais sombrios, criando uma personagem complexa e irresistível. O público ri e se encanta com a brilhante performance da atriz, que é um dos pilares desta montagem.


3. Mateus Ribeiro em um desafio transformador
Conhecido por papéis icônicos como Peter Pan, Bob Esponja e o mexicano Chaves, Mateus Ribeiro agora encara Tobias Ragg, o papel mais desafiador da carreira. Tobias é um jovem cheio de camadas emocionais, oscilando entre a inocência e os traumas que carrega. A entrega de Mateus é comovente, a voz, impecável, e a capacidade de expressar a fragilidade e a intensidade do personagem tornam as cenas que envolvem o ator um dos pontos altos do espetáculo. Mateus Ribeiro cativa o público em cada cena, demonstrando uma maturidade artística impressionante.


4. Romance e química inegável no meio do caos
O romance entre Anthony, vivido por Pedro Silveira, e Johanna, interpretada por Caru Truzzi, é uma luz de pureza em meio à narrativa sombria que se estabelece em todo o espetáculo. Ambos trazem frescor ao musical, com atuações que transbordam emotividade e paixão. As vozes cristalinas e a química entre os personagens criam momentos de tirar o fôlego, transportando o público para um amor genuíno e esperançoso, mesmo em um cenário de tragédia e vingança.

5. Humor inteligente que equilibra o terror
Apesar de ser uma história densa e carregada de tragédia, "Sweeney Todd - O Cruel Barbeiro da Rua Fleet" surpreende pela habilidade de arrancar risadas do público. O texto espirituoso de Stephen Sondheim ganha vida nas mãos da direção inspirada de Zé Henrique de Paula, o talentoso elenco, especialmente Pedro Navarro, que interpreta o hilariante Adolfo Pirelli. A performance cômica desse artista é um respiro necessário na narrativa e prova como o espetáculo mistura gêneros com maestria.


6. Rodrigo Mercadante: um vilão memorável
Como o cruel Juiz Turpin, Rodrigo Mercadante traz à vida um dos personagens mais desprezíveis e intrigantes da história. A performance dele transborda autoridade e malícia, criando um antagonista que provoca indignação no público. Ao lado de Davi Novaes, que interpreta Bedel Bamford com competência, Mercadante compõe uma dupla de vilões que dá força à trama.

7. Fabiana Tolentino: o magnetismo de um talento único
Fabiana Tolentino se destaca com uma presença magnética e irresistível em todos os espetáculos que atua. Em "Sweeney Todd - O Cruel Barbeiro da Rua Fleet", como ensemble, a energia em cena da atriz é inconfundível. É impressionante como ela capturando todos os olhares, mesmo quando não está em evidência, provando que sua contribuição é essencial para a grandiosidade de qualquer espetáculo. Ter Fabiana Tolentino em cena é um luxo - e sempre garantia de qualidade e impacto. Ou seja, um presente para o público.

8. Orquestra ao vivo: uma trilha inesquecível
A trilha sonora de "Sweeney Todd", composta pelo gênio Stephen Sondheim, é um espetáculo à parte. Com uma orquestra ao vivo composta por nove músicos, cada canção ganha ainda mais força e emoção. A direção musical de Fernanda Maia é precisa e eleva a experiência sonora a um patamar extraordinário, envolvendo o público em cada nota. Também contribui para que o espetáculo não fique cansativo em nenhum momento.


9. Produção brasileira de nível internacional
Essa montagem de "Sweeney Todd" é um exemplo do quanto o teatro musical brasileiro evoluiu nos últimos anos. Reconhecida com prêmios e aclamação da crítica, a produção combina figurinos luxuosos, cenários impressionantes e uma direção que respeita a essência da obra original, mas adiciona toques únicos e criativos. É uma demonstração do talento e da paixão dos profissionais brasileiros.


10. Uma história sombria, mas cheia de camadas emocionais
O equilíbrio entre o sombrio e o leve é uma das maiores qualidades de "Sweeney Todd - O Cruel Barbeiro da Rua Fleet". O musical mistura terror, comédia, drama e romance em uma narrativa que prende a atenção do público do início ao fim. O talento do elenco e a direção garantem que, mesmo com cenas intensas e temas pesados, o espetáculo seja divertido e envolvente.

Ficha técnica
"Sweeney Todd - O Cruel Barbeiro da Rua Fleet"

Criativos
Música e Letras: Stephen Sondheim
Libretto: Mark Wheeler
Direção geral: Zé Henrique de Paula
Versão e direção Musical: Fernanda Maia
Preparação de elenco: Inês Aranha
Assistência de direção e ensemble: Davi Tápias
Assistência de direção musical e preparação vocal: Rafa Miranda
Cenografia: Zé Henrique de Paula
Assistência de cenografia: Cesar Costa
Ilustrações: Renato Caetano
Figurino: João Pimenta
Assistência de figurino: Dani Kina
Equipe de figurino: Everton Monteiro (auxiliar de corte), Magna Almeida Neto (piloteira), Marcia Almeida (contramestra), Neide Brito (piloteira), Noel Alves (piloteiro) e Wesley Souza (pintura de tecidos)
Visagismo: Dhiego Durso e Feliciano San Roman (peruca Dona Lovett)
Design de luz: Fran Barros
Design de som: João Baracho, Fernando Akio Wada e Guilherme Ramos 


Elenco completo do espetáculo
Sweeney Todd - Saulo Vasconcelos
Dona Lovett - Andrezza Massei
Tobias Ragg - Mateus Ribeiro
Juiz Turpin -Rodrigo Mercadante
Anthony - Pedro Silveira
Johanna - Caru Truzzi
Bedel Bamford - Davi Novaes
Lucy Barker - Amanda Vicente
Adolfo Pirelli - Pedro Navarro
Ensemble - Bel Barros
Ensemble - Paulinho Ocanha
Ensemble - João Attuy
Ensemble - Fabiana Tolentino
Ensemble - Fred Silveira
Ensemble - Vanessa Espósito
Ensemble - Samir Alves

Músicos
Regência e piano: Fernanda Maia
Teclado: Rafa Miranda
Violino 1: Thiago Brisolla
Violino 2: Bruna Zenti
Violoncelo: Leonardo Salles
Contrabaixo: Pedro Macedo
Flauta transversal e flautim: Fábio Ferreira
Flauta e clarinete: Flávio Rubens
Oboé: André Massuia


Técnica
Camareira: Larissa Elis
Perucaria e maquiagem: Feliciano San Roman (Perucas).
Assistência e operação de iluminação: Tulio Pezzoni
Operação de som: Guilherme Ramos
Microfonista: Káthia Akemi
Direção de palco: Diego Machado
Assistência de direção de palco: Matheus França
Contrarregra: Leo Magrão
Cenotécnica: All Arte Cenografia (cortinas e cadeira da barbearia), Armazém, Cenográfico (forno e moedor de carne), Ateliê Thiago Audrá (tortas cênicas), Fabin, Cenografia (pintura de arte), T.C. Cine Cenografia (montagem)


Produção
Produção geral: Del Claro Produções
Gerente de produção: Douglas Costta
Produção executiva:  Laura Sciulli
Assistente de produção: Renato Braz
Financeiro / Administrativo: Pedro Donadio
Diretora comercial: Simone Carneiro
Criação e direção de arte: Gustavo Perrella
Assessoria de Imprensa: Agência Taga e Augusto Tortato
Redes sociais: Felipe Guimarães
Fotografia: Ale Catan e Stephan Solon
Realização: Del Claro Produções e Firma de Teatro


Serviço
"Sweeney Todd - O Cruel Barbeiro da Rua Fleet"
Sessões: curta temporada
Temporada de 9 a 26 de janeiro de 2025 

Quintas: 20h00
Sextas: 20h00
Sábados: 16h00 e 20h00
Domingos: 16h00 e 20h00
Local: Teatro Santander
Endereço: Complexo JK Iguatemi – Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041
Capacidade: 1.084 pessoas
Classificação Etária: 16 anos
Duração: 120 minutos (com intervalo de 15 minutos)
Gênero: Teatro Musical
Ingressos: de R$ 21,18 a R$ 300,00
Bilheteria on-line (com taxa de conveniência): https://bileto.sympla.com.br/event/98254/d/278337
Bilheteria física (sem taxa de conveniência): Teatro Santander. Horário de funcionamento: Todos os dias das 12h00 às 18h00. Em dias de espetáculos, a bilheteria permanece aberta até o início da apresentação. A bilheteria do Teatro Santander possui um totem de autoatendimento para compras de ingressos sem taxa de conveniência 24h por dia. Endereço: Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041.

Descontos
50% de desconto | Meia-entrada - 
Obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário.

30% de desconto | Cliente Santander - Na compra de ingressos realizada por clientes Santander, limitado a 20% da lotação do teatro. Não cumulativo com meia­-entrada. Limitados a 02 (dois) ingressos por CPF. Esta compra deverá ser realizada com cartões do Banco Santander, para compras on-line somente o cartão de crédito Santander, compras na bilheteria e totem, o pagamento com o desconto poderá ser realizado em débito ou crédito. De acordo com o art. 38, inciso I, da Instrução Normativa nº 1, de 20/03/2017 e com base na Lei Federal nº 8.313 (Lei Rouanet) e Decreto nº 5.761, é proibido comercializar o produto cultural (ingressos) em condições diferentes para clientes Santander, das praticadas ao público em geral.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2025

.: Musical "Sweeney Todd" de volta em curta temporada no Teatro Santander


Um dos maiores marcos no teatro musical, apresentado pelo Ministério da Cultura e Esfera, empresa de recompensas do Santander Brasil, retorna à capital. Como protagonistas, a dupla Saulo Vasconcelos e Andrezza Massei se junta a um grande elenco e orquestra ao vivo. Foto: Stephan Solon


A partir desta quinta-feira, dia 9 de janeiro de 2025, o público poderá assistir ao retorno de Benjamin Barker aos palcos paulistanos: Sweeney Todd está de volta. Inspirada no livro "O Colar de Pérolas", publicado em 1846 pelos escritores britânicos Thomas Peckett Prest e James Malcom Rymer, o musical "Sweeney Todd - O Cruel Barbeiro da Rua Fleet" é uma fábula vitoriana macabra adaptada com maestria por Stephen Sondheim

O espetáculo, que teve temporada esgotada em São Paulo e passou por Curitiba em curtíssima temporada, retoma sessões na capital paulista, agora no palco principal do Teatro Santander, localizado no complexo JK Iguatemi, por apenas três semanas. Sucesso absoluto na Broadway, o musical é a confirmação da força de Sweeney Todd, que tanto na literatura, quanto nos cinemas ou nos palcos, chama atenção por uma história repleta de humor sórdido e inteligente.

O musical conta a história de Benjamin Barker, barbeiro que se viu obrigado a ir embora de Londres por conta de uma briga com o cruel Juiz Turpin (Rodrigo Mercadante). Após 15 anos afastado da cidade, ele retorna sob o pseudônimo Sweeney Todd (Saulo Vasconcelos) e sedento por vingança. Ao chegar ao lugar onde funcionava sua antiga barbearia, na Rua Fleet, Todd se depara com uma arruinada loja de tortas administrada pela Dona Lovett (Andrezza Massei). A partir daí, Todd e Lovett unem forças para que ele se vingue de Turpin, e ela faça sua loja crescer com tortas recheadas de ingredientes muito suspeitos.

As apresentações contam com orquestra ao vivo, composta por nove músicos e elenco de 18 atores. O espetáculo Sweeney Todd é uma realização da Del Claro Produções apresentado pela Esfera, empresa de recompensas do Santander Brasil, e Ministério da Cultura. A realização é da Del Claro Produções e da Firma de Teatro.

Em 2022, o espetáculo alcançou enorme sucesso de público e crítica no Brasil, com sessões esgotadas e oito indicações ao Prêmio Bibi Ferreira. A produção conquistou prêmios nas categorias de Melhor Direção em Musicais, para Zé Henrique de Paula, Melhor Atriz, para Andrezza Massei, e Melhor Figurino, para João Pimenta.

Dessa vez, assim como em Curitiba, o público terá oportunidade de assistir à montagem com Saulo Vasconcelos no papel-título. Saulo é um dos maiores atores de teatro musical no Brasil, notabilizado por protagonizar "O Fantasma da Ópera" e por participar do elenco de clássicos como "Les Misérables", "A Bela e a Fera", "A Noviça Rebelde", "Cats", "O Homem de La Mancha" e "Priscilla, a Rainha do Deserto". “É a realização de um sonho. Após 25 anos de carreira, que vão se completar este ano, estou em um papel que sempre sonhei em fazer em uma produção oficial e profissional”, comenta Saulo.

Sweeney Todd conta com direção musical de Fernanda Maia e direção geral de Zé Henrique de Paula. A produção geral é de Adriana Del Claro. O trio é conhecido por montagens de sucesso do teatro musical brasileiro como “Chaves – Um Tributo Musical” e “Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812”.


Sobre "Sweeney Todd"
O musical de Stephen Sondheim (música e letras) e Hugh Wheeler (libreto) estreou na Broadway em 1º de março de 1979. Já naquele ano, a montagem original levou oito Prêmios Tony, considerado o Oscar do teatro na Broadway, incluindo os de Melhor Musical, Melhor Libreto de Musical e Melhor Trilha Sonora Original. Além disso, levou o prêmio em 11 categorias do Drama Desk Awards e recebeu certificação de Melhor Musical no Drama Critics’ Circle Award.

Diante do grande sucesso nos palcos, com montagens no mundo inteiro até hoje, a obra de Sondheim chamou a atenção do cultuado diretor de cinema Tim Burton e, em 2007, "Sweeney Todd" chegou às telonas. Com Johnny Depp e Helena Bonham Carter no elenco, o filme foi indicado em três categorias do Oscar e levou a estatueta de Melhor Direção de Arte. Na premiação do Globo de Ouro, o longa ganhou nas categorias de Melhor Filme de Comédia ou Musical, Melhor Ator em Comédia ou Musical (Johnny Depp), Melhor Atriz em Comédia ou Musical (Helena Bonham Carter) e Melhor Diretor (Tim Burton).


Sinopse de "Sweeney Todd - O Cruel Barbeiro da Rua Fleet"
O pacato barbeiro Benjamin Barker tinha quase tudo o que desejava. Era considerado o melhor de Londres em seu ofício e vivia um casamento feliz. O único problema é que sua esposa era cegamente desejada pelo inescrupuloso Juiz Turpin. Por esta razão, Barker foi perseguido, acusado injustamente e condenado à prisão. 

Depois de fugir, acaba recebendo apoio do marinheiro Anthony para se refugiar em territórios mais tranquilos. Após 15 anos nesse exílio, o barbeiro volta à decadente capital inglesa, mas agora com um pseudônimo e muita sede de vingança. Barker agora é Sweeney Todd. Já na cidade, Todd reencontra sua antiga barbearia, localizada à Rua Fleet. O estabelecimento agora é uma decadente loja de tortas, que pertence à Dona Lovett. Os dois se encontram e estabelecem uma relação peculiar. Com a crise em Londres e a dificuldade em se conseguir carne de qualidade para as tortas, Lovett vê a oportunidade de fazer seu negócio crescer enquanto Todd coloca seu plano macabro de vingança em prática. 

Enquanto ele mata seus clientes para chegar ao Juiz Turpin, que ainda mantém sua filha Johanna prisioneira, ela faz deliciosas tortas com os restos mortais dos desafortunados clientes. No desenrolar da história, aparece Tobias Ragg. O garoto é aprendiz de barbearia do abusivo Pirelli. IApós Pirelli ser assassinado por Todd, o rapaz acaba ficando sob a tutela de Todd e Lovett.

Confira abaixo o elenco completo do espetáculo
Sweeney Todd - Saulo Vasconcelos
Dona Lovett - Andrezza Massei
Tobias Ragg - Mateus Ribeiro
Juiz Turpin -Rodrigo Mercadante
Anthony - Pedro Silveira
Johanna - Caru Truzzi
Bedel Bamford - Davi Novaes
Lucy Barker - Amanda Vicente
Adolfo Pirelli - Pedro Navarro
Ensemble - Bel Barros
Ensemble - Paulinho Ocanha
Ensemble - João Attuy
Ensemble - Fabiana Tolentino
Ensemble - Fred Silveira
Ensemble - Vanessa Espósito
Ensemble - Samir Alves


Músicos
Fernanda Maia
Rafael Miranda
Bruna Zenti
Marcos Rochael
Fabio Ferreira
André Masuia
Leo Salles
Leticia Andrade
Giulia Suizen

Ficha técnica
"Sweeney Todd - O Cruel Barbeiro da Rua Fleet"

Criativos
Música e Letras: Stephen Sondheim
Libretto: Mark Wheeler
Direção geral: Zé Henrique de Paula
Versão e direção Musical: Fernanda Maia
Preparação de elenco: Inês Aranha
Assistência de direção e ensemble: Davi Tápias
Assistência de direção musical e preparação vocal: Rafa Miranda
Cenografia: Zé Henrique de Paula
Assistência de cenografia: Cesar Costa
Ilustrações: Renato Caetano
Figurino: João Pimenta
Assistência de figurino: Dani Kina
Equipe de figurino: Everton Monteiro (auxiliar de corte), Magna Almeida Neto (piloteira), Marcia Almeida (contramestra), Neide Brito (piloteira), Noel Alves (piloteiro) e Wesley Souza (pintura de tecidos)
Visagismo: Dhiego Durso e Feliciano San Roman (peruca Dona Lovett)
Design de luz: Fran Barros
Design de som: João Baracho, Fernando Akio Wada e Guilherme Ramos 


Músicos
Regência e piano: Fernanda Maia
Teclado: Rafa Miranda
Violino 1: Thiago Brisolla
Violino 2: Bruna Zenti
Violoncelo: Leonardo Salles
Contrabaixo: Pedro Macedo
Flauta transversal e flautim: Fábio Ferreira
Flauta e clarinete: Flávio Rubens
Oboé: André Massuia


Técnica
Camareira: Larissa Elis
Perucaria e maquiagem: Feliciano San Roman (Perucas).
Assistência e operação de iluminação: Tulio Pezzoni
Operação de som: Guilherme Ramos
Microfonista: Káthia Akemi
Direção de palco: Diego Machado
Assistência de direção de palco: Matheus França
Contrarregra: Leo Magrão
Cenotécnica: All Arte Cenografia (cortinas e cadeira da barbearia), Armazém, Cenográfico (forno e moedor de carne), Ateliê Thiago Audrá (tortas cênicas), Fabin, Cenografia (pintura de arte), T.C. Cine Cenografia (montagem)

Produção
Produção geral: Del Claro Produções
Gerente de produção: Douglas Costta
Produção executiva:  Laura Sciulli
Assistente de produção: Renato Braz
Financeiro / Administrativo: Pedro Donadio
Diretora comercial: Simone Carneiro
Criação e direção de arte: Gustavo Perrella
Assessoria de Imprensa: Agência Taga e Augusto Tortato
Redes sociais: Felipe Guimarães
Fotografia: Ale Catan e Stephan Solon
Realização: Del Claro Produções e Firma de Teatro


Sobre Stephen Sondheim
Stephen Joshua Sondheim
foi um compositor e letrista norte-americano. Descrito pelo The New York Times como "o maior, e talvez o mais conhecido, artista do teatro musical americano". Ganhou diversos prêmios, entre eles diversos Tony Awards (seis, mais do que qualquer outro compositor), muitos Grammy Awards, um Prêmio Pulitzer de Teatro, e o Oscar de Melhor Canção Original por Sooner Or Later, interpretada por Madonna, no filme Dick Tracy (1990). Entre suas obras mais famosas, encontram-se A Funny Thing Happened on the Way to the Forum, Company, A Little Night Music, Follies, Sweeney Todd, Into the Woods, Send in the Clowns e Sunday in the Park with George, bem como letras para West Side Story e Gypsy.


Sobre Hugh Wheeler
Hugh Callingham Wheeler
foi um romancista, roteirista, libretista, poeta e tradutor britânico. Residiu nos Estados Unidos de 1934 até a data de sua morte, em 26 de julho de 1987. Wheeler foi o autor e coautor de muitos romances e contos de mistério. Em 1963, sua coleção The Ordeal of Mrs. Snow (1961), recebeu um prêmio especial Edgar Allan Poe na Mystery Writers of America.  Foi ganhador do Tony e do Drama Desk três vezes na categoria Melhor Libreto de Musical com os espetáculos A Little Night Music, Candide e Sweeney Todd. Siga Sweeney Todd nas redes sociais: www.instagram.com/sweeneytoddbrasil.


Sobre a Del Claro Produções
Parte do Grupo Live, a Del Claro Produções realiza grandes e premiados espetáculos. Já em seu primeiro ano de existência, a promotora de eventos – fundada por Adriana Del Claro – realizou o musical “Carrossel”, baseado na novela infanto-juvenil de grande sucesso do SBT, e que repetiu o feito nos palcos. Em 2018, a empresa chegou pela primeira vez ao 033 Rooftop do Teatro Santander, com a temporada de “Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812”, espetáculo imersivo da Broadway. O espetáculo “Chaves - um tributo musical” não ficou atrás em qualidade e levou diversos prêmios, entre eles o de Melhor Musical Brasileiro (Bibi Ferreira) e o Melhor Espetáculo de Humor de São Paulo (Prêmio do Humor – Fabio Porchat). A Del Claro Produções ainda criou e realizou edições de “Jingle Bus”, um projeto social com músicas natalinas. Em 2022, a empresa realizou a adaptação brasileira do musical Sweeney Todd e, em 2023, Bonnie & Clyde. A Del Claro Produções busca inovar e trazer conteúdos inusitados, que cativam o público pela surpresa e cuidado em cada detalhe.


Sobre a Firma de Teatro
A Firma de Teatro é uma produtora sediada em São Paulo desde 2005 e dirigida por Zé Henrique de Paula. Produziu a grande maioria dos espetáculos do Núcleo Experimental, entre eles: "Cândida", "As Troianas - Vozes da Guerra", "No coração do mundo", "Bichado", "Ou você poderia me beijar", "Preto no branco", "Urinal, o musical", "Lembro todo dia de você", "Senhor das moscas", "1984", entre outros.


Sobre a Esfera
A Esfera é o programa de recompensas do Santander Brasil. Atua com pontos e descontos para comprar, viajar e curtir. Tem mais de 200 parcerias, permitindo que todas as pessoas possam se cadastrar de forma gratuita para acumular pontos, resgatar e ganhar descontos. A Esfera reconhece a importância de preservar e promover o fomento da cultura e por isso, tem um compromisso em apoiar eventos culturais significativos.


Sobre o Teatro Santander
O Teatro Santander abriu as cortinas em 2016, com a proposta de ser um espaço multifuncional, moderno, sofisticado e inovador. É o primeiro espaço no Brasil que possui o sistema de recolhimento automático das poltronas e de varas cênicas automatizadas, que permitem a mudança de configuração do ambiente em questão de minutos. A casa, localizada no Complexo JK Iguatemi, foi recém-eleita como a preferida dos paulistanos entre os teatros, na premiação Os Mais Amados de SP, da revista Veja São Paulo. 

Pelo palco do Teatro Santander já passaram musicais como: "We Will Rock You", "My Fair Lady", "Alegria, Alegria", "Cantando na Chuva", "Se Meu Apartamento Falasse", "A Pequena Sereia", "Annie: o Musical", "Sunset Boulevard", "Escola do Rock", "Turma da Mônica", "O Som e a Sílaba", "Donna Summer" e "Chicago".

O Teatro Santander também já recebeu diversos shows, espetáculos de dança e concertos eruditos e populares, além de eventos corporativos importantes, desfiles, jantares, premiações para empresas, seminários e workshops. Graças a sua versatilidade e tecnologia, o espaço está preparado para receber qualquer tipo de evento sem necessidades de mudanças na configuração. O ambiente dispõe de acessibilidade para comodidade e locomoção necessária.


Sobre o JK Iguatemi
Projetado sob novo conceito de shopping center, desde 2012, o Shopping JK Iguatemi reúne arte, moda, entretenimento, lazer, tecnologia, cultura, design, gastronomia e excelentes serviços em um único lugar. Faz parte do seu DNA os pilares de inovação e experiência, fazendo com que cada visita seja única e proporcionando oportunidades diferentes e inéditas para todos os públicos. Com a expertise e o diferencial em oferecer mais completo e diversificado mix, o JK Iguatemi inova com qualidade e antecipa tendências para continuar sendo referência no setor.


Serviço
"Sweeney Todd - O Cruel Barbeiro da Rua Fleet"
Sessões: curta temporada
Temporada de 9 a 26 de janeiro de 2025 

Quintas: 20h00
Sextas: 20h00
Sábados: 16h00 e 20h00
Domingos: 16h00 e 20h00
Local: Teatro Santander
Endereço: Complexo JK Iguatemi – Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041
Capacidade: 1.084 pessoas
Classificação Etária: 16 anos
Duração: 120 minutos (com intervalo de 15 minutos)
Gênero: Teatro Musical
Ingressos: de R$ 21,18 a R$ 300,00
Bilheteria on-line (com taxa de conveniência): https://bileto.sympla.com.br/event/98254/d/278337
Bilheteria física (sem taxa de conveniência): Teatro Santander. Horário de funcionamento: Todos os dias das 12h00 às 18h00. Em dias de espetáculos, a bilheteria permanece aberta até o início da apresentação. A bilheteria do Teatro Santander possui um totem de autoatendimento para compras de ingressos sem taxa de conveniência 24h por dia. Endereço: Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041.

Descontos
50% de desconto | Meia-entrada - 
Obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário.

30% de desconto | Cliente Santander - Na compra de ingressos realizada por clientes Santander, limitado a 20% da lotação do teatro. Não cumulativo com meia­-entrada. Limitados a 02 (dois) ingressos por CPF. Esta compra deverá ser realizada com cartões do Banco Santander, para compras on-line somente o cartão de crédito Santander, compras na bilheteria e totem, o pagamento com o desconto poderá ser realizado em débito ou crédito. De acordo com o art. 38, inciso I, da Instrução Normativa nº 1, de 20/03/2017 e com base na Lei Federal nº 8.313 (Lei Rouanet) e Decreto nº 5.761, é proibido comercializar o produto cultural (ingressos) em condições diferentes para clientes Santander, das praticadas ao público em geral.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2025

.: Cinema: "Nosferatu" e a obsessão, o sexo e sedução no clássico moderno


Por 
Helder Moraes Miranda, editor do portal Resenhando.com. 

Em cartaz na rede Cineflix e em cinemas de todo o Brasil, a nova adaptação de "Nosferatu" não é apenas uma homenagem ao clássico de Friedrich Wilhelm Murnau (F.W. Murnau), mas uma expansão da narrativa original, explorando dimensões psicológicas, sociais e sexuais que ecoam com o público moderno. Com um elenco estrelado que inclui Bill Skarsgård, Lily-Rose Depp, Nicholas Hoult e Willem Dafoe, o filme surgiu para ser um marco no gênero, trazendo camadas de complexidade e nuances emocionais às relações entre os personagens. Esta é a quarta produção inspirada no controverso vampiro, dirigida por Robert Eggers, conhecido pelos trabalhos no terror independente, como "A Bruxa" (2015) e "O Farol" (2019).

Filmado em locações deslumbrantes em Praga e com um orçamento de US$ 50 milhões, o filme combina terror e beleza em uma experiência cinematográfica inesquecível. A trama revisita a obsessão do vampiro (Bill Skarsgård) pela jovem Ellen (Lily-Rose Depp), mergulhando o público em um mundo onde desejo, culpa e amor se chocam de maneira arrebatadora. Com uma estética que remete ao preto e branco e uma atmosfera que evoca o terror gótico clássico, Eggers entrega uma obra que é tanto um tributo ao passado quanto uma reinvenção provocativa para o presente.

Essa nova versão já conquistou elogios da crítica nos Estados Unidos antes de sua estreia no Brasil, sendo descrita como uma obra sensual, visceral e profundamente perturbadora. É uma experiência que transcende o horror e se torna uma reflexão sobre os aspectos mais sombrios da condição humana. Com atuações memoráveis, uma estética arrebatadora e temas provocativos, esta versão de "Nosferatu" é mais do que um remake – é uma reinterpretação profunda que mantém o legado do clássico vivo, ao mesmo tempo em que o atualiza para o século XXI. Listamos os dez motivos para assistir no cinema "Nosferatu", seja você um fã de longa data do vampiro ou alguém em busca de uma experiência cinematográfica imersiva e provocativa, essa adaptação promete impressionar. 

1. Um filme sobre sexo, desejo e repressão
A adaptação dirigida por Robert Eggers vai além de ser apenas uma história de terror gótico. É uma exploração visceral do desejo reprimido e da luta interna entre a moralidade e os instintos primitivos. A tensão sexual permeia cada cena, principalmente na relação entre Ellen (Lily-Rose Depp) e o vampiro Orlok (Bill Skarsgård), que simboliza o desejo proibido. A trama apresenta o sexo como algo simultaneamente sedutor e assustador, reforçando a repressão como tema central.

2. Uma metáfora poderosa sobre sexo e culpa
A relação entre Ellen e Nosferatu vai além da tensão física; é uma metáfora sobre a repressão feminina e a internalização da culpa pelo prazer. A negação de Ellen aos avanços do vampiro não é apenas resistência ao mal, mas também uma luta interna contra os próprios desejos. O filme questiona normas sociais e culturais que associam o prazer feminino ao pecado, criando um paralelo com debates contemporâneos sobre liberdade sexual.

3. Bill Skarsgård: o vampiro como símbolo de sedução e ameaça
Em uma escolha completamente arriscada, que poderia tornar ridículo a transformação de um personagem que no imaginário popular é um ser repulsivo em um ser próximo do sedutor, Bill Skarsgård reinventa o Conde Orlok de maneira marcante, afastando-se do grotesco vampiro original para encarnar uma figura que mistura sensualidade e mistério. Ele não é apenas um predador sanguinário, mas também uma personificação do desejo, com sua presença magnetizante carregada de tensão sexual. Essa abordagem faz de "Nosferatu" um personagem complexo, que provoca fascínio e repulsa ao mesmo tempo, ampliando a dimensão simbólica do vampiro como uma ameaça irresistível. A intenção inicial do primeiro filme, em 1922, era adaptar o romance "Drácula" (1897), de Bram Stoker. No entanto, como não conseguiram os direitos da obra com a família do autor, criaram sua própria versão da história, resultando no lançamento de "Nosferatu", que chegou a ser proibido.

4. Lily-Rose Depp: uma protagonista profunda
Lily-Rose Depp entrega uma atuação impressionante como Ellen, uma mulher assombrada não apenas por Nosferatu, mas por seus próprios desejos e traumas. Sua personagem é uma representação de fragilidade e força, que luta contra as expectativas sociais e a repressão feminina. Ellen é mais do que uma vítima; ela é uma mulher que busca sua liberdade emocional, mesmo que isso a coloque em um confronto direto com os fantasmas do passado.

5. A tensão entre amor, prazer e culpa
A narrativa explora a complexa relação entre Ellen (Lily-Rose Depp), Hutter (Nicholas Hoult) e Nosferatu (Bill Skarsgård), criando um triângulo emocional que reflete o confronto entre amor e desejo. Casada e apaixonada por Hutter, Ellen encontra-se irresistivelmente atraída pelo vampiro, que representa uma força incontrolável de sedução. Essa dualidade é intensificada pelo simbolismo do sangue como metáfora para prazer e culpa, colocando a sexualidade feminina no centro da história.

6. Estética gótica, expressionista e contemporânea
A fotografia e o design visual de "Nosferatu" são um espetáculo à parte. Inspirada pelo expressionismo alemão do filme original de 1922, esta adaptação traz cenários sombrios e composições que remetem ao preto e branco, mas com um toque moderno. A atmosfera lembra obras como "O Conto da Aia", de Margaret Atwood, ao retratar mulheres silenciadas e subjugadas, enquanto explora temas universais de opressão e resistência.

7. Paralelos com clássicos da cultura pop
A história de "Nosferatu" ressoa com grandes narrativas do cinema como a animação "A Bela e a Fera", o musical "O Fantasma da Ópera" e o clássico "King Kong". Em comum entre todos, a interação entre a bela e o monstro que explora temas de desejo, medo e redenção. Sonhos eróticos e encontros surreais entre Ellen e Orlok adicionam uma camada psíquica à trama, reforçando o papel do inconsciente como campo de batalha para os conflitos humanos mais profundos.

8. Nicholas Hoult: um contraponto de sensibilidade
Nicholas Hoult interpreta Hutter com um equilíbrio delicado entre vulnerabilidade e determinação. Sua atuação cria um contraponto ao magnetismo sombrio de Nosferatu, representando o lado humano e moral da narrativa. Conhecido por trazer nuances emocionais a personagens incomuns, Hoult oferece ao público uma visão mais intimista do impacto do vampiro na vida de Ellen e nas relações ao seu redor. Ele já foi um monstro afetivo na comédia romântica "Meu Namorado É Um Zumbi" e assistente de um Drácula abusivo na comédia sangrenta  "Renfield".

9. Detalhes sonoros que intensificam a experiência
Robert Eggers utiliza o som de maneira magistral, empregando ruídos sutis, como respirações que simulam orgasmos, para transmitir tensão, desejo e medo. Esses detalhes criam uma experiência sensorial única, onde a trilha sonora e os efeitos sonoros tornam-se parte da narrativa, amplificando a imersão do espectador e intensificando as emoções provocadas pela história.

10. Uma obra simultaneamente sensual e repulsiva
A nova adaptação de "Nosferatu" não é apenas um filme de terror; é uma experiência sensorial que mistura beleza e monstruosidade. As cenas carregadas de erotismo são contrabalançadas por momentos de horror visceral, criando uma dicotomia que desafia o público a enfrentar as próprias emoções. É uma obra que fascina, incomoda, e que, gostando ou não, será inesquecível.

Assista na Cineflix
Filmes de sucesso como "Ainda Estou Aqui" estão em cartaz na rede Cineflix CinemasPara acompanhar as novidades da Cineflix mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste link. No litoral de São Paulo, as estreias dos filmes acontecem no Cineflix Santos, que fica Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga. Consulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SANO Resenhando.com é parceiro da rede Cineflix Cinemas desde 2021.


"Nosferatu" no Cineflix Santos
Duração: 2h13m - Gênero: terror
2/1/2025 - Quinta-feira - Sala 1 - 20h50 
3/1/2025 - Sexta-feira - Sala 1 - 20h50
4/1/2025 - Sábado - Sala 1 - 20h50
5/1/2025 - Domingo - Sala 1 - 20h50
6/1/2025 - Segunda-feira - Sala 1 - 20h50
7/1/2025 - Terça-feira - Sala 1 - 20h50
8/1/2025 - Quarta-feira - Sala 1 - 20h50


Leia +
.: Adaptação de "Nosferatu" estreia mais de um século após polêmica do original

domingo, 29 de dezembro de 2024

.: Crítica: "Um Dia na Broadway": Billy Bond traz a Broadway para o Brasil


Por Helder Moraes Miranda, editor do portal Resenhando.com. 

Se você já se emocionou ao assistir a um musical, sonhou em passear pelas ruas iluminadas da Times Square ou em viver a magia dos teatros da Broadway, a superprodução "Um Dia na Broadway" é uma oportunidade para preencher algumas lacunas. Dirigido pelo renomado 
Billy Bond, o espetáculo retorna a São Paulo para uma temporada que promete encantar e proporcionar uma experiência imersiva e inesquecível. De 11 de janeiro a 22 de fevereiro de 2025, no Teatro Claro Mais, o público terá a chance de ser transportado para o mundo dos grandes musicais de Nova York.

Combinando tecnologia de ponta, performances marcantes e uma narrativa emocionante, o espetáculo já conquistou milhares de espectadores em temporadas anteriores. Agora, está de volta ainda mais grandioso, com novos detalhes e aprimoramentos que consolidam seu lugar como uma das maiores produções musicais do Brasil. Nós do Resenhando.com assistimos a última apresentação do ano passado e listamos os dez motivos para justificar porque você não pode perder esse espetáculo. "Um Dia na Broadway" estará em cartaz no Teatro Claro Mais, em São Paulo, de 11 de janeiro a 22 de fevereiro de 2025, com apresentações às sextas, sábados e domingos.

1. Broadway ao alcance de todos
Você não precisa viajar até Nova York para sentir a grandiosidade da Broadway. "Um Dia na Broadway" recria toda a atmosfera dos grandes teatros nova-iorquinos, apresentando uma coletânea de momentos inesquecíveis dos mais famosos musicais do mundo. É uma oportunidade única para quem sempre sonhou em ter essa experiência.


1. Uma superprodução que envolve o público
Dirigida pelo veterano Billy Bond, conhecido pelo trabalho impecável em musicais como "Les Misérables" e "Rent", a produção reúne uma dramaturgia que cativa, músicas interpretadas ao vivo e efeitos especiais de tirar o fôlego. Cada elemento foi pensado para criar uma experiência que envolve todos os sentidos.

2. Acessível e inclusivo para todos
Para aqueles que nunca tiveram a oportunidade de assistir a grandes musicais internacionais, Um Dia na Broadway é uma oportunidade perfeita. Ao reunir os melhores momentos de dez produções icônicas, o espetáculo democratiza o acesso à magia da Broadway.

3. Dez clássicos eternizados no palco
Em uma noite mágica, o público é transportado para o universo de "Evita" ("Don’t Cry for Me Argentina"), "Chicago" ("All That Jazz"), "Mamma Mia!" ("Dancing Queen"), "O Fantasma da Ópera" ("The Phantom of the Opera"), "Cats" ("Memory"), "Grease" ("Summer Nights"), "Mary Poppins" ("Supercalifragilistic"), "A Bela e a Fera" ("Beauty and the Beast"), "Les Misérables" ("One Day More") e "Priscilla, a Rainha do Deserto" ("It’s Raining Men"). Cada musical é interpretado com uma precisão técnica e artística que impressiona.


4. Tecnologia de ponta e efeitos especiais para encantar
O espetáculo combina cenários físicos com projeções em 4K, um painel de LED com 160 metros de luzes e truques como levitação e números aéreos. Esses elementos criam uma experiência visual única, que imerge o público na atmosfera vibrante de Nova York e na magia dos musicais.


5. Coral e vocais impecáveis
Os artistas de "Um Dia na Broadway" devem ser selecionados a dedo pelo talento. As interpretações vocais são um dos grandes destaques do espetáculo. Com um coral poderoso e números musicais arrebatadores, cada canção é entregue com uma energia que arrepia e emociona o público do começo ao fim.

6. Cenários deslumbrantes e figurinos ricos em detalhes
Os figurinos exuberantes e os cenários detalhados recriam com perfeição o glamour da Broadway. Da Times Square ao Harlem, passando pela Grand Central Station e pelos palcos dos grandes musicais, cada cenário transporta o espectador diretamente para Nova York.


7. Uma história familiar e emocionante
O enredo segue uma família que viaja para Nova York para comemorar o aniversário de casamento dos pais. Após se perderem no Grand Central Station, as crianças embarcam em uma jornada pelos teatros da Broadway, onde vivenciam momentos dos maiores musicais de todos os tempos. É uma narrativa que equilibra humor, emoção e aventura, conectando o público de todas as idades. Bom, também, para despertar no público mais jovem o gosto pelo teatro.


9. Billy Bond: um mestre dos musicais
Com mais de 30 espetáculos em seu currículo e décadas de experiência, Billy Bond é um dos grandes nomes do teatro musical. Sua direção meticulosa e visão criativa garantem que cada detalhe de Um Dia na Broadway seja impecável, desde os números musicais até os efeitos visuais.


10. Uma experiência imersiva e transformadora
O espetáculo vai além de uma apresentação teatral: é uma viagem emocional, um espetáculo de som e luz que envolve completamente o espectador. Da ambientação sonora Surround ao cuidado com os detalhes visuais, você realmente se sente na Broadway.

Serviço
Espetáculo "Um Dia na Broadway", de Billy Bond
Temporada: 11 janeiro a 22 fevereiro de 2025
Às sextas-feiras, às 20h00; aos sábados, às 20h00 e aos domingos, às 18h00
Teatro Claro MAIS São Paulo - R. Olimpíadas, 360 - Vila Olímpia, São Paulo
Ingressos:
Plateia Broadway - R$ 150,00 a R$ 300,00
Plateia Cats – R$ 125,00 a R$ 250,00
Balcão Les Miserables – R$ 110,00 a R$ 220,00
Balcão Grease – R$ 90,00 a R$ 180,00
Times Square Popular- R$ 37,50 a R$ 75,00
Link de vendas: https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/um-dia-na-broadway-13819
Classificação: livre
Duração: 120 minutos com intervalo de 10 minutos
Capacidade: 803 lugares 

sexta-feira, 27 de dezembro de 2024

.: Musical "O Mágico de Oz", com direção de Billy Bond, ganha versão repaginada


Grupo celebra os os 22 anos desde a primeira montagem desse clássico infantil e o centenário da atriz e cantora norte-americana Judy Garland. Foito: Bianca Tatamiya 


Para celebrar os 22 anos desde a primeira montagem no repertório da companhia, o musical "O Mágico de Oz - Versão 2025", dirigido por Billy Bond, terá 15 apresentações no Teatro Claro Mais SP, de 4 de janeiro a 22 de fevereiro de 2025, aos sábados, às 15h30 , e aos domingos, às 17h30. O espetáculo é estrelado por Paula Canterini, que vive a personagem Dorothy. A montagem também volta à capital paulista para celebrar o centenário da atriz Judy Garland, que marcou a história do cinema de maneira única, interpretando a doce Dorothy. Cantora, atriz e uma das maiores artistas que o mundo já viu, Garland completaria 100 anos. 

"O Mágico de Oz", dirigido por Billy Bond, foi um dos primeiros grandes musicais a chegar ao Brasil, com estreia realizada em setembro de 2003, no Teatro Via Funchal. Naquele  tempo o espetáculo já contava com mais de 40 pessoas em cena, cenários  rotativos e figurinos elaborados. Os personagens principais do espetáculo ganharam quatro capas da Revista Veja. Nessa trajetória, entre os atores que interpretaram o personagem-título estão Carlos Capeletti, Diego Luri e Felipe Tavolaro. O Homem de Lata foi vivido pelo ator argentino Franco Masine (hoje na série "Rebelde", da Netflix), em Buenos Aires, em 2019.

O musical transporta para o palco a obra de L. Frank Baum, de 1900, criador de um dos  mais populares livros escritos na literatura americana infantil. Trata-se da história de Dorothy e seu cãozinho Totó, que são levados por um terrível ciclone de uma fazenda no Kansas, nos Estados Unidos, até o Mundo de Oz. Uma terra mágica e distante, além do arco-íris. O filme, de mesmo título, é conhecido como um dos primeiros no cinema a usar bem as cores, em uma época onde quase tudo era preto e branco. Foi também considerado o melhor filme musical de todos os tempos, pelo American Film Institute.

Italiano naturalizado argentino, Billy Bond é um dos mais talentosos diretores de musicais em atividade no Brasil, responsável por produções como "Les Miserables", "Rent", "O Beijo da Mulher Aranha", "Um Dia na Broadway", além de espetáculos que encantam famílias há anos, como "Cinderella", "Alice no País das Maravilhas", "Peter Pan", "Natal Mágico", "A Bela e a Fera", entre outros.


Superprodução
Com diálogos e músicas cantadas em português, criadas especialmente para esta versão, o musical é rico em efeitos especiais, como o vento produzido por ventiladores de grandes dimensões que fazem o público se sentir como a  menina Dorothy: no interior de um ciclone.

Entre os recursos cênicos que transportam o espectador para o interior da cena, destaque para os telões de led de altíssima resolução e projeções de videomapping, além de equipamentos em 4D, usados para envolver e encantar a plateia, como efeitos especiais que simulam folhas secas de papoulas caindo. O público vai sentir também o perfume das flores e os aromas da floresta.

A produção do musical conta com 200 profissionais, entre eles 50 atores e técnicos. O espetáculo reúne mais de 100 figurinos, trocas de cenários, cinco toneladas de equipamentos e efeitos visuais.


Sobre Billy Bond
O diretor é um dos mais importantes encenadores de musicais para a família em atividade no Brasil. Nome de destaque no cenário do showbizz, o artista italiano naturalizado argentino fez carreira no Brasil. É responsável também por produções como "Peter Pan", "Branca de Neve", "After de Luge", "Rent", "Les Miserables" e "O Beijo da Mulher Aranha", entre outras. Billy também foi cantor e produtor de rock. No fim dos anos 60, lotava espaços em meio à ditadura do país com o grupo de hard rock Billy Bond Y La Pesada. Também produzia espetáculos pop. Alguns duramente reprimidos pela polícia, como o que fez em 1972 no Luna Park. Chegou a ter mais de 100 músicas censuradas na época da ditadura.

No Brasil, conheceu a banda Secos & Molhados através do baixista argentino Willie Verdaguer. Quando Ney Matogrosso deixou o grupo, Billy o produziu em carreira solo (por volta de 1975). Na época também atuou como vocalista da banda Joelho de Porco. Produtor responsável pela vinda do Queen aos Brasil, nos anos 80. Hoje, à frente da Black & Red Produções descobriu nova fórmula para produzir e dirigir musicais de sucesso que arrebatam cerca de 900 mil espectadores pelo Brasil. 


Ficha técnica
Musical "O Mágico de Oz - Versão 2025"
Adaptação: Billy Bond e Lilio Alonso.
Direção de Cena: Marcio Yáccof.
Assistentes de Produção: Paula Canterini, Luana Marthin e Ítalo Rodrigues.
Coreografia: Ítalo Rodrigues.
Direção Vocal: Thiago Lemmos.
Direção Musical: Bond e Villa.
Figurinos: Carlos Alberto Gardin.
Realização de Figurinos: Anna Cristina Cafaro Driscoll, Benedita Calistro, Hilda de Oliveira, Israel Alves.
Caracterização e Maquiagens: Beto França.
Perucas e postiços: Inês Sakai, Eurico Sakai.
Camareiras de Figurinos: Meire Serra, Miriane Serra, Dilu Carvalho.
Cenários e Adereços: Silvio Galvão.
Transporte de Figurino: Amilton Rodrigues de Carvalho e Caio Bragha.
Efeitos especiais: Gabriele Fantine.
Filmes e animações: George Feller e Lucas Médici.
Mappings: Nicolas Duce.
Fotos: Bianca Tatamiya
Diretor técnico: Isaac Tibúrcio
Direção de Produção: Andréa Oliveira.
Direção Geral: Billy Bond.
Realização: Black & Red Produções


Serviço
Musical "O Mágico de Oz - Versão 2025"
Temporada: 4 de janeiro a 22 de fevereiro de 2025
Aos sábados, às 15h30, e aos domingos, às 17h30
Teatro Claro São Paulo - R. Olimpíadas, 360 - Vila Olímpia, São Paulo – SP.
Ingresso: Plateia Totó – R$110,00 a R$ 250,00 / Plateia Dorothy R$ 100,00 a R$ 220,00 / Balcão Espantalho – R$ 90,00 a R$ 200,00 / Balcão Leão – R$ 75,00 a R$ 160,00 / Homem de Lata Popular – R$ 37,50 / R$ 75,00
Link de venda: https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/o-magico-de-oz-o-musical-13798
Capacidade: 803 lugares
Classificação: livre
Duração: 120 minutos

sábado, 5 de outubro de 2024

.: Crítica: musical "Legalmente Loira" coloca o dedo nas feridas da sociedade


Por 
Helder Moraes Miranda, editor do portal Resenhando.com. Foto: Andreia Machado.

Com mais duas apresentações no Teatro Claro Mais SP, o musical "Legalmente Loira" é a maior surpresa do ano. Longe de ser panfletário ou didático, o espetáculo aborda de maneira leve temas pertinentes à realidade das mulheres e conduz o público a uma história cheia de camadas. Elle Woods não é somente a "loira legal" que marcou o cinema em 2001. Curiosamente, 23 anos depois os temas abordados no filme continuam atuais, diante de um mundo que retrocedeu no campo das ideias. 

No palco, defendendo o papel que levou Reese Witherspoon, ao estrelato, Myra Ruiz, que havia acabado de sair da sra. Wormwood em "Matilda", aparece diferente de todas as personagens que já interpretou e acrescenta um toque todo especial ao emblemático papel da loira inteligente que é subestimada por ser bonita. Ela distribui carisma, feminilidade e senso de humor em uma atuação memorável. Para os desavisados, é preciso dizer que "Legalmente Loira - O Musical ", com direção geral de John Stefaniuk e direção musical de Andréia Vitfer, não é apenas bom entretenimento. Esteticamente lindo, o espetáculo também é profundo, sensível e mágico.

Passam pela personagem tudo o que uma mulher nos dias de hoje precisa enfrentar, desde o assédio no ambiente de trabalho até a necessidade de se impor e se colocar à prova o tempo todo para conquistar o respeito dos outros, até mesmo de outras mulheres. É um espetáculo ancorado na figura de três figuras femininas fortes. Na pele da personagem icônica, Myra aparenta estar se divertindo nesse que é mais um grande momento na carreira. Ela vem marcando a história do teatro musical e lembra a trajetória de Kiara Sasso, atriz que nos anos 2000, com muita elegância, protagonizou montagens históricas de "A Bela e a Fera" (2002/2003), "O Fantasma da Ópera" (2005/2006), "A Noviça Rebelde" (2008/2009), "Jekyll & Hyde, o Médico e o Monstro" (2010) e "Mamma Mia!" (2010/2011).

Gigi Debei, com uma Vivienne Kensington brilhante, é o contraponto de Elle Woods no espetáculo. Desde a montagem memorável de "Heathers" no Teatro Viradalata (crítica neste link), a atriz vem se destacando com atuações marcantes. Esther Arieiv, que substituiu Leilah Moreno no papel de Paulette Bonafonté na apresentação que assistimos, entrega dignidade. Hypolyto, na pele de Emmett Forrest, vem como uma promessa no musical que ainda rende boas atuações de Fábio Galvão, como Warner Huntington III e Danilo Moura, como o professor Callahan. De tão leve, o espetáculo coloca o dedo nas feridas da sociedade sem assustar.


Elenco completo de "Legalmente Loira - O Musical"
Myra Ruiz - Elle Woods
Renan Rosiq - Warner Huntington III
Hipólyto - Emmett Forrest
Leilah Moreno - Paulette Bonafonté
Danilo Moura - Professor Callahan
Gigi Debei - Vivienne Kensington
Amanda Döring - Brooke Wyndham
Giselle Alfano - Ensemble 
Thaiane Chuvas - Ensemble
Gabriela Gatti - Ensemble
Mariana Ramires - Ensemble
Vinnycias - Ensemble
Lara Gomes - Ensemble
Esther Arieiv - Ensemble
Vivian Bugno - Ensemble
Bia Vasconcellos - Ensemble
Paulo Grossi - Ensemble
Fábio Galvão - Ensemble
Rafael Pucca - Ensemble
Danilo Martho - Ensemble
Vitor Loschiavo - Ensemble
Ricke Hadachi - Ensemble
Nina Sato - Swing e Dance Captain
André Ximenes - Swing
Andreina Szoboszlai - Swing


Equipe criativa de "Legalmente Loira - O Musical"
Direção geral: John Stefaniuk
Direção musical: Andréia Vitfer
Cenário: Duda Arruk
Figurino: Ligia Rocha, Marco Pacheco e Jemima Tuany
Coreografia: Floriano Nogueira
Design de som: Gabriel D'Angelo
Design de luz: Guilherme Paterno
Design de perucas: Feliciano San Roman
Design de maquiagem: Cris Tákkahashi
Versão brasileira: Victor Mühlethaler
Produtor: Baccic


Serviço
"Legalmente Loira - O Musical"
Até dia 6 de outubro de 2024
Local: Teatro Claro SP – Shopping Vila Olímpia - R. Olimpíadas, 360 - Vila Olímpia / São Paulo
Gênero: Teatro Musical
Local: Teatro Claro SP – Shopping Vila Olímpia


Sessões de "Legalmente Loira - O Musical"
Quarta-feira, 19h30
Quinta-feira, 19h30
Sexta-feira, 19h30
Sábado, 15h00
Sábado, 19h30
Domingo, 15h00
Domingo, 19h30
Endereço: R. Olimpíadas, 360 - Vila Olímpia, São Paulo - SP, 04551-000
Capacidade: 801 pessoas
Classificação Etária: Livre. Menores de 12 anos devem estar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. A determinação da classificação etária poderá a qualquer momento ser alterada pelo Juiz de Direito da Vara da Infância e Juventude da Comarca de São Paulo - SP.
Duração do espetáculo: 150 minutos com 15 minutos de intervalo
Ingressos de R$19,80 a R$370,00
A programação do Teatro Claro mais SP conta com acessibilidade física e de conteúdo.


Bilheteria on-line
Garanta seu ingresso em: https://uhuu.com 


Bilheteria física – sem taxa de conveniência
Bilheteria aberta das 10h às 22h de segunda a sábado e das 12h às 20h domingos e feriados.
Local: Shopping Vila Olímpia - R. Olimpíadas, 360 - Vila Olímpia, São Paulo - SP, 04551-000 - 1 Piso - Acesso A
Telefone: (11) 3448-5061

sábado, 6 de julho de 2024

.: Musical "Um Dia na Broadway" tem temporada prorrogada até o dia 14


Com 32 artistas em cena, o espetáculo reproduz a atmosfera de dez dos mais famosos musicais de todos os tempos com figurinos e cenários grandiosos. São eles: "Priscila", "Evita", "Chicago", "Grease", "Les Miserables", "Mary Poppins", "A Bela e a Fera", "O Fantasma da Ópera", "Cats" e "Mamma Mia". Foto: divulgação


Uma espécie de tributo aos grandes musicais estadunidenses, "Um Dia na Broadway" prorroga temporada no Teatro Liberdade, em São Paulo, até dia 14 de julho de 2024, com sessões aos sábados e domingos, às 17h00. Com 32 artistas em cena, o espetáculo reproduz a atmosfera de dez dos mais famosos musicais de todos os tempos com figurinos e cenários grandiosos. São eles: "Priscila", "Evita", "Chicago", "Grease", "Les Miserables", "Mary Poppins", "A Bela e a Fera", "O Fantasma da Ópera", "Cats" e "Mamma Mia".

Depois de quase 15 anos encenando clássicos do universo infantil, o diretor e músico Billy Bond - há mais de 30 anos no Brasil, à frente da Black & Red Produções – volta a montar espetáculos adultos. Billy Bond aposta no encantamento dos brasileiros por Nova York, por isso, reproduz o espírito da cidade em cena. Com isso, o diretor quer agradar quem já conhece e ama a metrópole e os que nunca estiveram por lá, mas sonha visitá-la. 

Para levar o público a essa viagem, o espetáculo cria uma ambientação característica: um painel com 160 metros de tiras de luz de LED que reproduz pontos turísticos clássicos, como a Times Square, a Broadway, a Estátua da Liberdade, Wall Street, o Harlem, o Empire State, o Metrô e o Grand Central Station.

O espetáculo conta com direção geral e dramaturgia de Billy Bond e Andrew Mettine, adaptação de Bond e Lilio Alonso, direção musical e arranjos de Bond e Villa, direção de cena de Marcio Yacoff, coreografia de Italo Rodrigues, cenário de Marcelo Larrea e figurinos de Paula Canterini e Feliciano San Roman. Além disso, em cena estão 32 pessoas, entre atores, cantores e bailarinos e técnicos. 

A história começa com a chegada de uma família de férias em Nova York. Acompanhado pelos filhos, um casal viaja para Nova York a fim de comemorar o aniversário de casamento na cidade onde se conheceu e se apaixonou. Logo há um desencontro e as crianças se perdem dos pais no Metrô da Grand Central Station.

A partir de então, na tentativa de reencontrá-los, os irmãos se aventuram por lugares onde acreditam que encontrarão o casal.  Sabem que os pais são fanáticos por teatro, portanto, na busca, visitam os teatros da Broadway e assistem trechos de musicais clássicos. Na plateia, o público acompanha a saga da família e se delicia com as cenas concebidas por Billy para reproduzir a atmosfera de dez dos mais famosos musicais de todos os tempos, em imagens, figurinos, cenários e músicas cantadas ao vivo.

São eles: "Priscila" (ao som de "It’s Raining Men"), "Evita" ("Don’t Cry for Me Argentina"), Chicago ("All That Jazz"), "Grease" ("Summer Nights"), "Les Miserables" ("One Day More"), "Mary Poppins" ("Supercalifragilistic"), "A Bela e a Fera" ("Beauty and Beast") "O Fantasma da Ópera" ("The Phantom of the Ópera"), "Cats" ("Memories") e "Mamma Mia" ("Dancing Queen"). E, no decorrer dessa trama, um personagem entra em cena para ajudar a contar sua história. Trata-se do próprio George Michael Cohan, artista identificado como um dos primeiros a fazer espetáculos musicais nos Estados Unidos. 

Como não pode faltar nas montagens do diretor, a encenação conta com números aéreos, levitação e outros truques e efeitos especiais. Para dar a sensação de 3D, Billy explica, o espetáculo mescla dois cenários, um virtual (composto por imagens de NY em 4K) e outro físico. Outro destaque é o sistema de som Surround, que envolve toda a plateia. Além disso, para que tudo saia como o diretor concebeu, uma equipe de dez profissionais trabalha há meses na computação gráfica. “A reprodução dos espaços da cidade tem de ser fiel”, exige o diretor!


Sobre Billy Bond, 30 anos de Brasil
Nascido com o nome de Giuliano Canterini, em Lá Spezia, na Itália, Billy Bond fez carreira na Argentina, onde morou por mais de 15 anos e foi sucesso no mundo do rock’n’ roll na década de 70. No fim dos anos 60, Bond lotava espaços em meio à ditadura na Argentina com o grupo de hard rock Billy Bond Y La Pesada. Também produzia espetáculos pop, alguns duramente reprimidos pela polícia, como o que fez em 1972 no Luna Park. Chegou a ter mais de 100 músicas censuradas na época. 

Chegou ao Brasil em 1974, diretamente no Rio de Janeiro e, depois, estabeleceu-se em São Paulo, onde mora atualmente. Aqui foi cantor da banda punk Joelho de Porco, dirigiu o primeiro show de Ney Matogrosso após a saída dos Secos & Molhados e produziu o show da banda Queen no estádio do Morumbi, em 1981. 

Precursor dos musicais de grande porte, assinou a direção-geral da versão brasileira de Rent em 1999. São mais de 30 títulos na bagagem, entre eles, O Beijo da Mulher Aranha, Os Miseráveis e After de Luge, entre outros. A partir dos anos 2000, Billy sedimentou seu formato de encenar espetáculos musicais com total liberdade de criação. 

Assim, depois de 2004, direcionou seu foco de interesse para revisitar e homenagear clássicos de todos os tempos da Literatura Infantil. A primeira foi montagem foi "O Mágico de Oz", prestigiada por um público superior a um milhão e 800 mil espectadores em toda América Latina. O segundo espetáculo, "Pinóquio - O Musical", estreou em 2006 e foi aplaudido por mais de 900 mil pessoas no Brasil. Em seguida, foram apresentadas as montagens de "A Bela e a Fera", "Peter Pan", "Branca de Neve", "Cinderella", "A Bela Adormecida", "Alice no País das Maravilhas", entre outros. 

Serviço
"Um Dia na Broadway", de Billy Bond
Temporada prorrogada até dia 14 de julho.
Sábados e domingos, às 17h00.
Teatro Liberdade - Rua São Joaquim, 129, Bairro Liberdade / São Paulo
Ingressos: R$ 250,00 (Plateia Premium), R$ 230,00 (Plateia), R$ 180,00 (Balcão A), R$ 150,00 (Balcão A com vista parcial) e R$ 150,00 (Balcão B)
Vendas online em https://site.bileto.sympla.com.br/teatroliberdade/
Bilheteria: de terça-feira a sábado, das 13h00 às 19h00, e aos domingos e feriados (apenas em dias de espetáculo), das 13h até o início da apresentação.
Indicação etária: livre.
Duração aproximada: 130 minutos.
Lotação: 900 lugares.
Acessibilidade: teatro acessível para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.



segunda-feira, 13 de maio de 2024

.: Billy Bond faz tributo aos grandes musicais em "Um Dia na Broadway"


Com 32 artistas em cena, espetáculo reproduz a atmosfera de dez dos mais famosos musicais de todos os tempos com figurinos e cenários grandiosos. São eles: "Priscila", "Evita", "Chicago", "Grease", "Les Miserable", "Mary Poppins", "A Bela e a Fera", "O Fantasma da Ópera" (na imagem), "Cats" e "Mamma Mia". Foto: divulgação


Uma espécie de tributo aos grandes musicais estadunidenses, "Um Dia na Broadway" volta em cartaz a partir do dia 16 de maio, às 21h no Teatro Liberdade, em São Paulo. A temporada é curtíssima e vai até dia 9 de junho. Depois de quase 15 anos encenando clássicos do universo infantil, o diretor e músico Billy Bond - há mais de 30 anos no Brasil, à frente da Black & Red Produções – volta a montar espetáculos adultos.

Billy Bond aposta no encantamento dos brasileiros por Nova York, por isso, reproduz o espírito da cidade em cena. Com isso, o diretor quer agradar quem já conhece e ama a metrópole e os que nunca estiveram por lá, mas sonha visitá-la. Para levar o público a essa viagem, o espetáculo cria uma ambientação característica: um painel com 160 metros de tiras de luz de LED que reproduz pontos turísticos clássicos, como a Times Square, a Broadway, a Estátua da Liberdade, Wall Street, o Harlem, o Empire State, o Metrô e o Grand Central Station.

O espetáculo conta com direção geral e dramaturgia de Billy Bond e Andrew Mettine, adaptação de Bond e Lilio Alonso, direção musical e arranjos de Bond e Villa, direção de cena de Marcio Yacoff, coreografia de Italo Rodrigues, cenário de Marcelo Larrea e figurinos de Paula Canterini e Feliciano San Roman. Além disso, em cena estão 32 pessoas, entre atores, cantores e bailarinos e técnicos. 

A história começa com a chegada de uma família de férias em Nova Iorque. Acompanhado pelos filhos, um casal viaja para Nova York a fim de comemorar o aniversário de casamento na cidade onde se conheceu e se apaixonou. Logo há um desencontro e as crianças se perdem dos pais no Metrô da Grand Central Station. A partir de então, na tentativa de reencontrá-los, os irmãos se aventuram por lugares onde acreditam que encontrarão o casal.  Sabem que os pais são fanáticos por teatro, portanto, na busca, visitam os teatros da Broadway e assistem trechos de musicais clássicos. 

Na plateia, o público acompanha a saga da família e se delicia com as cenas concebidas por Billy para reproduzir a atmosfera de dez dos mais famosos musicais de todos os tempos, em imagens, figurinos, cenários e músicas cantadas ao vivo. São eles: "Priscila" (ao som de "It’s Raining Men"), "Evita" ("Don’t Cry for me Argentina"), "Chicago" ("All That Jazz"), "Grease" ("Summer Night"), "Les Miserable" ("One Day More"), "Mary Poppins" ("Supercalifragilistic"), "A Bela e a Fera" ("Beauty and Beast") "O Fantasma da Ópera" ("The Phantom of the Ópera"), "Cats" ("Memories") e "Mamma Mia" ("Dancing Queen").

E, no decorrer dessa trama, um personagem entra em cena para ajudar a contar sua história. Trata-se do próprio George Michael Cohan, artista identificado como um dos primeiros a fazer espetáculos musicais nos Estados Unidos. Como não pode faltar nas montagens do diretor, a encenação conta com números aéreos, levitação e outros truques e efeitos especiais. Para dar a sensação de 3D, Billy explica, o espetáculo mescla dois cenários, um virtual (composto por imagens de NY em 4K) e outro físico. Outro destaque é o sistema de som Surround, que envolve toda a plateia. Além disso, para que tudo saia como o diretor concebeu, uma equipe de dez profissionais trabalha há meses na computação gráfica. “A reprodução dos espaços da cidade tem de ser fiel”, exige o diretor.


Serviço
Espetáculo "Um Dia na Broadway", de Billy Bond
Temporada: 16 de maio a 9 de junho
Às sextas-feiras, às 21h; aos sábados, às 17h e às 21h; e aos domingos, às 17h
Teatro Liberdade - Rua São Joaquim, 129, Bairro Liberdade
Ingressos: R$ 250,00 (Plateia Premium), R$ 230,00 (Plateia), R$ 180,00 (Balcão A), R$ 150,00 (Balcão A com vista parcial) e R$ 150,00 (Balcão B)
Vendas on-line em https://site.bileto.sympla.com.br/teatroliberdade/
Bilheteria: de terça-feira a sábado, das 13h às 19h, e aos domingos e feriados (apenas em dias de espetáculo), das 13h até o início da apresentação.
Indicação etária: livre.
Duração aproximada: 130 minutos.
Lotação: 900 lugares.
Acessibilidade: teatro acessível para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.

terça-feira, 30 de abril de 2024

.: "Irmã Selma", monólogo com Octávio Mendes, será apresentado em Santos


Após o sucesso de sua última passagem pela cidade de Santos, o ator Octávio Mendes retorna com o monólogo de personagens “Irmã Selma” nesta sexta-feira , dia 3 de maio, às 21h00, no Teatro Guarany, em Santos. Os ingressos estão à venda no site da Bilheteria Express, nos pontos de venda no Shopping Balneário e no CNA da Praia Grande.

"Irmã Selma" é um show de humor estrelado, escrito e dirigido por Octávio Mendes. Sucesso em São Paulo, ficou em cartaz no Teatro Gazeta por dois anos e está em turnê. O espetáculo reúne os inesquecíveis personagens criados pelo ator, como a Mônica Goldstein - uma apresentadora de um programa sensacionalista; o Ex-Gay - um cara que “mudou” de vez; a Maria Botânica - atriz e cantora; e a personagem que dá nome ao espetáculo, Irmã Selma - uma freira humorista.

Participou do espetáculo Terça Insana desde o início, onde permaneceu por quatro anos, e criou alguns dos personagens do show. A produção local e do ator e produtor cultural Luiz Fernando Almeida, da Cafofo Produções.


Sobre Octavio Mendes 
Ator, diretor e autor de vários espetáculos, Octávio Mendes é formado na Escola de Arte Dramática de São Paulo (EAD-ECA-USP). Participou do programa "A Praça é Nossa", com o personagem Seu Memê. Participou da temporada de "A Bela e a Fera", o musical da Broadway, que esteve em cartaz no Teatro Abril em São Paulo.

É um dos fundadores do espetáculo "Terça Insana", onde permaneceu por quatro anos, e, criou personagens como Irmã Selma, Maria Botânica, e Xanaína.  Largou o “Terça Insana” para trabalhar ao lado do comediante Sérgio Rabello, onde permaneceu por dois anos em cartaz com o espetáculo "Humor de Quinta".

No Teatro, estreou no espetáculo "Camila Backer, Lives in Concert", que lhe rendeu vários prêmios de Melhor Ator. Protagonizou ao lado de Ney Latorraca, o espetáculo "O Médico e o Monstro", com direção de Marco Nanini; esteve ao lado de Paulo Autran, em "Rei Lear", com direção de Ulysses Cruz.Fez o musical: "Ela é Bárbara", ao lado de Tônia Carrero e direção de Cecil Thiré. E voltando para a comédia musical, esteve em “Sonho de Uma Noite de Verão”, com direção de Cacá Rosset, no papel de Tisbe, entre outros.

Participou de várias novelas da Rede Globo, entre elas “Mulheres Apaixonadas” e “Da Cor do Pecado”. No SBT, fez a novela “O Direito de Nascer”, com direção de Roberto Talma; além da participação em vários programas de várias emissoras. Como autor e diretor, entre várias peças, destacam-se “Air Fly” e “Sacrilégio” por vários prêmios de Melhor Texto.


Serviço
Monólogo "Irmã Selma"
Sexta-feira, dia 3 de maio, às 21h00
Praça dos Andradas, 100  - Centro / Santos
Classificação: 14 anos
Duração 80 minutos

Ingressos à venda:
Bilheteria Express.com.br e nos pontos de vendas:
Shopping Balneário em Santos e CNA em Praia Grande.
Inteira R$ 80,00  e  meia entrada  R$ 40,00

Link Bilheteria Express
https://www.bilheteriaexpress.com.br/ingressos-para-irma-selma-teatro-guarany-comedia-35137019146952.html

sexta-feira, 5 de abril de 2024

.: Crítica: "Uma Família Feliz" faz roer as unhas e entrega desfecho chocante

Por: Mary Ellen Farias dos Santos

Em abril de 2024


Até que ponto todos os membros de uma família se conhecem, de fato? O suspense nacional "Uma Família Feliz", com o roteiro de Raphael Montes aliado a direção de José Eduardo Belmonte, tem como resultado nas telonas da Cineflix Cinemas, uma trama de fazer roer as unhas que garante, com maestria, um desfecho chocante e cena pós-créditos de fazer cair o queixo. O longa nacional que soma 1h50 faz suspense para questionar acontecimentos assombrosos ocorridos debaixo do teto em que vivem Vicente (Reynaldo Gianecchini), Eva (Grazi Massafera), Sara (Luiza Antunes), Angela (Juliana Bim) e o recém-nascido Lucas.

O filme com narrativa não-linear, apresenta uma família com qualidade de vida acima da média, casa grande, de dois andares, em um condomínio fechado e uma decoração impecável. Tudo parece perfeito aos olhos alheios, inclusive na comemoração dos 10 anos das gêmeas, Angela e Sara. Contudo, a mudança se faz quando Eva, que trabalha com bebê reborn, dá a luz ao pequeno Lucas. 

Certo dia, aparece uma marca de machucado na barriguinha do bebê e a câmera da babá eletrônica apresenta defeito. Para se resguardar, Vicente, empresário que tenta lidar, sem saber muito bem, com a chegada do filho, as gêmeas e os afazeres de Eva, instala câmeras pela casa. No entanto, novos hematomas causam um reboliço no condomínio, após Eva e Vicente levarem as imagens para a diretora da escola de Sara e Angela.


Em meio a desdobramentos que permitem entender a estrutura da família da história, julgamentos diversos apontam Eva como a causadora de tamanho mal, fazendo com que Vicente tome medidas drásticas -embora também entre na lista de suspeitos do público. Assim, "Uma Família Feliz" estampa tabus -sempre tão bem jogados para debaixo do tapete pela sociedade-, incluindo a reviravolta impressionante de Eva.

"Uma Família Feliz" é o tipo de produção cinematográfica que provoca o público do início ao fim. Mostra detalhes escondendo outros. O filme audacioso, impressiona, além de dar orgulho por ser um longa brasileiro tão bem defendido pela dupla, Grazi Massafera e Reynaldo Gianecchini. O filmaço vale a pena ser conferido nos cinemas. Chega a ser recomendável assistir até duas vezes. A primeira para se surpreender e outra para analisar a crueldade da história. "Uma Família Feliz" é, definitivamente, imperdível!


Em parceria com o Cineflix Cinemas, o Resenhando.com assiste aos filmes em Santos, no primeiro andar do Miramar Shopping. O Cineclube do Cineflix traz uma série de vantagens, entre elas ir ao cinema com acompanhante quantas vezes quiser - um sonho para qualquer cinéfilo. Além disso, o Cinema traz uma série de projetos, que você pode conferir neste link. Compre seus ingressos no Cineflix Cinemas Santos aqui: vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SAN

* Mary Ellen é editora do site cultural www.resenhando.com, jornalista, professora e roteirista, além de criadora do photonovelas.blogspot.com. Twitter:@maryellenfsm 

"Uma Família Feliz" ("nacional"). Ingressos on-line neste linkGênero: suspense, thriller, dramaClassificação: 16 anos. Duração: 1h50. Ano: 2023. Distribuidora: Pandora Filmes. Direção: José Eduardo Belmonte. Roteiro: Raphael Montes. Elenco: Grazi Massafera (Eva), Reynaldo Gianecchini  (Vicente), Juliana Bim, Luiza AntunesSinopse: Eva acabou de dar a luz ao seu terceiro filho e se depara com a angústia de uma depressão pós-parto em meio a uma supostamente perfeita. O ar tranquilo de sua família é invadido por acontecimentos estranhos quando suas filhas gêmeas aparecem machucadas. Eva é acusada pela comunidade.




Leia+

Próximas postagens → Página inicial
Tecnologia do Blogger.