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terça-feira, 11 de março de 2025

.: "O Figurante" com Mateus Solano é prorrogado no Teatro Renaissance

A peça retrata o cotidiano de um figurante no audiovisual, que passa a questionar sua própria existência e enfrentar um intenso embate consigo mesmo. A direção é de Miguel Thiré, que volta a colaborar com Mateus Solano após o sucesso de Selfie — espetáculo que lotou teatros de 2014 a 2018 — em uma parceria inédita na dramaturgia com Isabel Teixeira. Foto: Dalton Valerio


Devido ao sucesso de público, a temporada de "O Figurante" foi prorrogada até 29 de junho, no Teatro Renaissance, em São Paulo. As apresentações seguem às sextas-feiras, às 21h, aos sábados, às 19h, e aos domingos, às 17h.  

A comédia dramática traz o ator Mateus Solano em seu primeiro monólogo, no papel de um figurante que passa a questionar sua própria existência e seu lugar em um mundo que parece mantê-lo em segundo plano.   

Com direção de Miguel Thiré que contou com a colaboração na dramaturgia de Mateus Solano e Isabel Teixeira, a trama mergulha na rotina de Augusto, um figurante que luta para encontrar a si próprio em meio a uma rotina pobre de sentido, que o mantém num lugar muito aquém da sua potência como ser humano.    

"O Figurante" reflete sobre a dificuldade de se conectar com a própria essência e sobre os desafios de assumir o controle da própria narrativa. “Somos um animal que cria histórias para viver e um mundo para acreditar. Na ânsia em fazer parte desse mundo, acabamos por nos afastar de nós mesmos a ponto de não saber se somos protagonistas ou figurantes de nossa própria história”, reflete Mateus Solano.  

A dramaturgia foi construída a partir do método Escrita na Cena, desenvolvido por Isabel Teixeira, que estimulou o ator a explorar sua própria criatividade por meio de improvisos. As cenas criadas por Mateus foram gravadas, transcritas e reelaboradas por Isabel para compor o texto final, preservando a autenticidade das reflexões do personagem.  

“Atores e atrizes escrevem no ar da cena, onde vírgula é respiração e texto é palavra dita e depois encarnada no papel. Essa é a tinta de base usada para escrever ‘O Figurante’. Partimos de improvisos de Mateus Solano e posteriormente mergulhamos no árduo e delicioso trabalho de composição e estruturação dramatúrgica. ‘O Figurante’ coloca no centro o que normalmente é deixado de lado, ampliando o olhar para o que muitas vezes passa despercebido”, explica Isabel Teixeira.  

A peça dá continuidade à pesquisa de linguagem desenvolvida há anos por Miguel Thiré e Mateus Solano: uma encenação essencial, que se vale basicamente do corpo e da voz como balizas do jogo cênico. No palco nu, Mateus dá vida ao Figurante e demais personagens através do trabalho mímico.   

“Sempre acreditei em um teatro que debate direto com a sociedade, que toca o público. O que queremos dizer? Como vamos dizer? Neste quinto trabalho juntos, ao invés de dividirmos o palco, passo eu para esse lugar de ‘espectador profissional’ que é a direção. Acompanho o trabalho desse brilhante ator (Mateus Solano) que dá vida a um outro ator (o personagem) que, por sua vez, não consegue brilhar. “O Figurante busca colocar o foco onde normalmente não há. O trabalho é fazer este personagem quase desaparecer, estar fora de foco, ser parte do cenário”, explica Miguel Thiré, diretor.  

A montagem chegou em São Paulo em janeiro após uma temporada carioca  de muito sucesso entre os meses de julho a outubro, seguida de passagens por cidades de Minas Gerais, Porto Alegre, Brasília e Ribeirão Preto.   


Ficha Técnica:  

Dramaturgia: Isabel Teixeira, Mateus Solano e Miguel Thiré. Atuação: Mateus Solano. Direção: Miguel Thiré. Direção de Produção: Carlos Grun. Direção de Movimento: Toni Rodrigues Desenho de Luz: Daniela Sanches. Direção Musical e Trilha Original: João Thiré. Design Gráfico: Rita Ariani. Desenho de Som: João Thiré. Fotos: Guto Costa. Equipe de Produção: Flavia Espírito Santo, Glauce Guima, Kakau Berredo e Cleidinaldo Alves. Idealização e Realização: Mateus Solano, Miguel Thiré e Carlos Grun. Produção: Bem Legal Produções. Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli.  


Miguel Thiré – Diretor e Coautor  

Miguel Thiré, nascido em 1982 no Rio de Janeiro, é filho do ator Cecil Thiré e da atriz Tônia Carrero. Desde os 10 anos, iniciou sua formação no teatro n’O Tablado e, desde então, vem se destacando nas artes cênicas, com passagens por teatro, cinema e TV.  

No teatro, trabalhou em peças como Tango, Bolero e Chá-chá-chá e A Babá, ambas sob direção de Bibi Ferreira, e em Otelo, dirigida e estrelada por Diogo Vilela. Também atuou em Série 21, dirigida por Jefferson Miranda, e em Macbeth, sob a direção de Aderbal Freire-Filho. Outros trabalhos notáveis incluem Os Altruístas e O Homem Travesseiro, pelo qual ganhou o prêmio de melhor ator coadjuvante no FITA 2013.  

Na TV, esteve presente em novelas como Porto dos Milagres, Malhação, Em Família, Paixões Proibidas e Poder Paralelo, além da série Copa Hotel. Como diretor, sua carreira inclui peças como Doutor, minha filha não para de dançar ao lado de Mateus Solano, e a criação de Superiores, premiada no festival de Campos dos Goytacazes.  

Isabel Teixeira– Coautora  

Isabel Teixeira é diretora, dramaturga e atriz, formada pela EAD. Fundadora da Cia. Livre de Teatro, se destacou em peças como Toda Nudez Será Castigada e Um Bonde Chamado Desejo, sendo indicada ao prêmio Shell de melhor atriz em 2002. Em 2005, coordenou o projeto Arena Conta Arena 50 Anos, premiado com o Shell e o APCA.  

Ela também atuou em peças como Gaivota, Rainha[(S)] (prêmio Shell de melhor atriz em 2009), e O Livro de Itens do Paciente Estevão. Em 2013, dirigiu o monólogo Desarticulações, com Regina Braga, e o show Tudo Esclarecido, com Zélia Duncan.  

Como diretora, seus projetos incluem Puzzle (a, b, c e d), Fim de Jogo, com Renato Borghi, e Lovlovlov, peça com texto de Teixeira, Diego Marchioro e Fernando de Proença. Entre 2014 e 2020, fez turnê com a peça E Se Elas Fossem para Moscou?, que foi exibida em diversos países. Atualmente, em 2024, Teixeira dirige a Cia Munguzá no projeto Linhas e colabora na dramaturgia de O Figurante.  

Mateus Solano – Ator e Autor  

Mateus Solano é um dos mais premiados atores da televisão e teatro. Ele recebeu dois Troféus Imprensa, um Prêmio APCA e o Prêmio Bibi Ferreira. Formado em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, iniciou sua carreira no teatro com O Homem que Era Sábado, de Pedro Brício, em 2003.  

Solano se tornou um nome conhecido ao interpretar Ronaldo Bôscoli na minissérie Maysa - Quando Fala o Coração (2009). No mesmo ano, iniciou sua trajetória nas novelas com os gêmeos Jorge e Miguel em Viver a Vida. Outros destaques na TV incluem Morde & Assopra, Gabriela, Amor à Vida (onde interpretou o vilão Félix, marcando a história da teledramaturgia) e Elas Por Elas.  

Nos palcos, Mateus esteve em peças como Tudo é Permitido, O Perfeito Cozinheiro das Almas desse Mundo e 2 p/ Viagem (com Miguel Thiré), além de atuar em Hamlet e Selfie. No cinema, participou de Linha de Passe (2008), exibido em Cannes, e recebeu prêmios de Melhor Ator em festivais de cinema. Solano também estrelou filmes como Confia em Mim e Benzinho.   


Serviço:  

O Figurante  

Temporada prorrogada até 29 de junho.  

Sextas às 21h, sábados às 19h e domingos às 17h.  

Duração: 70 minutos.  

Ingressos: Disponíveis no site do Olha o Ingresso  

R$150,00 (inteira) R$75,00 (meia)  


Teatro Renaissance  

Alameda Santos 2233 - Jardim Paulista, Piso E1  

Bilheteria de sexta a domingo das 14h ao início do espetáculo  

Site: teatrorenaissance.com.br    

domingo, 2 de fevereiro de 2025

.: Cia. da Revista faz nova temporada de "Tatuagem", adaptação teatral para filme


Com direção de Kleber Montanheiro, espetáculo tem canções da banda As Baías na trilha sonora e transforma as instalações de todo o espaço do grupo. Foto: Rodrigo Chueri / divulgação 


A Cia. da Revista comemora 25 anos de trajetória com a estreia do musical "Tatuagem", uma adaptação dirigida por Kleber Montanheiro para o longa-metragem que rendeu o Kikito de melhor filme ao cineasta recifense Hilton Lacerda no Festival de Cinema de Gramado, em 2013. O espetáculo volta em cartaz onde estreou, no Espaço Cia da Revista, e fica em cartaz até dia 24 de fevereiro. O musical venceu o Prêmio APCA de melhor direção e teve seis indicações ao Prêmio Bibi Ferreira, ganhando os prêmios de ator coadjuvante e arranjo original. 

O elenco conta com a participação de André Torquato / John Seabra, Bia Rezi, Cleomácio Inácio / Pedro Arrais, Gustavo Rezende / Victor Barreto, Júlia Sanchez / Larissa Noel, Lua Negrão, Lucas Truta / João Victor Silva, Mateus Vicente, Natália Quadros, Roma Oliveira / Raphael Mota e Zé Gui Bueno. Já a direção musical e os arranjos são assinados por Marco França e a produção pela Movicena Produções.

A trama acompanha a trupe teatral recifense Chão de Estrelas, que é liderada pelo extravagante Clécio Wanderley. Em uma noite, em 1978, os artistas recebem a visita do jovem Fininha, que é cunhado de Paulete, a estrela do grupo. Encantado com aquele universo marginal, o militar logo é seduzido pelo charmoso líder da companhia.

Os dois iniciam um tórrido relacionamento, que vai colocar Fininha diante de um grande problema: como viver esse amor e continuar trabalhando no repressivo ambiente militar em plena ditadura?

Algo curioso é que o Chão de Estrelas é inspirado no Teatro Vivencial, uma trupe pernambucana que fez sua arte nos anos de 1970 e 1980 e ficou conhecida por sua militância poética e como ícone da contracultura. E, de acordo com o diretor Kleber Montanheiro, o próprio trabalho feito pela Cia. da Revista tem muitas semelhanças com o do grupo retratado pelo filme.

“Nós todos temos essa ideia de junção de linguagens. A música sempre está muito presente em nossos espetáculos e exploramos outras possibilidades, como a dança, o circo, o circo-teatro e a própria revista como um gênero. Isso tem muito a ver com o Chão de Estrelas. E é interessante porque esse grupo estava inserido em um contexto de luta pela liberdade e nós estamos lutando para continuar com nosso espaço aberto, que ficou muito tempo fechado durante a pandemia”, compara o encenador.

Para transpor toda essa atmosfera criada pelo Chão de Estrelas no filme, a Cia. da Revista modificou até a estrutura de seu espaço. A plateia, por exemplo,  é acomodada em cadeiras e mesas de dois lugares e até o hall de entrada e a fachada do espaço foram repensados para lembrar a sede do grupo fictício. "Tatuagem" é o segundo espetáculo da trilogia de peças “Conexão São Paulo-Pernambuco”, que teve início em 2021, com a estreia de Nossos Ossos, a partir do romance do escritor Marcelino Freire. 


Trilha sonora d’As Baías
Kleber Montanheiro conta que a ideia de montar a adaptação surgiu nesse período de isolamento, em um momento que ele estava revisitando obras que marcaram sua vida. “Acho que a música acabou sendo o ponto de partida. Eu estava assistindo ao filme e notei que as canções d’As Baías se encaixavam perfeitamente em várias cenas. Tenho amizade com a banda, principalmente com a Assucena, pois dirigi o show da turnê “Mulher”, do primeiro disco delas. E parecia que as músicas tinham sido feitas para o filme”, comenta.

Embora a adaptação seja muito fiel aos diálogos do longa, a trilha sonora passou a incorporar as 23 canções de Raquel Virgínia, Rafael Acerbi e Assucena - que ainda compôs mais uma música inédita, “Tatuagem”, como tema do espetáculo.

“Existem várias camadas da música dentro da peça. Como as canções das Baías não contam uma história com começo, meio e fim, mas falam sobre um tempo, muitas vezes, a música tem uma função narrativa. Às vezes, funciona como um pensamento de uma personagem, comenta uma ação anterior e até anuncia algo que está por vir”, acrescenta o diretor.


Sinopse de "Tatuagem"
Recife, 1978. A trupe teatral Chão de Estrelas é liderada pelo extravagante Clécio Wanderley e tem Paulete como a principal estrela do grupo. Numa noite de show, eles recebem a visita do cunhado de Paulete, o jovem Fininha, que é militar. Encantado com o universo criado pela companhia, ele logo é seduzido por Clécio. Os dois iniciam um tórrido relacionamento, que coloca Fininha frente a um grande problema: lidar com a repressão existente no meio militar em plena ditadura. Um espetáculo sobre o amor e a liberdade em tempos de opressão.


Atividades extras na Cia da Revista
“Entre Drag Queens e Vedetes: as Atualidades do Teatro de Revista no Brasil”, com Rita Von Hunty, 06/fev (quinta), às 19h00.

“Encontro da Música com o Teatro”, com Assucena e Marco França -  12/fev (quarta), às 19h.

Oficina sobre dramaturgias musicais nos anos 1960 e 1970, com João Victor Silva, de 19 a 21 de fevereiro, das 19h às 21h. 

Oficina de voz, com Natalia Quadros, em 10, 12, 14 e 15 de março, das 14h às 17h. Duração total de 12 horas.


Ficha técnica
Espetáculo "Tatuagem"
Do filme de Hilton Lacerda
Adaptação, direção, cenários e figurinos: Kleber Montanheiro
Direção musical e arranjos: Marco França
Músicas: As Baías - Raquel Virgínia, Rafael Acerbi e Assucena
Música composta - Tatuagem: Assucena
Iluminação: Gabriele Souza
Visagismo: Louise Heléne
Preparação Côco de Roda: Val Ribeiro
Assistente de direção: João Victor Silva
Co-figurinista e direção de ateliê: Marcos Valadão
Costureira: Nonata Diniz
Aderecistas: Gustavo Zanela e Rebeca Oliveira
Cenotecnia: Evas Carretero
Pintura de telões: Victor Grizzo
Elenco: André Torquato/John Seabra, Bia Rezi, Cleomácio Inácio/Pedro Arrais, Gustavo Rezende/Victor Barreto, Júlia Sanchez/Larissa Noel, Lua Negrão, Lucas Truta/João Victor Silva, Mateus Vicente, Natália Quadros, Roma Oliveira/Raphael Mota e Zé Gui Bueno
Músico ensaiador: Gabriel Hernandes
Guitarra: Canhestro
Bateria: Caro Pisco
Teclado: Wagner Passos
Baixo / Violão: Gabriel Hernandes
Projeto Feito Tatuagem: Louise Heléne e Sérgio Santoian
Fotos Feito Tatuagem: Sérgio Santoian
Fotos do elenco: Rodrigo Chueri
Microfonista: Brenda Umbelino
Desenho de som: LABSOM - Kleber Marques
Direção de produção: Jota Rafaelli
Produção: Movicena Produções
Realização: Cia. da Revista
"Tatuagem" estreou no dia 14 de abril de 2022 no Espaço Cia. da Revista na Al. Nothmann, Santa Cecília - São Paulo.

Serviço
Espetáculo "Tatuagem"
Até dia 24 de fevereiro na Cia da Revista (Alameda Nothmann, 1135 - Campos Elíseos, São Paulo)
Sábados, domingos e segundas às 20h
Plateia: R$ 40,00 (Inteira) /  R$ 20,00 (Meia Entrada)*
Mesa (Ingresso Individual): R$ 40,00 (Inteira) /  R$ 20,00 (Meia Entrada)
A mesa tem capacidade para 3 pessoas. Cada ingresso garante apenas 1 lugar na mesa
*(estudantes, idosos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência)
Vendas: Sympla
Classificação: 16 anos
Duração: 135 minutos, com 15 minutos de intervalo

quarta-feira, 15 de janeiro de 2025

.: Teatro musical: "Rocky" estreia em curta temporada no 033 Rooftop


A partir de 14 de março de 2025, o 033 Rooftop, localizado no Complexo JK Iguatemi, vai se tornar um centro de treinamento de boxe, palco das competições de um dos lutadores mais conhecidos e referenciados da cultura pop no mundo: Rocky Balboa. A história de superação de "Rocky" está marcada no cinema, em uma produção de 1976, encabeçada por Sylvester Stallone, que escreveu e protagonizou o longa, ganhador de três Oscars nas categorias Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Edição, além de ter concorrido em outras sete, incluindo Melhor Ator e Melhor Roteiro Original - ambos para Stallone. A realização é da Del Claro Produções, que faz parte do Grupo Live. Os ingressos já estão disponíveis pelo link e na bilheteria do Teatro Santander.

O espetáculo musical "Rocky" é inspirado no sucesso de 2012 da Broadway, cuja adaptação é assinada por Thomas Meehan e Sylvester Stallone, com música de Stephen Flaherty e letras de Lynn Ahrens. Na peça, o público poderá acompanhar momentos icônicos e nostálgicos, com destaque para a luta de Rocky Balboa contra Apollo Creed, além de cenas com músicas marcantes, como “Gonna Fly Now”, faixa-tema do filme, e “Eye of the Tiger”, que se tornou um hino de superação que atravessa gerações.

A montagem brasileira tem direção musical de Fernanda Maia, direção geral de Zé Henrique de Paula e produção geral de Adriana Del Claro. O trio retoma a parceria, que já é conhecida na história do teatro musical brasileiro por outros sucessos como "Chaves - Um Tributo Musical", "Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812" e "Sweeney Todd - O Cruel Barbeiro da Rua Fleet." A versão brasileira é assinada por Rafael Oliveira e a direção de movimento é de Gabriel Malo. O espetáculo é apresentado pelo Ministério da Cultura e Zurich Santander, tem patrocínio de Esfera, Venum e Philco, e apoio de Return, Clínica Muzy e Santander Brasil. A realização é da Del Claro Produções. 

O médico e influenciador digital Paulo Muzy vai oferecer assessoria esportiva para os protagonistas-lutadores. Já Filipe Gomes, treinador credenciado nacional pela Federação de Boxe do Estado de São Paulo (FEBESP), vai auxiliar o elenco com os movimentos de boxe para as cenas do espetáculo. "Rocky" dá vida à inspiradora história do boxeador Rocky Balboa, que recebe uma chance única na vida: ganhar a luta contra o campeão dos pesos-pesados, Apollo Creed. Na adaptação brasileira, há mudanças validadas pela produção original, como a reprodução de um ringue no centro da plateia, que vai acompanhar os treinos e as principais lutas de Rocky ao vivo.

O musical, repleto de adrenalina e que também acompanha uma história surpreendente de romance entre dois forasteiros solitários, inspira o público a seguir seus sonhos. A determinação de Rocky Balboa, aliada aos demais atributos que fazem dele um personagem carismático, garantiram-lhe lugar cativo no imaginário cinéfilo. Sempre que Balboa sobe no ringue, a plateia o acompanha, sente junto os duros golpes sofridos, vibra a cada jab, gancho ou direto de direita desferido com sucesso no oponente.


Sinopse de "Rocky"
Apaixonado pela funcionária de um pet shop, Rocky Balboa é um boxeador talentoso, mas com resultados irregulares, que ganha a vida cobrando dívidas para um agiota. Por conta de um golpe de sorte (e marketing), ele é desafiado pelo campeão dos pesos-pesados. O azarão treina, corre pelas ruas da Filadélfia e vira popstar da noite para o dia. 


Elenco confirmado
 
Rocky - Daniel Haidar
Adrian - Lola Fanucchi
Apollo - Hector Marks
Gloria - Aline Cunha
Paulie - Cleomácio Inácio
Mickey - Eduardo Silva
Joanne (Cover Glória) - Larissa Carneiro
Angie (Cover Adrian) - Vanessa Espósito
Linda (Cover Angie/Joanne) - Mari Rosinski
Gazzo (Cover de Mickey) - Eduardo Leão
Jergens (Cover Paulie) - Bruno Sigrist
Empresário e alternante de Apollo - Renato Caetano
Ensemble (Cover Jergens) - Davi Novaes
Ensemble (Cover de Apollo) - Tiago Dias
Ensemble (Cover Rocky) - Bruno Ospedal


Serviço
"Rocky"
Teatro Santander
Endereço: Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041 - Itaim Bibi / São Paulo
Apresentado por Ministério da Cultura e Zurich Santander
Patrocínio de Esfera, Venum e Philco
Apoio de Return, Clínica Muzy e Santander Brasil
Realização de Del Claro Produções
Data: a partir de 14/03/2025
Duração: 120 minutos
Classificação: 12 anos
Bilheteria online (com taxa de conveniência):
https://bileto.sympla.com.br/event/101238/d/291641
Bilheteria física (sem taxa de conveniência): Teatro Santander. Horário de funcionamento: Todos os dias das 12h00 às 18h00. Em dias de espetáculos, a bilheteria permanece aberta até o início da apresentação. A bilheteria do Teatro Santander possui um totem de autoatendimento para compras de ingressos sem taxa de conveniência 24h por dia. Endereço: Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041.

terça-feira, 14 de janeiro de 2025

.: Teatro: "Meninas Malvadas - O Musical" anuncia Danielle Winits no elenco


Um dos espetáculos mais esperados pelo público, "Meninas Malvadas – O Musical", anuncia Danielle Winits no elenco principal. A renomada atriz interpretará a Sra. Heron (mãe de Cady Heron), a Sra. George (mãe de Regina George) e a Sra. Norbury (professora do colégio). Além de Danielle, a atriz, cantora e dubladora Laura Castro também integrará o elenco, vivendo o papel de Cady Heron.

Danielle Winits iniciou sua carreira de sucesso em 1993, com projetos na TV, teatro e cinema. Na Rede Globo, se destacou em diversas produções, como a personagem Alicinha na novela “Corpo Dourado”, em 2000, como Tati em “Uga Uga”, sendo coprotagonista, e em 2003, interpretando a protagonista Marisol, em “Kubanacan”. Teve grande destaque também ao interpretar a vilã Sandra, em “Páginas da Vida” em 2006, e em 2013 como Amarilys, em “Amor à Vida”, voltando a interpretar uma vilã.

A artista Laura Castro, por sua vez, foi uma das participantes do "The Voice Kids 2", competindo no time da cantora Ivete Sangalo. Anos depois, em 2019, ganhou notoriedade ao ser uma das integrantes da girl band "BFF Girls". Em  2023, deu voz à princesa Ariel (Halle Bailey) na versão live-action da Walt Disney Pictures, “A Pequena Sereia” (2023).

Com patrocínio master da Lorenzetti, o espetáculo é uma adaptação brasileira do sucesso da Broadway inspirado no icônico filme de 2004, que comercialmente arrecadou 129 milhões de dólares nas bilheterias em âmbito global. Na esteira do sucesso, ganhou uma sequência e a adaptação para os palcos da Broadway. No Brasil, o espetáculo tem direção de Mariano Detry, responsável pelo megassucesso "Priscilla, a Rainha do Deserto - o Musical", numa realização da IMM e EGG Entretenimento, da empresária Stephanie Mayorkis.

“Ao nos tornarmos patrocinadores master de 'Meninas Malvadas – O Musical', reafirmamos nosso compromisso com a criatividade e o talento brasileiro, contribuindo para que mais pessoas tenham acesso à cultura e ao entretenimento de qualidade”, ressalta Paulo Galina, gerente de marketing da Lorenzetti.


Sinopse de "Meninas Malvadas - O Musical"
A história de Cady Heron, uma adolescente que se muda para os Estados Unidos após viver na África com seus pais. Ela entra em uma nova escola e é acolhida por Janis e Damian, que a apresentam a uma nova estrutura social (high school). Por sugestão de Janis, Cady se envolve com o grupo popular de Karen, Gretchen e liderado por Regina George, mas logo percebe que elas são cruéis e manipuladoras. Cady então resolve fazer elas provarem do próprio veneno. O musical aborda temas como amizade, sororidade, aceitação e as pressões sociais enfrentadas pelos adolescentes de forma realista e muito engraçada. O musical tem temporada confirmada de 13 de março a 29 de junho de 2025, no Teatro Santander.


Ingressos de "Meninas Malvadas - O Musical"
Os ingressos estão à venda pelo site www.sympla.com.br e na bilheteria oficial do Teatro Santander. Os que optarem por comprar os ingressos para a temporada presencialmente na bilheteria receberão um álbum de figurinhas exclusivo do musical que poderá ser usado ao longo de toda a temporada do espetáculo


Serviço
"
Meninas Malvadas - O Musical"
Dia: A partir de 13 de março até 29 de junho (conferir no site todas as datas disponíveis)
Horários: quintas-feiras, às 20h00; Sextas-feiras, às 20h00; Sábados, às 16h00 e 20h00; Domingos, às 15h00 e 19h00. Duração: 160 min, com intervalo de 15 minutos. Local: Teatro Santander. Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041, Itaim Bibi, São Paulo - Complexo JK Iguatemi. Classificação etária: livre, menores de 12 anos acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

Ingressos
Internet (com taxa de conveniência): https://www.sympla.com.br/

Bilheteria física (sem taxa de conveniência):
Teatro Santander. Horário de funcionamento: Todos os dias das 12h00 às 18h00. Em dias de espetáculos, a bilheteria permanece aberta até o início da apresentação. A bilheteria do Teatro Santander possui um totem de autoatendimento para compras de ingressos sem taxa de conveniência 24h por dia. Endereço: Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041.

domingo, 5 de janeiro de 2025

.: Com direção de Gustavo Barchilon, musical "Rio Uphill" estreia em São Paulo


Dirigido por Gustavo Barchilon, primeiro musical brasileiro totalmente original criado em Nova York chega em São Paulo a partir de 18 de janeiro, no Teatro VillaLobos,
depois de temporada de sucesso no Rio de Janeiro. Foto: divulgação


Primeiro musical totalmente original com temática e criação brasileiras desenvolvido em Nova York, "Rio UpHill - O Musical" chega no início de 2025 a São Paulo para curta temporada, de 18 de janeiro a 16 de fevereiro, no Teatro VillaLobos, depois da bem-sucedida estreia no Rio de Janeiro. Com direção de Gustavo Barchilon, o musical é apresentado pelo Ministério da Cultura e Petrobras, tem coprodução da Barho Produções e JMP Produções Artísticas.

Radicada há dez anos nos Estados Unidos, para onde foi estudar teatro musical, a autora Juliana Pedroso alimentava a ideia de fazer uma obra original que levasse a cultura brasileira ao público da Broadway. Em parceria com o escritor e compositor premiado Matthew Gurren e do músico brasileiro de carreira internacional Nanny Assis, Juliana criou "Rio Uphill - O Musical", para contar a história do encontro de dois jovens cariocas de realidades bem distintas e seus desafios. 

O espetáculo estava pronto para iniciar carreira quando veio a pandemia. Sem poder ganhar os palcos, foi registrado como filme independente, o que lhe rendeu 22 indicações e 15 prêmios internacionais, em especial por sua música, composta por Matthew Gurren e Nanny Assis. Antes disso, o musical já havia sido indicado ao prestigioso Richard Rogers Awards (2020), destinado a musicais em desenvolvimento em Nova York.

“’É uma temática nunca vista em musicais desse porte e um certo atrevimento nosso contar uma história original, com elenco predominantemente desconhecido e músicas originais”, destaca Juliana Pedroso. “O espetáculo retrata de perto a vida nas comunidades e procuramos uma visão autêntica, divertida e sensível das histórias que nascem ali, com as complexidades e a riqueza da cultura local, com cenários vibrantes e músicas poderosas, que contagiaram a plateia no Rio. O romance entre o jovem de classe média alta Daniel, e Julia, cria do Morro do Sol, tem conectado o público em uma experiência poderosa e emocionante para todos. Tivemos uma resposta muito forte do público carioca, que veio de diferentes partes da cidade, inclusive gente que nunca tinha ido ao teatro, e deixaram depoimentos emocionados porque pela primeira vez se sentiram representados em um espetáculo musical desse porte”, vibra.

Gustavo Barchilon, que esteve à frente de sucessos como "Alguma Coisa Podre", "Barnum - O Rei do Show", "Bob Esponja" e "Funny Girl", celebra o fato de ter a chance de fazer seu primeiro musical original brasileiro: “Meu objetivo foi criar um espetáculo que representasse a favela de formas inovadoras, com a intenção de popularizar essas visões  e ideais pelo mundo. Quero transmitir mensagens reais, desconstruindo a visão estereotipada de homens negros periféricos como perigosos e mulheres como objetos sexuais. Rompendo com narrativas já conhecidas e óbvias, pretendo sempre avançar com nossa arte e mudar a forma como o Brasil e os brasileiros são vistos pelo mundo”, explica o diretor. O musical tem também uma parceria com a Spectaculu Escola de Arte e Tecnologia, para que parte da equipe técnica contratada sejam em sua maioria jovens periféricos ex-alunos do projeto.

A psicóloga Deborah Medeiros fez a consultoria de representações raciais e de gênero, além da análise crítica de narrativa e letramento racial, atuando em todas as áreas do musical: “Não existem decisões que sejam apolíticas e elas sempre vão reforçar o que está estabelecido ou vão avançar para uma mudança. Por isso foi importante trabalhar com os autores, a direção, o elenco, cenografia, figurino, coreografia, iluminação, até sobre a peça gráfica de divulgação, enfim todas as instâncias, para identificar se o discurso estava coerente com as questões que eles queriam tratar no musical”, explica Deborah.


Sinopse de "Rio Uphill"
Uma reviravolta inesperada na véspera do Ano Novo reúne Miguel, cria do Morro do Sol, e Daniel, um jovem de classe media alta do Rio de Janeiro. Daniel se encanta por Júlia, irmã de Miguel, e eles mergulham em um romance cheio de paixão, quando todos se veem envolvidos em uma situação surpreendente. Juntos eles terão que enfrentar os obstáculos e desafios de uma sociedade parcial.


Sobre o diretor
Gustavo Barchilon iniciou a carreira artística como ator e produtor e, a partir de 2009, na direção, primeiro com um espetáculo de Domingos de Oliveira e depois com a dupla Charles Möeller e Claudio Botelho, sendo assistente em diversos musicais. Na sequência, esteve na equipe de espetáculos do Cirque du Soleil e, dois anos depois, foi convidado pela australiana Loretta Gasparini para ser diretor de cena do espetáculo "Magic Mike", no disputado West End londrino.

Em 2021, Gustavo assumiu a direção da versão brasileira de "Barnum" e, em seguida, da aclamada peça "4000 Miles". Seu trabalho o levou a ser um dos diretores mais indicados nas principais premiações de teatro em 2022, além de conquistar o prêmio de Melhor Diretor no Did Awards por sua direção em "Barnum". Em 2023, Gustavo dirigiu Funny Girl, Something Rotten e SpongeBob, recebendo indicações de Melhor Diretor no Prêmio Bibi Ferreira e ganhou outra vez o prêmio de Melhor Diretor no Did Awards. Também foi premiado com o Prêmio Arcanjo como Melhor Diretor de Teatro de 2023. Seu trabalho foi reconhecido pelo jornal Folha de S. Paulo como um dos diretores mais importantes da cena teatral moderna do Brasil, e ele foi nomeado Príncipe dos Musicais pela Broadway World.

Sobre a idealizadora e autora
Juliana Pedroso é uma produtora teatral, designer e escritora brasileira. Criadora e autora de "Rio Uphill - O Musical". Seus créditos como produtora incluem a nova comédia musical off Broadway, "What Do Critics Know?" (The Signature Theater), "Bananawood" (NY Theater Festival), "Sleep No More" (NYC, Drama Desk Award, Obie Award), "Prototype Festival" (NYC).


Sobre o autor de música e letras
Matt Gurren é escritor e cineasta americano, fundador da MWG Productions LLC. Dentre seus trabalhos, "Rio Uphill" (2021 Richard Rodgers Award Finalist, 2019 ASCAP Workshop), que foi adaptado para um filme que recebeu mais de 22 prêmios e seleções nos Festivais Internacionais de Cinema. Seu premiado musical "What Do Critics Know?" estreou off-Broadway no Alice Griffin Theatre at Signature e teve apresentações e concertos em todo os EUA. Outras peças incluem "The Suffragette" (Balch Arena Theatre) e "The Appraiser's Desk" (Center Stage). Suas obras e canções já tocaram no The York Theatre Company, Feinstein's/54Below, New World Stages, Theater Row, Blue Note, West Side Theater e Brookfield Theater. Ele é o coautor do livro de ficção científica "Children of Astra".

Música
Nanny Assis, é um cantor, percussionista e compositor brasileiro. Integrou a Orquestra de Gafieira especializada em ritmo folclórico brasileiro. Desde 1986, Nanny tocou com Vinícius Cantuária, Kenny Baron e Janis Siegel. Em 1999, mudou-se para Nova York, onde é hoje amplamente conhecido pelas suas atuações semanais em alguns dos locais mais ilustres da cidade. Fez apresentações por toda a Europa, incluindo Itália, França, Suíça e Inglaterra. Nanny se apresentou no Barbican Centre e no Queen Elizabeth’s Hall, em Londres. Em 2011 e 2019 recebeu o prestigioso Prêmio da Imprensa Internacional Brasileira como “Melhor Cantor do Ano”. Nanny gravou três álbuns: Brazilian Vibes, com Arthur Lipner, Double Rainbow e Honey & Air com Janis Siegel.


Ficha técnica
"Rio Uphill - O Musical"
Diretor artístico: Gustavo Barchilon
Concepção: Juliana Pedroso
Diretor de produção: Thiago Hofman
Autores: Juliana Pedroso e Matthew Gurren
Compositores: Nanny Assis e Matthew Gurren
Arranjos: Nanny Assis, Matt Gurren e Carlos Bauzys
Letras: Matthew Gurren
Diretor musical e orquestrador: Carlos Bauzys
Assistente de direção musical: Marcelo Farias
Cenógrafa: Natália Lana
Cenógrafo assistente: Victor Aragão
Versionista: Talita Real
Coreógrafos: Gabriel Malo e Nyandra Fernandes
Assistente de coreografia: Paty Athayde
Figurinista: Ana Elisa Schumacher
Designer de som: Paulo Altafim
Desenho de luz: Maneco Quinderé
Visagista: Feliciano San Roman
Produtora de elenco: Giselle Lima
Consultora de representações raciais e de gênero: Deborah Medeiros
Assistente de direção: Isabel Castello Branco
Elenco: Cadu Libonati (Daniel), Carol Botelho (Julia), Bhener (Miguel), Andrea Marquee (Dona Lúcia), Priscila Araújo (Bonita), Osmar Silveira (Bruno / Cover Daniel), Ana Elisa Schumacher (Larissa), Kaue Penna (Carlito / Cover Miguel), VN Rodrigues (Bolade), Bruno Sankofá (Álvaro), Rafael de Castro (Hugo e Sérgio), Julia Perré (Gabi / cover Julia), Carol Donato (Mari e Ensemble / cover Larissa), Jessica Santos (ensemble / cver Dona Lucia e Bonita), Vicenthe Oliveira (ensemble / Cover Bruno e Bolade), Peter (ensemble / cover Carlito),  Léo Aruom (bailarino) e Lucas Alfred (bailarino).


Serviço
"Rio Uphill - O Musical"
Teatro Villa-Lobos - Shopping Villa-Lobos
Av. Drª Ruth Cardoso, 4777 - Jardim Universidade Pinheiros / São Paulo
Temporada: de 18 de janeiro a 16 de fevereiro de 2025
Dias: Sextas às 20h / Sábados às 17h e 20h / Domingos às 15h e 18h
Duração: 100 minutos
Capacidade: 720 pessoas


Ingressos
Plateia Premium: Meia Entrada R$80,00 / Inteira R$160,00
Plateia Gold: Meia Entrada R$65,00 / Inteira R$130,00
Plateia Silver: Meia Entrada R$50,00 / Inteira R$100,00
Plateia Popular: Ingresso Popular Meia R$20,00 / Ingresso Popular Inteira R$40,00
Balcão:  Ingresso Popular Meia R$20,00 / Ingresso Popular Inteira R$40,00

Vendas pela internet (http://www.sympla.com.br) ou presencialmente, nos pontos de venda por meio dos totens no Shopping, localizado no 4º andar - ao lado da bilheteria, ou ainda na bilheteria do Teatro Villa Lobos (nos dias do espetáculo, 3h antes do horário do espetáculo até o início da apresentação).

domingo, 29 de dezembro de 2024

.: "Brilho Eterno": Reynaldo Gianecchini e Tainá Müller reestreiam dia 10 em SP


Dirigida e idealizada por Jorge Farjalla, a peça teve temporadas esgotadas em 2022 e venceu quatro prêmios, incluindo o Bibi Ferreira de melhor espetáculo. Ingressos já estão à venda no sympla.com.br e na bilheteria. Foto: Priscila Prade
 

O papel cada vez mais essencial das relações humanas, sobretudo no mundo pós-pandemia, reflete-se em Brilho Eterno, espetáculo com idealização, direção e encenação de Jorge Farjalla e os atores Reynaldo Gianecchini, Tainá Müller, Wilson de Santos, Renata Brás, Fábio Ventura e Tom Karabachian no elenco. A montagem, que estreou em 2022 com grande sucesso de público e crítica, volta em cartaz de 10 de janeiro a 23 de fevereiro de 2025, no Teatro Bravos, com apresentações às sextas, às 21h00, aos sábados, às 17h00 e às 21h00, e aos domingos, às 18h00. Os ingressos já estão disponíveis em www.sympla.com.br e na bilheteria do Teatro.

O trabalho é livremente inspirado no filme “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças” (2004), escrito por Charlie Kaufman, dirigido por Michel Gondry e estrelado por Jim Carrey e Kate Winslet. A nova temporada do espetáculo celebra os 21 anos desse longa-metragem vencedor do Oscar de melhores roteiro original e atriz. Recentemente, a obra ganhou uma outra homenagem da cantora estadunidense Ariana Grande, que lançou o videoclipe para a canção ”We Can’t Be Friends (Wait For Your Love)” inspirado no drama.

"Brilho Eterno" também festeja a parceria entre Reynaldo Gianecchini e Tainá Müller, iniciada com a série “Bom Dia Verônica”, que é sucesso na Netflix. A encenação ainda consolida o encontro artístico entre Farjalla e Gianecchini, que também co-produz a montagem, ao lado de Marco Griesi (Palco 7 Produções) e Daniella Griesi (Solo Entretenimento) como produtores associados. A parceria havia sido idealizada há mais de quatro anos, imediatamente após o diretor revelar ao ator seus planos para o texto. Contudo, compromissos profissionais de ambos e, posteriormente, a pandemia da Covid-19, adiaram temporariamente o projeto.


Uma nova história
Com dramaturgia de André Magalhães e do próprio Farjalla, "Brilho Eterno" não conta no palco a história já vista nas telas. A peça questiona, de maneira lúdica e por muitas vezes cômica, o quanto as pessoas se mostram dispostas a viver situações de sofrimento por amor durante a vida. 

Na trama, Jesse e Celine sentem a necessidade um do outro, de maneiras e intensidades diferentes. Com a detecção de uma incompatibilidade, a necessidade continua sendo o mote da relação do casal, mas não a do amor dependente, cinematográfico e de últimos capítulos. Que o amor gera sofrimento todos sabemos, ao menos aqueles que já amaram, de fato. O quanto as pessoas estão disponíveis a assumir esses momentos de sofrimento durante a vida? 

Para Reynaldo Gianecchini, o espetáculo presta uma homenagem ao filme e a seus fãs, mas, ao propor uma nova trama atualizada e contada de maneira leve de forma não linear - variando entre presente, passado e alucinação -, permite que cada espectador “monte seu quebra-cabeças”, encontrando outros significados a partir das próprias experiências. 

“Você pode até apagar um amor da mente, mas não pode apagar do coração. O brilho eterno é esse, o que não se apaga. Acredito que esta essência é a maior conexão entre a peça, o filme e o público que irá nos assistir”, resume.

A convicção de que os afetos e os valores passaram por grandes transformações desde o lançamento do filme (2004) também foi um elemento preponderante no processo de criação da peça. Mais à frente, foi preciso levar em consideração ainda o impacto da crise global de saúde global no cotidiano. 

Tainá Müller ressalta que, por tudo isso, alguns temas da obra original, ainda que tenham marcado o imaginário de uma geração, hoje podem ser discutidos de outra forma, especialmente a representatividade feminina. Para tanto, a peça investe em uma abordagem mais contemporânea e equilibrada entre os protagonistas. “Era preciso compreender quem são, hoje em dia, esse homem e essa mulher. Além disso, em nossos diálogos, concordamos que a personagem feminina deveria estar em cena mais como ‘sujeito’ e menos como ‘objeto transformador’ do personagem masculino”, relata a atriz.

Jorge Farjalla acrescenta: “Joel e Clementine, personagens originais, servem como referência e espelho para Jesse (Reynaldo Gianecchini) e Celine (Tainá Müller), porque ambos são fascinados pelo filme. Mas a partir daí criamos um novo texto que obviamente traz elementos e o fio condutor do original, mas com outros personagens e situações em torno dos protagonistas”

O espetáculo, por sinal, sugere uma ruptura do diretor e encenador com o estilo barroco - consagrado em trabalhos recentes como "Dorotéia" (2017), "Senhora dos Afogados" (2018) e "O Mistério de Irma Vap" (2019). Desta vez, ele aprofunda seu olhar sobre o fazer teatral e a teatralidade da cena, colocando-os em primeiro plano.

Esta intenção se manifesta ora com elementos mais realistas - desde a concepção dos figurinos casuais, também assinados pelo diretor, até o jogo proposto entre atores, objetos e adereços -, ora envolto em um universo mítico - como a referência à Caixa de Pandora, base da cenografia de Rogério Falcão, que dialoga com o intenso design de luz de César Pivetti e a precisa música original de Dan Maia. Na visão do diretor, essa tríade no jogo cênico ganha status de personagem durante a montagem. “Tenho refletido ultimamente sobre o quanto será importante fazer teatro desta forma, falando sobre amores e dores, com leveza e humor em certos momentos. A pandemia tem nos mostrado diariamente a importância dessas relações para o todo”, conclui o diretor. 


Ficha técnica
Espetáculo "Brilho Eterno"
Livremente inspirado a partir do filme "Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças"
Dramaturgia: André Magalhães e Jorge Farjalla
Colaboração: Victor Bigelli e Tainá Müller
Idealização e direção: Jorge Farjalla
Elenco: Tainá Müller, Reynaldo Gianecchini, Wilson de Santos, Renata Brás, Fábio Ventura e Tom Karabachian

Equipe cCriativa
Cenografia: Rogério Falcão
Design de luz: Cesar Pivetti
Direção musical, design de som e trilha sonora: Dan Maia
Figurino: Jorge Farjalla
Visagismo: Eliseu Cabral

Produtores associados
Marco Griesi – Palco 7 Produções
Daniella Griesi – Solo Entretenimento
Reynaldo Gianecchini – Erregedois Produções Artísticas e Culturais


Serviço
Espetáculo "Brilho Eterno"
Temporada: 10 de janeiro a 23 de fevereiro de 2025
Às sextas, às 21h; aos sábados, às 17h e às 21h; e aos domingos, às 18h
Teatro Bravos -  Rua Coropé, 88 – Pinheiros

Ingressos
Plateia Premium -  R$ 180,00 (inteira) e R$ 90,00 (meia-entrada)
Plateia Inferior -  R$ 120,00 (inteira) e R$ 60,00 (meia-entrada)
Mezanino - R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia-entrada)
Vendas on-line em www.sympla.com.br e na bilheteria do teatro (que funciona de terça a domingo, das 13h às 19h ou até o início do último espetáculo)
Capacidade: 636 lugares, incluindo 7 poltronas adaptadas para obesos e 12 lugares reservados para cadeirantes. www.teatrobravos.com.br
Acessibilidade: teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida
Gênero: Comédia Romântica
Duração: 70 minutos
Classificação etária: 12 anos
Instagram @brilhoeternonoteatro
Formas de pagamentos aceitas na bilheteria: Aceitamos todos os cartões de crédito, débito e dinheiro. Não aceitamos cheques.
Desconto de 40% para clientes do cartão de crédito Gol Smiles
Válido para a compra de 2 ingressos por CPF. Ao utilizar o cartão Gol Smiles como forma de pagamento, o desconto de 40% será aplicado automaticamente.


Informações importantes
Não é permitida a entrada no teatro após o início do espetáculo. Em caso de atraso, não haverá devolução do valor dos ingressos, nem a troca para outro dia ou sessão. Caso haja liberação no teatro o assento automaticamente se tornará livre.

Respeitando a acessibilidade, o Teatro Bravos ainda conta com elevadores e escadas rolantes de acesso à sala de espetáculos em todos os andares, além de seis posições para cadeirantes e seis poltronas para obesos. Assento para obesos: informamos que este assento é duplo e se destina ao conforto do cliente obeso.

Meia-entrada
Todas as informações no link: https://bileto.sympla.com.br/meia-entrada/

.: Vanessa da Mata retoma com Clara Nunes para outra temporada musical


Visto por mais de 32 mil pessoas, o musical dirigido por Jorge Farjalla traz Vanessa da Mata como Clara Nunes. O trabalho teve sete indicações ao prêmio DID (Destaque Imprensa Digital) 2024 e levou dois: espetáculo brasileiro e atriz coadjuvante (Carol Costa) Ingressos já estão disponíveis no site www.ticketsforfun.com.br ou na bilheteria oficial do Teatro Renault. Foto: Priscila Prade


Com idealização de Vanessa da Mata, direção de Jorge Farjalla, que também assina o texto ao lado de André Magalhães, o musical “Clara Nunes, a Tal Guerreira” volta em cartaz para mais uma temporada a partir do dia 10 de janeiro, no Teatro Renault. Mais que uma homenagem à cantora Clara Nunes, esta é a primeira peça brasileira - e que não é uma produção original da Broadway - a se apresentar neste espaço considerado pioneiro para o teatro musical nacional. Além disso, o espetáculo está concorrendo ao prêmio DID 2024 (Destaque Imprensa Digital) nas categorias de destaque Musical Brasileiro, Revelação (para Vanessa da Mata), Coreografia (Gabriel Malo), Direção (Jorge Farjalla), Atriz Coadjuvante (Carol Costa), Iluminação (Cesar Pivetti) e Direção Musical (Fernanda Maia).

A realização do espetáculo é possível por meio do patrocínio master da Petrobras e apresentação do Ministério da Cultura, que possuem junto ao musical a característica de celebração à brasilidade. A Petrobras acredita na cultura como força transformadora da sociedade e agente impulsionador do desenvolvimento, algo que vem fazendo de forma contínua, incentivando as mais diversas ações, há mais de 40 anos por meio de seu programa Petrobras Cultural.

Os ingressos podem ser adquiridos na internet e pela bilheteria oficial do Teatro Renault. As apresentações ocorrem às quintas (somente 23 e 30 de janeiro) às 21h00, sextas-feiras, às 21h00; sábados às 17h00 e 21h00 (com exceção do dia 18/01) e domingos às 16h00 e 20h00. A realização é da Palco 7 Produções, de Marco Griesi, Solo Entretenimento, de Daniella Griesi e da Sevenx Produções Artísticas, de Felipe Heráclito Lima.


Sinopse de "Clara Nunes - A Tal Guerreira" 
Um ritual! Reencontro com o sagrado na obra de uma das maiores cantoras do Brasil. Abram alas para "Clara Nunes, a Tal Guerreira", uma viagem onírica pela trajetória da intérprete que escreveu seu nome na história da música popular brasileira através do samba e de sua busca na religiosidade de um povo ecumênico, miscigenado e plural, universalidade das raças dentro de um corpo-partitura, que cultua os santos, reza um canto e canta um ponto.

O palco de um teatro, sua morada, é o ponto de partida na sagração de sua história. Guiada pela amiga e diretora Bibi Ferreira e por seus Orixás, Clara ainda está arraigada no plano físico e precisa entender a transição entre dois mundos, vida após a vida, mistura instigante e curiosa, amálgama de um pensamento terreno. Sua casa no musical é o olimpo dos bambas: um barracão de escola de samba onde as personagens de sua trajetória se destacam em pedaços de carros alegóricos refletidos na realidade de Clara, futuro, presente e memória no barracão da vida desse grande carnaval que aqui chamamos de eternidade.

"Clara Nunes, a Tal Guerreira" é uma grande celebração que, através das canções interpretadas por Clara, glorifica a passagem desse  "ser de luz" pelo plano material e perpetua aquela que foi a primeira profissional feminina a ter status célebre de venda de discos no país, sendo respeitada por tal feito. Desde o continente africano até uma cidade no interior do Brasil, nas Minas Gerais, os povos se fundem para contar e cantar a vida de nossa eterna sabiá.

“É um dos desafios mais importantes e bonitos de toda a minha carreira. Já rodei pelo Brasil me apresentando com minhas turnês nos mais variados teatros, mas interagir com esse mesmo espaço, através de um prisma teatral e interpretar esse ícone brasileiro, é uma imensa responsabilidade”,  comenta Vanessa da Mata.

“Ter construído e dirigido esse espetáculo é um dos maiores orgulhos de minha carreira. Eu, junto de meu parceiro André Magalhães, fizemos uma vasta pesquisa em toda a carreira de Clara Nunes. Sua carreira fonográfica e cênica são, sem dúvida alguma, riquíssimas. Durante esse processo, tivemos a ideia de compor suas letras e músicas geniais de uma forma diferente da tradicional do teatro musical. No espetáculo elas são inseridas de duas maneiras: como momentos solos e únicos, mais tradicionais do gênero teatral, mas também como trechos específicos, compondo diálogos e cenas”, contou Jorge Farjalla. 

Ficha técnica
Musical "Clara Nunes, a Tal Guerreira" 
Elenco completo: Vanessa da Mata (Clara Nunes), Carol Costa (Bibi Ferreira em Gota D’Água), André Torquato (Aurino), Vitor Vieira (Poeta), Caio (Adelzon), Renato Caetano (Èsù), Ananza Macedo (Nanã), Leilane Telles (Iansã), Gui Leal (Ogum), Fabio Enriquez (Mané Serrador), Paulo Viel (José/músico), Badu Morais (ensemble /cover Clara Nunes), Marisol Marcondes (ensemble/cover Bibi Ferreira em Gota D’Água), Jessé Scarpellini (ensemble/cover Aurino/Adelzon/Poeta / Músico), Edmundo Vitor (ensemble/cover Èsù/Ogum), Preta Ferreira (ensemble/cover Nanã), Larissa Grajauskas (ensemble/cover Iansã), Flavio Pacato (ensemble), Jade Ito (ensemble), Elix (ensemble), Jesus Jadh (ensemble), Guilherme Gila (ensemble/músico), Silvia Lys (Ensemble/músico), Thiago Brisolla (ensemble/ músico), Daniel Warschauer (ensemble/músico), Abner Paul (músico), Carlos Augusto (músico) e Pedro Macedo (músico).

Equipe criativa completa 
Idealização: Vanessa da Mata
Argumento, direção e encenação: Jorge Farjalla
Texto: André Magalhães e Jorge Farjalla
Direção musical: Fernanda Maia
Direção coreográfica: Gabriel Malo
Cenografia: Marco Lima
Figurino: Luiz Claudio Silva e Jorge Farjalla
Desenho de luz: César Pivetti
Desenho de som: Bruno Pinho
Preparador vocal e ass. dir. musical: Rafa Miranda
Visagismo: Simone Momo
Diretor de arte: Kelson Spalato
Fotografia: Priscila Prade
Diretora residente: Dani Calicchio
Produção: Daniella Griesi e Marco Griesi
Produtor associado: Felipe Heráclito Lima
Apresentação: Ministério da Cultura e Petrobras
Realização: Palco 7 Produções, Solo Entretenimento e Sevenx Produções


Serviço
Musical "Clara Nunes, a Tal Guerreira"  - Temporada 2025
Teatro Renault - Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 - República, São Paulo - SP
Preços: R$ 21,18 a R$ 300,00
Duração: 120 minutos 
Classificação indicativa: 12 anos
Link de vendas: https://www.ticketsforfun.com.br/ 
Instagram: @t4fmusicais e @claranunesmusical
Bilheteria oficial (sem taxa de conveniência)
Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 - República, São Paulo - SP
Horário de funcionamento: terça a domingo das 12h às 20h 

Temporada
De 10 de janeiro a 2 de fevereiro

Apresentações:
Quintas (somente em 23 e 30 de janeiro), às 21h00
Sextas-feiras, às 21h00
Sábados, às 17h00 e 21h00 (exceto dia 18 de janeiro)
Domingos, às 16h00 e 20h00


terça-feira, 5 de novembro de 2024

.: "Clara Nunes, a Tal Guerreira" no Teatro Renault a partir de janeiro


"Clara Nunes - A Tal Guerreira" faz nova temporada no Teatro Renault, a partir de 10 de janeiro em 2025. Visto por mais de 32 mil pessoas, o musical dirigido por Jorge Farjalla traz Vanessa da Mata como Clara Nunes. O trabalho está concorrendo ao prêmio DID (Destaque Imprensa Digital) 2024 em sete categorias. Foto: Priscila Prade


Com idealização de Vanessa da Mata, direção de Jorge Farjalla, que também assina o texto ao lado de André Magalhães, o musical “Clara Nunes, a Tal Guerreira” volta em cartaz para mais uma temporada a partir do dia 10 de janeiro, no Teatro Renault. Mais que uma homenagem à cantora Clara Nunes, esta é a primeira peça brasileira - e que não é uma produção original da Broadway - a se apresentar neste espaço considerado pioneiro para o teatro musical nacional. Além disso, o espetáculo está concorrendo ao prêmio DID 2024 (Destaque Imprensa Digital) nas categorias de destaque Musical Brasileiro, Revelação (para Vanessa da Mata), Coreografia (Gabriel Malo), Direção (Jorge Farjalla), Atriz Coadjuvante (Carol Costa), Iluminação (Cesar Pivetti) e Direção Musical (Fernanda Maia).

A realização do espetáculo é possível por meio do patrocínio master da Petrobras e apresentação do Ministério da Cultura, que possuem junto ao musical a característica de celebração à brasilidade. A Petrobras acredita na cultura como força transformadora da sociedade e agente impulsionador do desenvolvimento, algo que vem fazendo de forma contínua, incentivando as mais diversas ações, há mais de 40 anos por meio de seu programa Petrobras Cultural.

Os ingressos podem ser adquiridos na internet e pela bilheteria oficial do Teatro Renault. As apresentações ocorrem às quintas (somente 23 e 30 de janeiro) às 21h00, sextas-feiras, às 21h00; sábados às 17h00 e 21h00 (com exceção do dia 18/01) e domingos às 16h00 e 20h00. A realização é da Palco 7 Produções, de Marco Griesi, Solo Entretenimento, de Daniella Griesi e da Sevenx Produções Artísticas, de Felipe Heráclito Lima.


Sinopse de "Clara Nunes - A Tal Guerreira" 
Um ritual! Reencontro com o sagrado na obra de uma das maiores cantoras do Brasil. Abram alas para "Clara Nunes, a Tal Guerreira", uma viagem onírica pela trajetória da intérprete que escreveu seu nome na história da música popular brasileira através do samba e de sua busca na religiosidade de um povo ecumênico, miscigenado e plural, universalidade das raças dentro de um corpo-partitura, que cultua os santos, reza um canto e canta um ponto.

O palco de um teatro, sua morada, é o ponto de partida na sagração de sua história. Guiada pela amiga e diretora Bibi Ferreira e por seus Orixás, Clara ainda está arraigada no plano físico e precisa entender a transição entre dois mundos, vida após a vida, mistura instigante e curiosa, amálgama de um pensamento terreno. Sua casa no musical é o olimpo dos bambas: um barracão de escola de samba onde as personagens de sua trajetória se destacam em pedaços de carros alegóricos refletidos na realidade de Clara, futuro, presente e memória no barracão da vida desse grande carnaval que aqui chamamos de eternidade.

"Clara Nunes, a Tal Guerreira" é uma grande celebração que, através das canções interpretadas por Clara, glorifica a passagem desse  "ser de luz" pelo plano material e perpetua aquela que foi a primeira profissional feminina a ter status célebre de venda de discos no país, sendo respeitada por tal feito. Desde o continente africano até uma cidade no interior do Brasil, nas Minas Gerais, os povos se fundem para contar e cantar a vida de nossa eterna sabiá.

“É um dos desafios mais importantes e bonitos de toda a minha carreira. Já rodei pelo Brasil me apresentando com minhas turnês nos mais variados teatros, mas interagir com esse mesmo espaço, através de um prisma teatral e interpretar esse ícone brasileiro, é uma imensa responsabilidade”,  comenta Vanessa da Mata.

“Ter construído e dirigido esse espetáculo é um dos maiores orgulhos de minha carreira. Eu, junto de meu parceiro André Magalhães, fizemos uma vasta pesquisa em toda a carreira de Clara Nunes. Sua carreira fonográfica e cênica são, sem dúvida alguma, riquíssimas. Durante esse processo, tivemos a ideia de compor suas letras e músicas geniais de uma forma diferente da tradicional do teatro musical. No espetáculo elas são inseridas de duas maneiras: como momentos solos e únicos, mais tradicionais do gênero teatral, mas também como trechos específicos, compondo diálogos e cenas”, contou Jorge Farjalla. 


Sobre Clara Nunes
Clara Nunes, nome artístico de Clara Francisca Gonçalves Pinheiro, nascida em Paraopeba, Minas Gerais em 12 de agosto de 1942, foi uma cantora e compositora brasileira, considerada uma das maiores e melhores intérpretes do país. Pesquisadora da música popular brasileira, de seus ritmos e de seu folclore, também viajou para muitos países representando a cultura do Brasil. Conhecedora das músicas, danças e das tradições africanas, ela se converteu à umbanda e levou a cultura afro-brasileira para suas canções e vestimentas. Foi uma das cantoras que mais gravaram canções dos compositores da Portela, sua escola de samba do coração. Também foi a primeira cantora brasileira a vender mais de cem mil discos, derrubando um tabu de que “mulheres não vendiam discos”. Ao longo de toda a sua carreira, vendeu quatro milhões e quatrocentos mil discos. Foi considerada pela revista Rolling Stone como a nona maior voz brasileira e, pela mesma revista, quinquagésima primeira maior artista brasileira de todos os tempos.


Sobre Vanessa da Mata
Vanessa da Mata nasceu em 1976 no Mato Grosso. Em 1993 mudou-se para São Paulo. Em 1997 conheceu o cantor e compositor Chico César, com quem passou a compor. Teve canções gravadas por Bethânia e Caetano. Aos 21 anos, concorreu ao Grammy Latino como melhor música. O início efetivo da carreira solo aconteceu em 2002. Após destacadas participações em shows de Milton Nascimento, Maria Bethânia e de Baden Powell, lançou o primeiro álbum de estúdio, “Vanessa da Mata”. Em 2004 lançou “Essa Boneca Tem Manual”, que trouxe o mega hit "Ai ai ai...". Em 2006, “Ai ai ai...” tornou-se a música nacional mais executada nas rádios. “Essa Boneca Tem Manual” rendeu-lhe um Disco de Platina e a conquista do Prêmio Multishow de Melhor Música com "Ai, Ai, Ai".

O terceiro álbum chegou ao mercado em 2007. “Sim” teve a participação do astro americano Ben Harper, com quem dividiu os vocais na canção “Boa Sorte/Good Luck”, sucesso absoluto nas rádios. A artista ganhou o Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Pop Contemporâneo Brasileiro com "Sim". Em 2009, lançou o CD/DVD "Multishow ao Vivo Vanessa da Mata". Em 2013, participou do projeto “Viva Tom Jobim”. Estrelou seis shows gratuitos em seis capitais brasileiras (150 mil pessoas em São Paulo e 120 mil no Rio de Janeiro).

Em julho, “Vanessa da Mata canta Tom Jobim” tornou-se seu quinto álbum de estúdio. “Segue o Som” foi o sexto álbum de estúdio, lançado em 2014. Em 2019, aventurou-se como produtora musical em “Quando Deixamos Nossos Beijos na Esquina", sétimo álbum de estúdio. Para celebrar seu sucesso, lançou o projeto “Nossos Beijos Ao Vivo No Circo Voador”, gravado no Rio de Janeiro, em 2020. Em 2022, Ivete Sangalo e Vanessa da Mata juntaram-se em "Tudo Bateu", canção que faz parte do projeto Onda Boa. Encerrou 2022 com o primeiro single de seu próximo álbum, “Vem Doce”. “Vem Doce” trouxe 13 faixas inéditas. O sétimo álbum de inéditas incluiu parcerias com João Gomes, Marcelo Camelo e Ana Carolina. Em setembro de 2023, “Vem Doce” foi indicado ao Latin GRAMMY na categoria Melhor álbum de música popular brasileira.


Sobre Jorge Farjalla
É graduado em Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal de Uberlândia – MG. Lecionou na mesma Universidade, Interpretação e Encenação. Criador da Cia. Guerreiro, sua pesquisa em teatro é ligada ao universo de Antonin Artaud, Bertolt Brecht e Constantin Stanislaviski, tendo como ápice suas montagens sobre as obras míticas de Nelson Rodrigues: “Álbum de Família”, “Anjo Negro”, “Senhora dos Afogados”, “Dorotéia” e o recente “O Mistério de Irma Vap”.Em 2007 no Rio de Janeiro, idealizou a Escola de Teatro da sua Cia. e inaugurou em 2010, onde ofereceu oficinas e cursos de Teatro, Cinema e TV. Dirigiu e atuou no projeto sobre a obra de Dante Alighieri: “A Divina Comédia”. Encenou “Dante ́s Inferno” e “Dante ́s Purgatório”.

O primeiro revigorou o Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas em Sta. Tereza, credenciando o teatro do parque no circuito comercial na cidade do Rio. Trouxe, junto com a atriz Itala Nandi, o roteiro do filme de André Faria, “Prata Palomares” para a cena teatral carioca: “Paraíso AGORA! ou Prata Palomares”. Seus últimos trabalhos no teatro foram: “Dorotéia” com Rosamaria Murtinho e Letícia Spiller, “Senhora dos Afogados” com Alexia Dechamps e Rafael Vitti, “Vou Deixar de Ser Alegre, Por Medo de Ficar Triste” com Paula Bulamarqui, “Alice e Gustavo” com Carol Loback e Marcos Nauer e a nova versão do clássico “O Mistério de Irma Vap”com Luis Miranda e Mateus Solano.

Sobre Marco Griesi
Produtor cultural com mais de 17 anos no mercado. Idealizador da Palco 7 Produções, com expertise no ramo cultural com foco em produções, gestão, curadoria, patrocínios e equipamentos culturais. Como diretor de produção realizou diversas produções, dentre elas: “O Mistério de Irma Vap”, com direção de Jorge Farjalla com Luis Miranda e Mateus Solano, “Bárbara!” com Marisa Orth com direção de Bruno Guida, “Brilho Eterno” com Tainá Müller e Reynaldo Gianecchini, ”7 x Pecado – Broadway In Concert”, “Once – Musical” com Lucas Lima e Bruna Guerin, direção de Zé Henrique de Paula e “Kiss Me, Kate! O Beijo da Megera com Miguel Falabella, Alessandra Verney e Fafy Siqueira.

Sobre Daniella Griesi
Há 12 anos dedica-se ao mundo da produção teatral e musical, curadoria e gestão de equipamentos culturais. Ao longo da carreira cultural, envolveu-se em variados segmentos artísticos e organizou exposições memoráveis, como "Shakespeare - Retratos de uma Festa Luminosa", "Teatro por João Caldas" e "Heróis Urbanos de Katia Arantes". Em sua jornada como produtora teatral, participou de projetos inovadores, como "Deus É Um DJ", dirigido por Marcelo Paiva e estrelado por Marcos D’amigo e Guta Ruiz, "Coisa de Louco" e Myrna Sou Eu”, ambos dirigidos por Elias Andreato, com atuação de Nilton Bicudo, dentre outros. Após a pandemia produziu espetáculos que tiveram destaque na mídia e foram sucesso de público.

"Brilho Eterno", espetáculo teatral baseado no aclamado filme "Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças", de Charlie Kaufman. Com direção de Jorge Farjalla, a peça conta com um elenco estrelar, incluindo nomes como Reynaldo Gianecchini e Tainá Müller. “Barbara", com Marisa Orth no papel principal, é um espetáculo teatral livremente inspirado no livro "A Saideira" de Barbara Gancia, com direção de Bruno Guida. “Once”, produzido no início de 2023 é um espetáculo teatral premiado que estreou na Broadway em 2012 e conquistou 8 prêmios Tony Awards, incluindo Melhor Musical e Melhor Roteiro. A versão brasileira inédita, dirigida por José Henrique de Paula, apresenta em destaque Lucas Lima e Bruna Guerin.

Sobre Felipe Heráclito Lima
Especializado na idealização de projetos culturais, diretor da Sevenx Produções Artísticas e da F&F Film Productions, Felipe Heráclito Lima é ator formado pela CAL e publicitário pela PUC-RJ. Começou a produzir em 2011, com o espetáculo "R&J"de Shakespeare – Joe Calarco e, desde então, produziu 12 espetáculos, entre eles "Lá Dentro Tem Coisa” - Adriana Falcão, em 2017, "Dogville” - Lars Von Trier, em 2018, "As Brasas"- Sandor Marái, em 2018, “Fim de Caso” - Graham Greene, em 2019, “Ficções”- Rodrigo Portella, em 2022 e "Kafka e A Boneca Viajante" - Rafael Primot, em 2023.


Ficha técnica
Musical "Clara Nunes, a Tal Guerreira" 
Elenco completo: Vanessa da Mata (Clara Nunes), Carol Costa (Bibi Ferreira em Gota D’Água), André Torquato (Aurino), Vitor Vieira (Poeta), Caio (Adelzon), Renato Caetano (Èsù), Ananza Macedo (Nanã), Leilane Telles (Iansã), Gui Leal (Ogum), Fabio Enriquez (Mané Serrador), Paulo Viel (José/músico), Badu Morais (ensemble /cover Clara Nunes), Marisol Marcondes (ensemble/cover Bibi Ferreira em Gota D’Água), Jessé Scarpellini (ensemble/cover Aurino/Adelzon/Poeta / Músico), Edmundo Vitor (ensemble/cover Èsù/Ogum), Preta Ferreira (ensemble/cover Nanã), Larissa Grajauskas (ensemble/cover Iansã), Flavio Pacato (ensemble), Jade Ito (ensemble), Elix (ensemble), Jesus Jadh (ensemble), Guilherme Gila (ensemble/músico), Silvia Lys (Ensemble/músico), Thiago Brisolla (ensemble/ músico), Daniel Warschauer (ensemble/músico), Abner Paul (músico), Carlos Augusto (músico) e Pedro Macedo (músico).

Equipe criativa completa 
Idealização: Vanessa da Mata
Argumento, direção e encenação: Jorge Farjalla
Texto: André Magalhães e Jorge Farjalla
Direção musical: Fernanda Maia
Direção coreográfica: Gabriel Malo
Cenografia: Marco Lima
Figurino: Luiz Claudio Silva e Jorge Farjalla
Desenho de luz: César Pivetti
Desenho de som: Bruno Pinho
Preparador vocal e ass. dir. musical: Rafa Miranda
Visagismo: Simone Momo
Diretor de arte: Kelson Spalato
Fotografia: Priscila Prade
Diretora residente: Dani Calicchio
Produção: Daniella Griesi e Marco Griesi
Produtor associado: Felipe Heráclito Lima
Apresentação: Ministério da Cultura e Petrobras
Realização: Palco 7 Produções, Solo Entretenimento e Sevenx Produções


Serviço
Musical "Clara Nunes, a Tal Guerreira"  - Temporada 2025
Teatro Renault - Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 - República, São Paulo - SP
Preços: R$ 21,18 a R$ 300,00
Duração: 120 minutos 
Classificação indicativa: 12 anos
Link de vendas: https://www.ticketsforfun.com.br/ 
Instagram: @t4fmusicais e @claranunesmusical
Bilheteria oficial (sem taxa de conveniência)
Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 - República, São Paulo - SP
Horário de funcionamento: terça a domingo das 12h às 20h 

Temporada
De 10 de janeiro a 2 de fevereiro

Apresentações:
Quintas (somente em 23 e 30 de janeiro), às 21h00
Sextas-feiras, às 21h00
Sábados, às 17h00 e 21h00 (exceto dia 18 de janeiro)
Domingos, às 16h00 e 20h00

terça-feira, 17 de setembro de 2024

.: "O Deus de Spinoza" faz apresentações gratuitas no Centro Cultural São Paulo


“Spinoza balançou o mundo e o pensamento moderno. A montagem trata os personagens com humanidade, com seus erros e acertos e principalmente com as suas convicções...”, afirma o diretor Luiz Amorim. Na imagem, Luiz Amorim, David Kullock e Roberto Borenstein, os rabinos do espetáculo. Foto: Ronaldo Gutierrez


Sucesso de crítica e público, "O Deus de Spinoza" volta a São Paulo após temporadas de sucesso na capital, em 2023, e turnê pelo interior do estado. Desta vez em apresentações gratuitas no Centro Cultural São Paulo, de quinta a sábado, de 19 a 21 de setembro, às 20h00, e domingo, dia 22, às às 20h00. O espetáculo, assinado por Régis de Oliveira, resgata o pensamento do reconhecido filósofo holandês Baruch de Spinoza, condenado no século XVII por sua reflexão sobre a relação do ser humano com Deus e com a Natureza, contestando dogmas da religião judaica da época. Renegado por séculos, seu pensamento foi resgatado e hoje é motivo de estudos no mundo inteiro. No elenco, Bruno Perillo, Juliano Dip, David Kullock, Roberto Borenstein e Luiz Amorim, que também dirige o espetáculo.

Na estreia como dramaturgo, Régis de Oliveira faz um recorte da vida de Spinoza, desde sua condenação - o Herem, em 1656 - até a sua morte, em 1677. “Através do pensamento do filósofo, podemos reconhecer muitos comportamentos de nossa sociedade atual, com suas superstições, crenças ou mistérios. E podemos notar como os donos do poder sabem manipular as multidões através do medo e da imposição do sistema”, conta Régis. Vivemos atualmente num mundo conturbado com emoções descontroladas. O momento pelo qual passamos necessita de reflexão, entendimento e clareza. A filosofia de Spinoza nos traz uma luz nestes tempos. Sua ampla e densa obra trata da relação do ser humano com Deus e com a Natureza. Trata dos afetos, do direito natural, e da essência humana.

Baruch de Spinoza é um filósofo judeu que viveu no Século de Ouro dos Países Baixos.  A Holanda fervilhava culturalmente à época. Ali estava Grócio, um dos pais do direito público, que escolheu a Holanda como pátria espiritual, Rembrandt e Vermeer que despontavam na pintura, entre outros artistas. “Nossa montagem busca trazer o pensamento de Spinoza ao público em geral, de forma profunda mas acessível, para que afete a plateia conforme ao teoria do filósofo. Estas são as afecções”, fala o diretor e ator Luiz Amorim que integra o elenco ao lado de Bruno Perillo, Juliano Dip, David Kullock e Roberto Borenstein. Os figurinos são de João Pimenta, a iluminação de Cesar Pivetti e os cenários de Evas Carreteiro.

A peça é pontuada por músicas sefarditas do século XVII, executadas ao vivo pelos músicos Margot Lohn, Gabriel Ferrara e Marcus Veríssimo, que assina a direção musical. Contamos ainda com a participação especial de Laura Visconti, indicada ao Prêmio Bibi Ferreira 2024 pela direção musical do sucesso Beetlejuice. 


Sinopse de "O Deus de Spinoza"
A peça mostra a comunidade judaica incomodada com o pensamento do jovem judeu Baruch de Spinoza. Filho de imigrantes portugueses acolhidos em Amsterdã, ele afronta os costumes e preceitos de sua religião. Na tentativa de convencê-lo a ser um bom cidadão, os membros do Conselho de Rabinos Notáveis apresentam formas de conversão. Se Spinoza não aceitar, poderá ser julgado, condenado e exilado. Ele expõe todo o seu pensamento a seu amigo, Jan Rieuwertsz, editor de livros, com quem pode desabafar e contar de seus planos futuros. Um convite à reflexão e à liberdade de pensamento. O espetáculo é pontuado por músicas sefarditas do século XVII, em língua ladina, executadas ao vivo.


Ficha técnica
Espetáculo "O Deus de Spinoza"
Texto: Régis de Oliveira
Direção e adaptação: Luiz Amorim
Direção musical: Marcus Veríssimo
Elenco: Bruno Perillo, Juliano Dip, David Kullock, Luiz Amorim, Roberto Borenstein
Musicistas: Marcus Veríssimo, Margot Lohn / Laura Visconti e Gabriel Ferrara / Lucas Biscaro.
Desenho de Luz: César Pivetti
Figurinos: João Pimenta
Cenografia: Evas Carretero
Visagismo: Beto Franca
Técnico e operador de luz: Rodrigo Pivetti
Produção executiva: Rogério Nagai
Assistência de produção: Mirtes Ladeira
Contrarregragem: Magnus Odilon
Fotografia: Ronaldo Gutierrez - @fotosgutierrez

Serviço
Espetáculo "O Deus de Spinoza"
Texto: Régis de Oliveira
Direção e adaptação: Luiz Amorim
Direção musical: Marcus Veríssimo
Elenco: Bruno Perillo, Juliano Dip, David Kullock, Luiz Amorim e Roberto Borenstein
Musicistas: Margot Lohn / Laura Visconti, Marcus Veríssimo e Gabriel Ferrara
Produção executiva: Rogério Nagai
Assistência de produção: Mirtes Ladeira
Duração: 80 minutos.
Classificação: 12 anos. 


Datas em setembro
Quinta, dia 19, sexta dia 20 e sábado, dia 21, às 21h.
Domingo, dia 22, às 20h.
Ø Reservas on-line: https://rvsservicosccsp.byinti.com
As reservas na bilheteria física podem ser realizadas no seguinte horário:
Terça-feira a sábado, das 13h às 22h
Domingo e feriados, das 12h às 21h
Local: Centro Cultural São Paulo
Rua Vergueiro, 1.000 - Liberdade
Instagram: @odeusdespinoza 

quinta-feira, 22 de agosto de 2024

.: Musical "Forever Young" retorna aos palcos no Teatro Fernando Torres


Grande sucesso de público, indicado aos principais prêmios do teatro musical, a comédia Forever Young volta em cartaz no Teatro Fernando Torres, no Tatuapé


O musical "Forever Young" volta em cartaz no Teatro Fernando Torres, no Tatuapé, em temporada de 6 de setembro a 11 de novembro. Quem assina a direção é Jarbas Homem de Mello, tradução e adaptação de Henrique Benjamin, direção musical de Miguel Briamonte e elenco composto por Fafy Siqueira, Carmo Dalla Vecchia, Paula Capovila,  Ton Prado, Keila Bueno, Fabio Yoshihara, Andrezza Massei, Miguel Briamonte e Fernando Zuben. As sessões acontecem sextas e sábados, às 20h00 e aos domingos, às 19h00.

O musical de Erik Gedeon estreou em agosto de 2016, no Teatro Raul Cortez, em São Paulo, e realizou temporada em 2017 no Rio de Janeiro. Passou por mais oito capitais brasileiras, alcançando um público de mais de 230 mil pessoas, em mais de 600 apresentações. O espetáculo foi indicado aos maiores prêmios de teatro musical como Prêmio Bibi Ferreira, Prêmio Reverência, e entre outros, sendo vencedor na categoria Visagismo no Prêmio Bibi Ferreira e Melhor Ator para Carmo Dalla Vecchia no Prêmio Reverência.

A comédia traz seis atores que representam a si mesmos no futuro, quase centenários. Apesar das dificuldades eles continuam cantando, se divertindo e amando. Tudo acontece no palco de um teatro, que foi transformado em retiro para artistas, sempre sob a supervisão de uma enfermeira. Quando ela se ausenta, os simpáticos senhores se transformam e revelam suas verdadeiras personalidades através do bom e velho rock’n’roll e mostram que o sonho ainda não acabou e que eles são eternamente jovens.  

"Forever Young" consegue relatar não apenas o problema da exclusão social na “melhor idade”, mas também aborda questões sobre a velhice com muito humor e músicas que marcaram várias gerações. Os números musicais são sucessos de diversos anos, passando pelas décadas de 50, 60, 70, 80 até chegar aos anos 90. Músicas que são verdadeiros hinos como "I Love Rock and Roll", "Smells Like a Teen Spirit", "I Wil Survive", "I Got You Babe", "Roxanne", "Rehab", "Satisfaction", "Sweet Dreams", "Music", "San Francisco", "California Dreamin", "Let It Be", "Imagine", e a emblemática "Forever Young". Já o repertório nacional conta com canções como "Eu Nasci Há 10 Mil Anos Atrás", de Raul Seixas, "Do Leme ao Pontal", de Tim Maia, e "Valsinha", de Chico Buarque.

"Forever Young" é uma grande homenagem a todos os artistas que trouxeram tanta magia para as pessoas. E, principalmente, passa a mensagem que ser jovem é algo eterno, que a vida não para, apenas muda-se a frequência das ações.


Ficha técnica
Musical "Forever Young". Autor: Erik Gedeon. Direção Geral: Jarbas Homem de Mello. Supervisão Artística/tradução/adaptação: Henrique Benjamin. Direção Musical e canções adicionais: Miguel Briamonte. Elenco: Fafy Siqueira, Carmo Dalla Vecchia, Paula Capovila, Ton Prado, Keila Bueno, Fabio Yoshiraha e Andrezza Massei.  Piano: Miguel Briamonte. Pianista Substituto: Fernando Zuben. Direção de produção: Henrique Benjamin. Produção executiva: Andréa Marques. Assistência de Direção: Fernanda Lorenzoni. Supervisão Cenográfica: Luís Rossi (In Memoriam). Produtora de Objetos: Rosa Berger. Figurino: Paulette Pink. Visagismo: Hugo Daniel e Paulette Pink. Preparação corporal: Renata Mello Designer de Luz: Giuliano Caratori. Designer de Som: Edézio Aragão. Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli e Renato Fernandes. Assessoria Contábil: CMS Contabilidade. Operador de Luz: Giuliano Caratori. Operador de Som: Edézio Aragão. Camareira: Judite Rosa. Contrarregra: Lucas Andrade. Perucas: Paula Rossi. Realização: Benjamin Produções.   


Serviço
Musical "Forever Young"
De 6 de setembro a 11 de novembro de 2024
Sextas e Sábados às 2oh. Domingos às 19h.
Classificação etária: 10 anos. Duração: 100 Minutos.


Ingressos
Sexta R$ 90,00 (inteira) / R$ 45 (meia-entrada).
Sábados e domingos, R$ 110,00 (inteira) / R$ 55,00 (meia-entrada).
 Grupos R$ 40,00 - Contatos – producoeshb@gmail.com

Teatro Fernando Torres
Rua Padre Estevão Pernet, 588 – Tatuapé - São Paulo - SP, 03315-000
Informações: (11) 2227-1025. Capacidade: 685 lugares.
Bilheteria: Quar a Dom: 14h - 19h
Em dias de espetáculo a bilheteria funciona até o horário de início do espetáculo.
Pela internet: https://site.bileto.sympla.com.br/teatrofernandotorres
Aceita todos os cartões de débito e crédito. Não aceita cheque. Ar-condicionado e acesso para deficientes. Estacionamento coberto anexo ao teatro.

sexta-feira, 12 de julho de 2024

.: “República Lee - Um Musical ao Som de Rita” estreia nesta sexta, em SP


O espetáculo da In Cena Produções une teatro e cinema, construindo um filme na presença do público, com cenas pré-gravadas e outras filmadas ao vivo. Foto: Gabé

Em uma grande homenagem à cantora e compositora Rita Lee, a In Cena Produções leva aos palcos o espetáculo “República Lee - Um Musical ao Som de Rita”, em curta temporada, de 12 de julho a 4 de agosto, no Teatro Viradalata, em São Paulo. Com texto e direção de Tauã Delmiro, o espetáculo não-biográfico, uma comédia musical, faz um tributo ao legado da rainha do rock brasileiro, marcado pela liberdade e irreverência. Fazem parte da equipe criativa Cella Bártholo (idealização), Hugo Kerth (direção musical e arranjos) e Débora Polistchuck (coreografias e assistência de direção).

“República Lee - Um Musical ao Som de Rita” acompanha a história de cinco jovens, moradores de uma república na cidade de São Paulo, entre os anos de 1968 e 1969. O grupo está engajado em produzir, dentro do apartamento onde mora, um curta-metragem de ficção científica, com baixo orçamento. A trama dentro da trama é baseada em longas-metragens de sci-fi dos anos 1950, como “O Dia em que a Terra Parou”, “A Invasão dos Discos Voadores” e “O Ataque da Mulher de 15 Metros”. No elenco, estão Cella Bártholo (Jullie), Caio Nery (Caio), Rodrigo Salvadoretti (Danilo), Ingrid Klug (Sarah), Pedro Balu (Darín) e João Ferreira e Luiza Cesar (swings).  

A dramaturgia do musical é embalada por canções clássicas do repertório de Rita Lee, como “Agora Só Falta Você”, “Nem Luxo, Nem Lixo”, “Alô, Alô, Marciano”, “Desculpe o Auê” e “Mutante”. “A maior inspiração do enredo foram as canções da Rita e, a partir delas, buscamos absorver o caráter disruptivo presente nas letras e melodias. Embora o espetáculo não seja uma biografia da vida da artista, os cinco personagens são desdobramentos da personalidade transgressora dela”, explica o autor e diretor Tauã Delmiro.

A comédia musical  sintetiza a efervescente cena cultural paulista do final da década de 1960, que assistiu florescer o trabalho de artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Os Mutantes. “Um caldeirão de experimentos artísticos que possibilitou o nascimento da Tropicália e a construção da identidade do rock nacional, ritmo que fez de Rita Lee sua principal representante”, ressalta Cella Bártholo, que idealizou o espetáculo e é diretora artística da In Cena Produções.

O espetáculo surpreende o público ao proporcionar uma experiência multilinguagem, unindo teatro e cinema. A partir da interação de cenas teatrais, takes pré-gravados e outros filmados ao vivo, será construído um filme na presença do público. A partir do universo lúdico e disruptivo da lírica de Rita, a narrativa aborda a rebeldia de uma juventude que rompeu paradigmas e quer ser fonte de inspiração para os espectadores.

“Em sua autobiografia, Rita revela sua enorme paixão pelo cinema. Esse fato me inspirou a escrever uma dramaturgia que dialogasse teatro e audiovisual. Levei essa ideia pra Cella e ficamos confiantes de que conseguiríamos desenvolver uma obra instigante e inovadora”, adianta Tauã. Com o objetivo de fomentar o musical brasileiro, a In Cena pretende investir em projetos inéditos e nacionais. “A gente sabe que tem muitos artistas talentosos aqui nas áreas de dramaturgia, composição, dança, e queremos fomentar esse mercado. Além disso, homenagear grandes nomes brasileiros, como a Rita Lee”, completa Cella.


Sobre Tauã Delmiro
Tauã Delmiro atua, dirige, escreve e compõe para teatro. Entrou para lista "Forbes Under 30" como um dos jovens que mais impactaram no setor das artes dramáticas em 2021. Recentemente, com o seu trabalho autoral "As Metades da Laranja", ganhou o Prêmio do Humor nas categorias Melhor Direção e Melhor Espetáculo. Pela peça, também foi indicacado a Melhor Autor no Prêmio APTR e Melhor Ator em Teatro Musical no Prêmio Cesgranrio. Participou do elenco de "Benjamin - O Palhaço Negro" e "(nome do espetáculo]", que ganhou o prêmio de Melhor Espetáculo no Prêmio do Humor, em 2013. Com os monólogos autorais “O Edredom” e "Dois Pais”, acumulou mais de 12 premiações em festivais dedicados ao teatro infanto-juvenil. Em 2024, estreia “República Lee – Um musical ao som de Rita”.


Sobre o Grupo In Cena
A In Cena Casa de Artes e Produções tem sede em Botafogo, no RJ.  Conta com um espaço de mais de 400 metros quadrados, com quatro salas (Bibi Ferreira, Fernanda Montenegro, Ruth de Souza e Amazonas), um estúdio (batizado de Gonzaguinha), camarim, vestiários e um amplo terraço – um local de convivência a céu aberto. É especializada na formação de atores para o teatro musical, e oferece cursos de preparação para musical, teatro infantil, teatro jovem, prática de montagem, prática de produção, entre outros.

A In Cena Produções, braço do grupo aberto em janeiro de 2022, é focada em produções culturais das mais diversas áreas, abrangendo musicais, audiovisuais, peças, monólogos e stand-ups. Organiza shows, festas, saraus, festivais, eventos corporativos e beneficentes; elabora e realiza projetos autorais, e oferece assistência completa e abrangente a atores, cantores, técnicos, músicos e bailarinos.


Ficha técnica
Espetáculo “República Lee - Um Musical ao Som de Rita”
Direção geral: Tauã Delmiro
Coreografias e assistência de direção: Débora Polistchuck
Direção musical: Hugo Kerth
Direção artística e concepção: Cella Bártholo
Direção de produção: Glauce Carvalho
Direção de marketing e comercial: Lívia Rezen
Direção financeira: Camila Biasi
Assistente financeira: Vanessa Lopes
Assistente de direção artística: Patricio Terry
Assistente de produção: Isaac Belfort & Matheus Sabbá
Assistente de produção: Vinicius Pugliese
Designer e social mídia: João Uchôa
Designer e identiidade visual: Gabé
Designer: Júlia Tavares
Cenografia: Glauce Carvalho & Vinicius Pugliese
Figurino: Vinicius Aguiar


Serviço
Espetáculo “República Lee - Um Musical ao Som de Rita”
Temporada: 12 de julho a 4 de agosto de 2024
Teatro Viradalata: Rua Apinajés, 1387, Perdizes / São Paulo
Telefone: (11) 3868-2535
Dias e horários: sextas e sábados, às 20h00; domingos, às 19h00.
Ingressos: Plateia e plateia superior: R$ 120 (inteira) e R$ 60 (meia-entrada). Plateia lateral superior: R$ 42 (inteira) e R$ 21 (meia-entrada).
Duração: 2h
Classificação etária: 14 anos
Capacidade de público: 240 pessoas
Venda de ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/94325/d/257584
Instagram: @republicalee

domingo, 9 de junho de 2024

.: Peça “Realpolitik” é encenada em sala comercial do coração financeiro de SP


Texto inédito da premiada autora Daniela Pereira de Carvalho chega a São Paulo em curta temporada, com direção de Guilherme Leme Garcia, co-direção de Gustavo Rodrigues e os atores Augusto Zacchi e Pedro Osorio. Foto: divulgação


"Realpolitik" (em alemão, "política realística") refere-se à política ou diplomacia baseada principalmente em considerações práticas, em detrimento de noções ideológicas. O termo é frequentemente utilizado pejorativamente, indicando tipos de política que são coercitivas, imorais ou maquiavélicas. A peça "Realpolitik" estreou no Rio no fim de 2022 e será encenada em São Paulo, em curta temporada, até o dia 30 de junho. Em ambas as cidades, os locais escolhidos para abrigar a encenação partiram do conceito de site specific e embora a obra não tenha sido criada a partir de um lugar, os elementos dialogam com o meio circundante. 

O texto reflete o drama da realpolitik no dia a dia do indivíduo. Após o rompimento de uma barragem com 150 vítimas, um jornalista confronta o CEO da empresa de mineração a MBS - Mineradora brasileira do Sudeste. O drama apresentado no texto busca entender o custo de uma vida no negócio das grandes corporações. O texto inédito é da premiada autora Daniela Pereira de Carvalho e a direção de Guilherme Leme Garcia e codireção de Gustavo Rodrigues.

Descrita como uma das peças mais peculiares (e pontiagudas) do ano (2022) por um dos críticos que assistiu ao trabalho, o acerto de contas entre um CEO de uma mineradora e um jornalista interpretados por Pedro Osorio e Augusto Zacchi, - dois homens refletem a agressividade e a arrogância de seus valores impositivos sobre os semelhantes e o meio ambiente, corroendo e enfraquecendo as estruturas tanto sociais quanto ambientais, pela lógica do capitalismo exploratório irresponsável.

“A peça deflagra reflexão através da tragédia do homem branco explorador a qualquer custo, amoral, capitalista voraz, sem medida e sem escrúpulos, que devora os recursos naturais e humanos como um câncer nas estruturas do nosso sistema”, complementa Osório. Escrita no decorrer da pandemia de Covid-19, a ideia, segundo a autora, foi pensar “em como, após as grandes tragédias, os responsáveis pelas empresas tinham que lidar com as questões humanas, éticas, morais e financeiras”. Desse modo, é disso que se trata o acerto de contas em torno do qual o enredo gira, isto é, a peça que é um thriller, com seus momentos de tensão, de surpresa, de susto, com seus outros momentos de virada e de humor. Sempre algum humor é possível, nem que seja o escárnio comedido de si mesmo, no meio da dureza da vida e das histórias.

“Nesse acerto de contas, entretanto, há brechas no teatro para a existência de um possível lugar de convívio cordial, de soluções e boas práticas individuais. Quem sabe, talvez, no meio corporativo, um despertar de consciência de boas práticas”, conclui Osório.

Daniela Pereira de Carvalho é dramaturga e foi duas vezes indicada ao Prêmio Shell Rio de Janeiro, por 'Tudo é Permitido" (2005) e por "Não Existem Níveis Seguros para o Consumo Destas Substâncias" (2006), pela qual recebeu o Prêmio APTR. Em 2007, foi indicada ao Prêmio Shell São Paulo e ao Prêmio APTR, pela peça "Por Uma Vida Um Pouco Menos Ordinária" (2008). Daniela foi ainda indicada ao Prêmio APTR, pelo musical "Renato Russo" (2006).


Ficha técnica
Texto: Daniela Pereira de Carvalho
Direção: Guilherme Leme Garcia
Codireção: Gustavo Rodrigues
Atores: Augusto Zacchi e Pedro Osorio
Trilha sonora: Marcelo H
Figurino: Ana Roque
Idealização: Pedro Osorio
Assessoria de imprensa: Adriana Monteiro/Ofício das Letras


Serviço
Teatro B32 –  Subsolo
Localização: Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3.732 – Itaim Bibi. São Paulo/SP
Tel.: 3058-9149
Estacionamento com serviço de Vallet: Rua Lício Nogueira, 92, Itaim Bibi
Bilheteria: uma hora antes em dias de espetáculos
Sextas e sábados, às 20h00, até o dia 30 de junho
Domingo às 17h
Duração: 60 minutos
Classificação: 14 anos
60 lugares
Ingressos: TeatroB32 | ou
💲Pix (21999985276) inserir o nome no comprovante da compra
💰Valor: R$100,00 (inteira) | R$50,00 (meia)



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