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sábado, 29 de março de 2025

.: Caetano W. Galindo lança "Na Ponta da Língua" no Museu da Língua Portuguesa


"Fala Falar Falares" tem curadoria da cineasta e cenógrafa DanielaThomas e do escritor e linguista Caetano W. Galindo. A mostra abre para o público está em cartaz no Museu da Língua Portuguesa. Foto: Wellington Almeida

Como parte da programação de abertura da exposição "Fala Falar Falares", o escritor e linguista Caetano W. Galindo lança o livro "Na Ponta da Língua", publicado pela Companhia das Letras, neste sábado, dia 29 de março, às 17h00, no Museu da Língua Portuguesa, localizado na Estação da Luz, em São Paulo. O livro propõe compartilhar instrumentos para que os leitores sejam investigadores da história da língua portuguesa tendo o corpo humano como base. Numa jornada que vai da cabeça aos pés, o autor ensina os processos históricos que explicam por que nosso pescoço deixou de ser "poscoço" e a ligação inusitada entre o joelho e uma almofada. Com curadoria da cenógrafa e cineasta Daniela Thomas e do próprio Galindo, a exposição fica em cartaz até setembro.

Enquanto o leitor se diverte com o humor constante da prosa de Galindo, que corre quase como uma performance cômica, mal se nota que se aprende os complexos mecanismos que regem as mudanças da língua ao longo dos séculos e os processos ocultos por trás da formação das palavras. Ao final da leitura, nunca mais se olhará um diminutivo "inho" da mesma forma. Uma aula magistral de etimologia sem a menor dor de cabeça - que, aliás, vem do latim capitia e tem a mesma origem de "chefe". O evento acontece no auditório do Museu da Língua Portuguesa, incluindo bate-papo com o autor e sessão de autógrafos. Neste dia, a visita ao museu é gratuita, então a dica é chegar mais cedo para conferir a exposição e esticar até o lançamento. Compre o livro "Na Ponta da Língua" neste link.

Já parou para pensar que o simples ato de falar é um superpoder da espécie humana? Para pronunciar uma única palavra, acionamos todo o corpo – o cérebro, os pulmões, as cordas vocais, a boca. Quando o som que corta o ar encontra outra pessoa, esta operação se completa na forma de uma conversa, de música ou de protesto. "Fala Falar Falares" é a nova exposição temporária do Museu da Língua Portuguesa. A mostra aborda a fantástica capacidade de se manipular o som a partir do corpo, sob uma perspectiva mais do que especial: a do português falado no Brasil e de sua variedade. 

“'Fala Falar Falares' é um mosaico de vozes e sotaques que celebram a diversidade do Brasil. No Museu da Língua Portuguesa, acreditamos que a língua é um espaço de encontro e de inclusão, onde todas as formas de falar têm seu lugar e sua importância”, afirma a diretora técnica da instituição, Roberta Saraiva. A exposição tem o objetivo de fazer o público pensar no quanto é especial a capacidade de falar – e, com a fala, criar música, cultura e se expressar de maneiras tão diferentes dentro da mesma língua.

Daniela Thomas explica que a ideia do percurso é provocar uma autoconsciência inédita para o público. “Se tudo der certo, o visitante deverá despertar-se para os inúmeros mecanismos e histórias envolvidas na própria ideia que faz de si mesmo, sempre mediada pela língua que usa para pensar, se comunicar e se identificar no mundo". A primeira parte é dedicada a mostrar como o fenômeno da fala acontece dentro do corpo a partir de coisas essenciais para a vida: o ar e a respiração. “O sistema da língua ‘rouba’ órgãos que não foram feitos para a fala, mas a gente está tão familiarizado com isso que não paramos para pensar o quanto é fascinante e maravilhoso”, diz Caetano W. Galindo.

Em uma das instalações, os visitantes serão convidados a usar um microfone que foi calibrado para captar apenas sons de pessoas respirando – e que está ligado a uma projeção de luz que pulsa conforme este som. Outra experiência mostra imagens captadas por uma máquina de ressonância magnética, onde é possível observar como se movimenta o interior de um corpo humano quando fala algumas frases conhecidas de canções brasileiras. Uma curiosidade é que essas imagens foram gravadas na Alemanha: a equipe da exposição descobriu a existência de um aparelho disponível e de um engenheiro brasileiro que topou se gravar enquanto entoava as frases escolhidas.

Assim, "Fala Falar Falares" começa a mostrara relação dos brasileiros com a língua portuguesa, expressa na exposição como uma grande celebração das diferentes formas de se falar em todos os cantos do país. O público vai encontrar os mais diversos sotaques em diálogo com experiências participativas que são uma das marcas do trabalho de Daniela Thomas em exposições. Depois disso, os visitantes poderão acionar com seus próprios movimentos a imagem de um corpo todo composto de informações a respeito da origem e da formação das palavras que dão nome aos nossos órgãos e membros.

Num outro momento, os visitantes vão se ver diante de um mapa-múndi que, com o Brasil cravado no centro da imagem, permite demonstrar os caminhos que certas palavras, escolhidas em uma mesa, tiveram que traçar até chegar ao nosso vocabulário cotidiano. “O Brasil é um caleidoscópio de diferenças”, afirma Galindo. E isso ficará bem demonstrado em um quiz em que os visitantes vão testar se conhecem mesmo os diferentes sotaques falados pelo Brasil afora. 

O quiz funciona a partir de vídeos gravados com dezenas de pessoas de todo o país. O desafio é ouvi-las e tentar adivinhar de onde são. Os curadores garantem: é muito mais difícil do que parece, demonstrando que os estereótipos sobre os sotaques brasileiros muitas vezes mascaram uma diversidade ainda maior. Em outro ponto da exposição, o público poderá ficar no centro de uma conversa entre doze pessoas de diferentes origens que falam de sua relação com língua, linguagem e sotaque. Em uma instalação circular, com telas de TV que retratam, cada uma, um interlocutor, os visitantes vão se surpreender com histórias de orgulho, pertencimento, estranhamento, humor e também de preconceito com determinados jeitos de falar.

Outra curiosidade: os diálogos foram gravados em grupos de quatro pessoas, mas a mágica da exposição fará a conversa parecer sincronizada entre os 12 participantes. A diversidade da língua portuguesa do Brasil se expressa também nos nomes dos 5.571 municípios brasileiros. Alguns deles poderão ser ouvidos nos elevadores de acesso à sala de exposições temporárias e estarão nas paredes da exposição, formando um poema com cerca de 500 nomes selecionados por Caetano W. Galindo entre os mais curiosos e encantadores.

Para os curadores a exposição deve provocar no público uma sensação de maravilhamento com a diversidade brasileira expressa através do simples ato de falar. "Fala Falar Falares" tem sua origem em uma experiência da exposição principal do Museu da Língua Portuguesa: "Falares", no terceiro andar, é uma coleção de depoimentos de pessoas de todo o Brasil, de diferentes idades, origens, religiões, etnias e profissões, que falam de sua relação com a língua portuguesa. Criada para a nova exposição principal, inaugurada em 2021, Falares é um rico retrato da diversidade brasileira que atravessa e é atravessada pela expressão oral.

O Museu da Língua Portuguesa é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo de São Paulo. A mostra conta com patrocínio máster da Petrobras e do Grupo CCR, por meio do Instituto CCR; patrocínio do Instituto Cultural Vale; apoio do Grupo Ultra e do Itaú Unibanco – todos por meio da Lei Rouanet. A temporada 2025 é uma realização do Ministério da Cultura.


Serviço
Exposição temporária "Fala Falar Falares"
De 28 de março a setembro
De terça a domingo, das 9h00 às 16h30 (com permanência até as 18h) R$ 24 (inteira); R$ 12 (meia)
Grátis para crianças até sete anos. Grátis aos sábados e aos domingos.
Venda de ingressos na bilheteria e pela internet neste link

Museu da Língua Portuguesa
Estação da Luz – Luz - São Paulo
Acesso pelo Portão A

quarta-feira, 26 de março de 2025

.: MASP apresenta exposição que reflete sobre acervo de artes da África


Obras de 17 culturas da África ocidental, entre estatuetas e máscaras, compõem a mostra, que convida os artistas biarritzzz e Cipriano a dialogarem com os legados e as transformações das culturas africanas no Brasil. Na imagem, "Iorubá", Nigéria, Máscara Geledé, sem data, doação Cecil Chow Robilotta e Manoel Roberto Robilotta. Foto: Eduardo Ortega

O MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta, de 28 de março a 3 de agosto, a exposição "Cinco Ensaios sobre o MASP –  Artes da África", no terceiro andar do Edifício Pietro Maria Bardi. A mostra reúne mais de 40 obras do acervo do museu, principalmente do século 20, oriundas da África ocidental. 

A curadoria de Amanda Carneiro, curadora, MASP, e Leandro Muniz, curador assistente, MASP, selecionou peças confeccionadas em madeira, principalmente aquelas ligadas ao corpo ou à sua representação. O conjunto abrange estatuetas de Exu e Xangô, objetos cotidianos, bonecas, tambores, mobiliário e máscaras usadas em festividades, rituais de iniciação, celebração ou funerais. Embora outras apresentações desse conjunto já tenham sido realizadas, esta é a primeira exposição que busca estabelecer uma leitura crítica e propositiva da coleção de arte africana do museu.

“A presença da arte africana no MASP foi moldada por momentos-chave ao longo da sua história, marcados pela realização de exposições e doações. O primeiro envolvimento notável do museu com a arte africana ocorreu em 1953, com a exposição Arte Negra, realizada seis anos após a abertura do MASP. Essa iniciativa foi uma das primeiras exposições de arte africana registradas em um museu brasileiro”, afirma Amanda Carneiro.

As obras provêm de 17 culturas distintas, oriundas principalmente da África ocidental, de grupos como Guro, Senufo e Baulê, da atual Costa do Marfim; Dogon e Bamana, do Mali; Mossi e Bobo, da Burkina Faso; Baga, da Guiné; Axante, de Gana; Guere-Wobe, da Libéria; Hemba, do Congo; Mumuye, Ibibio, Igbo e Iorubá, da Nigéria; além de uma peça Chokwe, da Angola.

“São produções muito diversas que trazem essa noção de ‘artes’ no plural para o título da exposição. Existem cerca de 500 culturas diferentes em toda a África, portanto, o que apresentamos é um recorte específico sobre a maneira como o MASP colecionou essas peças ao longo dos anos. Não se trata de uma mostra sobre uma identidade única continental”, afirma Leandro Muniz. 

Em diálogo com as peças históricas, os artistas brasileiros biarritzzz (Fortaleza, CE, 1994) e Cipriano (Petrópolis, RJ, 1981) abordam, em obras comissionadas para o museu, os legados e as transformações das tradições africanas na cultura brasileira. biarritzzz expõe três vídeos: colagens digitais de fragmentos das máscaras presentes na mostra, acompanhadas de frases que questionam sua presença em acervos de museus. A artista usa uma linguagem típica de redes sociais para transmitir ideias ou fazer críticas com humor, chamando esse recurso de “pedagogia do meme”. Já Cipriano apresenta duas pinturas abstratas que sobrepõem cantos de religiões afro-brasileiras ligadas às tradições banto, tronco linguístico da África central. Uma das obras faz referência ao tambor Chokwe, de Angola, incorporado em 2023 à coleção do MASP.

Concebida pelo escritório de arquitetura Gabriela de Matos, a expografia remete a dois materiais que foram fundamentais para o desenvolvimento tecnológico do continente africano: a terra, usada especialmente em arquiteturas milenares, e o ferro, cuja fundição data ao menos desde 500 a.C., ganhando importância central em diferentes culturas africanas. As estatuetas e as máscaras são apresentadas em totens cobertos por uma tinta semelhante à terra; já a estrutura tem uma base composta por metal e acrílico espelhado preto.

As obras estão organizadas em conjuntos que destacam a diversidade e a inventividade formal das produções e as relações temáticas entre diferentes culturas. Sem associações cronológicas e geográficas, a montagem incorpora as produções dos artistas contemporâneos.


Acervo
A maior parte da coleção de artes da África do MASP é composta por estatuetas e máscaras do século 20, integradas ao museu ainda nas primeiras décadas de sua formação. Desde 1953, seis anos após sua fundação, o museu realizou diversas exposições sobre este tema, como Arte Negra (1953), Arte Tradicional da Costa do Marfim (1973), Da senzala ao sobrado (1978), Arte contemporânea do Senegal (1981), Cultura Nigeriana (1987), África Negra (1988) e Do coração da África – Arte Iorubá (2014). 

Duas grandes doações foram fundamentais para a formação desse acervo: do Bank Boston, em 1998, e da coleção Robilotta, em 2012; ao longo do tempo também ocorreram incorporações pontuais. Para refletir sobre a história dessa coleção e das exposições sobre arte africana no MASP, um conjunto de documentos será apresentado em uma vitrine que registra essa trajetória.

"Artes da África", Renoir, Geometrias, Histórias do MASP e Isaac Julien: Lina Bo Bardi – um maravilhoso emaranhado integram os Cinco ensaios sobre o MASP, série de exposições pensadas a partir do acervo e da história do museu para inaugurar o novo Edifício Pietro Maria Bardi. 

Acessibilidade
Todas as exposições temporárias do MASP possuem recursos de acessibilidade, com entrada gratuita para pessoas com deficiência e seu acompanhante. São oferecidas visitas em Libras ou descritivas, além de textos e legendas em fonte ampliada e produções audiovisuais em linguagem fácil – com narração, legendagem e interpretação em Libras que descrevem e comentam os espaços e as obras. Os conteúdos, disponíveis no site e no canal do YouTube do museu, podem ser utilizados por pessoas com deficiência, públicos escolares, professores, pessoas não alfabetizadas e interessados em geral. 


Realização
Cinco ensaios sobre o MASP – Artes da África é realizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e tem patrocínio master do Nubank.


Serviço
"Cinco Ensaios Sobre o MASP  – Artes da África"
Curadoria: Amanda Carneiro, curadora, MASP, e Leandro Muniz, curador assistente, MASP
3° andar
Edifício Pietro Maria Bardi
Visitação: 28.3 — 3.8.2025


MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand
Avenida Paulista, 1510 - Bela Vista / São Paulo
Telefone: (11) 3149-5959
Horários: terças grátis, das 10h às 20h (entrada até as 19h); quarta e quinta das 10h às 18h (entrada até as 17h); sexta das 10h às 21h (entrada gratuita das 18h às 20h30); sábado e domingo, das 10h às 18h (entrada até às 17h); fechado às segundas.
Agendamento on-line obrigatório pelo link masp.org.br/ingressos
Ingressos: R$ 75 (entrada); R$ 37 (meia-entrada)

sábado, 1 de março de 2025

.: Exposição virtual revela memórias escondidas do carnaval santista

Memórias do Carnaval Santista é a exposição virtual que a Fundação Arquivo e Memória de Santos apresenta durante a folia para lembrar a trajetória da festa na Cidade. Com ricas imagens do acervo iconográfico da Fundação, a mostra traz desde os corsos formados por carros conversíveis enfeitados que conduziam os foliões pelas ruas do Centro e depois da praia para brincar o carnaval. A prática resistiu até meados dos anos 1960.

Um capítulo à parte é destinado ao tradicional Banho da Dona Dorotéia, que movimentou os foliões por 74 anos, de 1923 a 1997, levando às grandes avenidas santistas homens fantasiados com roupas femininas esbanjando alegria e humor. Tem ainda homenagem a Waldemar Esteves da Cunha, Rei Momo de Santos entre 1950 e 1991, um verdadeiro personagem do carnaval, além de festas de rua, em clubes, concursos de fantasias até chegar à Passarela do Samba Dráuzio da Cruz, na Zona Noroeste, sede do desfile das escolas de samba, que aconteceu no último final de semana.

“É uma grande oportunidade para o santista ter contato com a rica história da Cidade, por meio do raríssimo acervo da Fundação tão bem-cuidado em nossos arquivos”, destacou o presidente da instituição, Leonardo Barbosa Delfino. Para conferir a exposição, basta acessar o link https://www.fundasantos.org.br/page.php?317.

sábado, 25 de janeiro de 2025

.: Exposição celebra os 471 anos de SP com o olhar único de Marcelo Sonohara


A exposição “I Love SP”, uma homenagem especial aos 471 anos da cidade de São Paulo, pode ser visitada no Shopping SP Market. Com curadoria assinada pelo renomado fotógrafo Marcelo Sonohara, a mostra captura a essência e a diversidade da maior metrópole do país por meio de imagens impactantes e cheias de significados.

Com fotos que retratam o dinamismo e a pluralidade cultural da cidade, evidenciando seus contrastes, paisagens urbanas e o cotidiano de seus habitantes, a mostra é aberta ao público e gratuita e fica disponível de 24 de janeiro até 24 de fevereiro, no corredor onde está localizado o Hello Park. 

A coletânea de fotos promete emocionar visitantes de todas as idades, proporcionando um convite à reflexão sobre o que torna São Paulo tão singular. A energia pulsante e os elementos que fazem da cidade um símbolo de inovação e resiliência ganham vida em cada fotografia.

“Nós ficamos muito tocados com as obras e decidimos trazer para o mall para conectar ainda mais o público com o coração da capital paulista. O SP Market completou 30 anos em 2024 e nós temos muito orgulho de fazer parte dessa história, todos estão convidados a revisitar São Paulo desta vez com um olhar artístico e inspirador”, comenta Maíra Santos, gerente de marketing do shopping.


Serviço
Exposição "I Love SP"
Fotógrafo: Marcelo Sonohara
Data: até dia 24 de fevereiro de 2025
Valor: gratuito
Corredor do Hello Park do Shopping SP Market
Av. das Nações Unidas, 22540, Jurubatuba / São Paulo

domingo, 12 de janeiro de 2025

.: Penélope visita a ​exposição "Castelo Rá-Tim-Bum 30 Anos"


A personagem interpretada pela atriz Angela Dip, visitará a exposição "Castelo Rá-Tim-Bum 30 Aanos". Foto: divulgação

Os apaixonados pelo "Castelo Rá-Tim-Bum" podem aproveitar para relembrar os momentos de inspiração da repórter Penélope. Tudo porque, no dia 15 de janeiro, às 16h00, a personagem interpretada pela atriz Angela Dip, visitará a exposição "Castelo Rá-Tim-Bum 30 Aanos". Os ingressos para a sessão especial já podem ser adquiridos pelo site da exposição (clique aqui). Os valores dos ingressos permanecem os mesmos. Os convites são limitados.

No programa exibido pela TV Cultura e que marcou uma geração inteira na década de 1990, Penélope é uma repórter popular e bonita que apresenta o seu próprio telejornal. A personagem é conhecida por usar roupas, maquiagem e cabelos cor-de-rosa, além de ser uma figura central na disseminação de notícias, cobrindo eventos em locais diversos, como o Alasca e a Nigéria.

A exposição está na reta final em São Paulo, seguindo aberta para visitação até o dia 31 de janeiro. A realização da mostra é da TV Cultura/Fundação Padre Anchieta, em parceria com a Boldly Go Entretenimento e o Atelier Casa do Trem Cenografia.


Serviço
Visita da repórter Penélope à exposição "Castelo Rá-Tim-Bum 30 Anos"
Data: 15 de janeiro
Horário: a partir das 16h00
Ingressos a venda no site: www.expocasteloratimbum.com.br
Local: Solar Fábio Prado – Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705 – Jardim Paulistano - São Paulo

quarta-feira, 8 de janeiro de 2025

.: Lektrik Art: exposição com festival de luzes chega ao Jardim Botânico de SP


A partir de sábado, dia 11 de janeiro, o Lektrik Art: Um Festival de Luzes - São Paulo, uma grande exposição de esculturas coloridas e confeccionadas de forma artesanal por 150 artistas, chega ao Jardim Botânico de São Paulo. Entre as obras estão lobos, pandas, flores, monumentos e réplicas de pontos turísticos que transportam o visitante para selvas, reinos,  culturas lendárias e contam diversas histórias sobre o mundo.

A chegada do Lektrik Art marca a estreia da exposição na América Latina, após uma temporada de sucesso em cidades como Miami, Los Angeles, Dallas e Nova Iorque. Seus corredores coloridos, cenários únicos e “instagramáveis”, garantem registros memoráveis e encantam crianças e adultos. 

A experiência é uma realização do Lektrik Art em parceria com a Fever e o Jardim Botânico de São Paulo. A exposição estará aberta de quarta a domingo a partir de janeiro, com sessões a partir das 17h00. Os ingressos já estão à venda pelo aplicativo da Fever, na bilheteria e no site do Jardim Botânico com valores a partir de R$ 39,00 (meia-entrada). 


Serviço
Exposição Lektrik Art: Um Festival de Luzes - São Paulo
Quando: A partir de 11 de janeiro  de 2025
Jardim Botânico de São Paulo -  Av. Miguel Estefano, 3031 - Vila Água Funda / São Paulo
Ingressos: já à venda no site e no aplicativo da Fever e na bilheteria do Jardim Botânico
Classificação: livre para todas as idades
Site: lektrik.com/sao-paulo

domingo, 5 de janeiro de 2025

.: Flávio Cerqueira celebra 15 anos de carreira com exposição no CCBB SP


Com curadoria de Lilia Schwarcz, mostra reúne em torno de 40 obras que destacam a potência da narrativa visual do artista paulistano, cuja poética mescla cenas cotidianas e oníricas com a problematização de questões de classe, identidade, raça e gênero. Público pode conferir “Flávio Cerqueira - Um Escultor de Significados” com entrada gratuita; após temporada de São Paulo, a exposição segue para os CCBBs Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro. Na imagem, “Better Together” (2020), de Flávio Cerqueira. Foto: Romulo Fialdini


“Eu penso a escultura como o instante pausado de um filme"
, explica Flávio Cerqueira ao comentar sua carreira, que chega à marca de 15 anos com uma retrospectiva individual inédita no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo. A declaração do artista joga luz sobre o forte teor de narrativa que imprime em suas obras, com esculturas figurativas em bronze que convidam o público a completar as histórias contidas em cada detalhe de personagens tipicamente brasileiros. Até dia 7 de fevereiro, a riqueza das narrativas propostas pelo artista estará em exibição em Flávio Cerqueira - um escultor de significados, com entrada gratuita. Os ingressos poderão ser retirados na bilheteria ou reservados pelo site bb.com.br/cultura. 

É a primeira exposição individual que percorre todos os 15 anos de carreira do paulistano. O artista tem obras em importantes museus ao redor do Brasil e no exterior e chega ao CCBB São Paulo com curadoria de Lilia Schwarcz, historiadora, antropóloga e imortal da Academia Brasileira de Letras. “Muito vinculada a uma certa história ocidental, a escultura em bronze celebrava o privilégio de homens brancos. Insurgindo-se contra essa narrativa, Flávio Cerqueira seleciona pessoas que observa no dia a dia, imersas em seu próprio cotidiano, e as eleva no bronze. São personagens representados de maneira altiva, com respeito, quase de maneira filosófica", comenta a curadora.

Reconhecidas pela originalidade e riqueza de detalhes, as esculturas de Cerqueira vão ocupar todos os andares e o subsolo do prédio histórico do CCBB no centro da capital paulista - no térreo, os visitantes vão encontrar “O Jardim das Utopias", uma seleção de trabalhos pensados para áreas abertas, que exploram a temática das fontes ornamentais e esculturas instaladas em praças públicas. “A busca por uma mudança do eu e o desejo de criar um lugar imaginário norteiam essa ilha de possibilidades, muitas vezes utópicas, mas que trazem leveza ao cotidiano caótico da existência", afirma o artista sobre as obras que vão dar as boas-vindas aos visitantes.
 

Narrativas múltiplas
No quarto andar do CCBB, o núcleo “Labirinto da Memória” aborda o aspecto autobiográfico da obra de Flávio Cerqueira, com obras marcantes de sua trajetória, que parecem materializar o momento congelado de uma história, representando “o desejo de pausar um momento e gozar dele, nem que seja por mais uma única vez", como explica o artista. Compõem esse núcleo trabalhos como “Iceberg" (2012),  “Ninguém nunca esquece” (2014) e “Pretexto para te encontrar”(2013), entre outros.

Já no terceiro andar, na área “Um Caminho Sem Volta", o projeto expográfico convida a um momento mais dramático e intimista, com iluminação rebaixada e uso de luz e sombra para valorizar a interação das obras com o espaço. Objeto recorrente na produção de Cerqueira, o livro é destaque neste núcleo, formado por trabalhos que dialogam com o caráter inalcançável do conhecimento formal, principalmente o acadêmico, que se apresenta para a classe trabalhadora como uma aspiração distante. 

“Em suas primeiras aparições, livro e escultura eram feitos de materiais distintos por eu acreditar que essa erudição não me pertencia e não me era possível alcançar. No decorrer de minha jornada, descobri diversas formas de erudição e cultura, e que muitas delas não estão somente em livros", comenta o artista.

Os demais núcleos - “Histórias: as Minhas, as Nossas” e “O Processo é Lento” - reúnem, um grande número de esculturas, algumas de grande porte, além de instalação com maquetes, estudos, formas de látex, gesso e materiais de trabalho que ilustram o processo de criação artística. O segundo pavimento do prédio agrupa várias obras, enquanto o subsolo exibe os bastidores da criação das peças. No cofre do CCBB haverá a projeção de um documentário em vídeo sobre o trabalho de Flávio Cerqueira. “Uma das coisas que mais me fascinam em ser artista é o fazer e todos os processos que isso envolve, por mais demorado que possa parecer", ele explica.

As obras materializam a sensação de marginalidade, de estar e se sentir à margem, a partir de figuras tipicamente brasileiras, sempre em um instante capturado e imobilizado pelo artista. Questões de classe, identidade, raça e gênero são problematizadas em narrativas que desfocam as fronteiras entre as esculturas, o espaço arquitetônico e o visitante, que se torna co-autor na produção de múltiplos significados.

“Meu fazer artístico é o processo de transformação pelo qual passa cada material até se tornar uma escultura: a cera de abelha misturada com óleos e um pó de barro peneirado que transformo em platina e que, modelada por minhas mãos, se torna uma figura. As misturas das ligas metálicas como cobre, estanho, chumbo, zinco, ferro e fósforo derretidos a mais de mil graus centígrados que, despejadas em um bloco de areia com dióxido de carbono, eternizam essas formas modeladas em um dos mais nobres materiais da escultura, o bronze", finaliza Flávio Cerqueira.

Ao realizar este projeto, o Centro Cultural Banco do Brasil valoriza a produção artística contemporânea nacional, promove reflexões sobre a arte como ferramenta de transformação social e reafirma seu compromisso de ampliar a conexão dos brasileiros com a cultura.


Serviço
Exposição “Flávio Cerqueira - um escultor de significados”
Até dia 17 de fevereiro de 2025
Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo
Rua Álvares Penteado, 112 - Centro Histórico | São Paulo/SP
Ingressos gratuitos: disponíveis em bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB SP
Informações: (11) 4297-0600
Estacionamento: o CCBB possui estacionamento conveniado na Rua da Consolação, 228 (R$ 14,00 pelo período de 6 horas - necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB). O traslado é gratuito para o trajeto de ida e volta ao estacionamento e funciona das 12h00 às 21h00.
Transporte público: o CCBB fica a 5 minutos da estação São Bento do Metrô. Pesquise linhas de ônibus com embarque e desembarque nas Ruas Líbero Badaró e Boa Vista.
Táxi ou Aplicativo: desembarque na Praça do Patriarca e siga a pé pela Rua da Quitanda até o CCBB (200 m).
Van: ida e volta gratuita, saindo da Rua da Consolação, 228. No trajeto de volta, há também uma parada no metrô República. Das 12h00 às 21h00.
Centro Cultural Banco do Brasil - São Paulo
Rua Álvares Penteado, 112 - Centro Histórico / São Paulo

sábado, 4 de janeiro de 2025

.: Exposição "Comigo Ninguém Pode", de Jeff Alan, na CAIXA Cultural São Paulo


Visitada por mais de 100 mil pessoas, a mostra gratuita que já passou por Olinda, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e Fortaleza, chega a São Paulo reunindo 40 obras que retratam as feições, texturas e tons retintos de personagens reais da periferia do Recife. Foto: Jeff Alan por Shilton Araújo


Em cartaz na CAIXA Cultural São Paulo, até dia 9 de fevereiro, a exposição individual “Comigo Ninguém Pode - A Pintura de Jeff Alan”, com 40 obras do artista visual pernambucano que destacam os traços e biotipos de crianças, jovens e adultos negros que entrecruzam o caminho do artista. Na programação também estão previstas visitas mediadas e uma oficina. O projeto tem patrocínio da CAIXA e do Governo Federal, curadoria do antropólogo Bruno Albertim e realização da Fervo Projetos Culturais.

Com pinturas expostas na França e na Inglaterra e uma residência artística em Portugal, Jeff Alan desponta como um dos principais nomes das artes visuais contemporâneas brasileiras. Comigo ninguém pode, sua mais nova exposição individual, estreou em Olinda e já passou por Recife, Rio de Janeiro, Salvador e Fortaleza, com um público de mais de 100 mil pessoas.

'Comigo Ninguém Pode' é uma planta que me acompanha toda a vida, em todas as casas onde minha família morou. Eu a encontro com muita facilidade nas ruas do meu bairro e ela aparece na exposição como forma de memória, de proteção, e principalmente como um grito, um grito de quem se levanta todo santo dia, vai pra batalha e diz: ´Comigo Ninguém Pode!´. Isso me encoraja a acreditar nos meus sonhos e viver deles”, explica o artista.

Daltônico, Jeff pinta desde a infância, motivado por sua mãe, Lucilene Mendes. Começou nas ruas, tendo como suporte os grafites. “Eu costumava pintar em preto e branco, passei a inserir as cores no meu trabalho um pouco antes da pandemia, aí na série 'Olhar Para Dentro' comecei a fazer vídeos e fotos das pessoas pretas, que depois se transformaram nas pinturas”, conta ele. Seu trabalho figurativo, de dimensões diversas, em acrílica sobre tela e desenho sobre papel, dão visibilidade às histórias e rostos dos moradores de sua comunidade no bairro do Barro, zona oeste da cidade do Recife. Personagens negros reais, de seu convívio, que são fotografados e depois pintados em cores saturadas e contrastadas.

“Quando ele pinta esses rostos, ele faz um trabalho de reescrita na história da arte brasileira. Se, como Gilberto Gil canta, ´a felicidade do negro é uma felicidade guerreira´, Jeff Alan põe em decomposição a figura do preto de subalternidade degradante naturalizado por Debret. Ao trazer seus contemporâneos, quase sempre tão periféricos porque pretos, quase sempre pretos porque periféricos, para o centro não apenas da composição, mas a lugares sociais historicamente negados, ele está pintando não apenas os personagens que estão ali, mas também todas as pessoas que os antecedem e que os sucedem”, analisa o antropólogo Bruno Albertim, que assina a curadoria da exposição. 

Para o artista, seu trabalho se comunica de forma direta com a população preta: “Quero que essas obras sejam vistas como espelhos, que possam despertar o sentimento de pertencimento”, diz ele. Animado a voltar a São Paulo, seu “primeiro destino de avião, o primeiro lugar onde levei minha arte”, ele conta que retornar à cidade com uma exposição individual em um equipamento de grande porte tem um sentido ainda mais especial: “É algo muito potente. Penso em fazer uma intervenção na Praça da Sé, falar sobre sonhos, abordar as pessoas que estão em situação de rua, que também são meu público na exposição”, diz ele. Fã dos Racionais Mc´s, sua obra “Recomeços” é inspirada na música “Um Homem na Estrada”. Outra se chama “Lave o Rosto nas Águas Sagradas da Pia, Nada como Um Dia Após o Outro Dia”, trecho da música “Jesus Chorou”. 


Serviço
Exposição “Comigo Ninguém Pode – A pintura de Jeff Alan”
CAIXA Cultural São Paulo - Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo/SP (próxima à estação Sé do Metrô)
Até dia 9 de fevereiro de 2025.
Visita mediada com o artista: dia 18 de janeiro de 2025, às 11h00
Oficina com o artista: dia 17 de janeiro de 2025, às 14h00
Visita mediada com o curador Bruno Albertim: dias 4 de fevereiro, às 14h00, e 5 de fevereiro, às 10h00
Horário de visitação: de terça a domingo, das 9h00 às 18h00.
Entrada franca
Classificação indicativa: livre para todos os públicos.
Acesso a pessoas com deficiência 
Informações: (11) 3321-4400 | https://www.caixacultural.gov.br
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal
Realização: Fervo Projetos Culturais 

quinta-feira, 2 de janeiro de 2025

.: Exposição "Castelo Rá-Tim-Bum 30 Anos" recebe a visita do Dr. Abobrinha


A exposição "Castelo Rá-Tim-Bum 30 Anos" começa o ano com uma série de novidades para entreter os fãs. A primeira delas será a visita especial do ator Pascoal da Conceição, o Doutor Abobrinha, que será realizada no dia 8 de janeiro, a partir das 16h00. No "Castelo Rá-Tim-Bum", programa exibido pela TV Cultura e que marcou uma geração inteira na década de 1990, o Dr. Abobrinha fazia planos mirabolantes para conquistar o castelo, mas sempre se dava mal.

Ele possuía uma obsessão em construir um prédio de cem andares com estacionamento e acreditava que o espaço onde o Castelo está seria perfeito para isso. Por causa disso, constantemente se disfarçava e tentava fazer os moradores assinarem um contrato de venda, mas sempre falha tanto por ser desastrado como por ser descoberto, jurando que um dia o castelo será seu. E repetia: “Um dia esse Castelo será meu!".

Aproveite para garantir o seu ingresso a venda no site: www.expocasteloratimbum.com.br e não perder esta oportunidade. A realização da mostra é da TV Cultura/Fundação Padre Anchieta, em parceria com a Boldly Go Entretenimento e o Atelier Casa do Trem Cenografia.


Serviço
Visita do Dr. Abobrinha na "Exposição Castelo Rá-Tim-Bum 30 Anos"
Data: 8 de janeiro
Horário: a partir das 16h00
Ingressos a venda no site: www.expocasteloratimbum.com.br
Local: Solar Fábio Prado – Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705 – Jardim Paulistano / São Paulo

segunda-feira, 16 de dezembro de 2024

.: Exposição "Racionais MC's - O Quinto Elemento" no Museu das Favelas


A mostra destaca a origem do grupo, promovendo reflexões sobre identidade e cultura além do impacto gerado por eles no país. Foto: divulgação


O Museu das Favelas, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, sob gestão do Instituto de Desenvolvimento e Gestão, em parceria com a Boogie Naipe, inaugurou no início deste mês a exposição "Racionais MC’s – O Quinto Elemento". A mostra homenageia um dos grupos mais influentes do rap brasileiro, explorando a origem, trajetória e o universo criativo de Mano Brown, Ice Blue, Edi Rock e KL Jay. A Genera, primeiro laboratório de genômica pessoal do Brasil, forneceu testes genéticos aos quatro integrantes do grupo, analisando os resultados ancestrais de cada um. 

Com curadoria de Eliane Dias, a exposição está organizada em eixos temáticos que ressaltam a música como uma poderosa ferramenta de resistência e transformação social. Um dos principais destaques é a apresentação da ancestralidade genética dos rappers, que proporciona uma nova perspectiva sobre suas identidades. "Buscamos ampliar as conexões entre identidade, ancestralidade e cultura", afirma Gustavo Riedel, diretor Latam de Genômica na Dasa. 

"Minhas expectativas para a exposição são de mostrar a história da banda pelo inexplicável, a olho nu, onde trago, como curadora, um pouco da história dos artistas e, consequentemente, esta jornada do 'Quinto elemento', o DNA do Racionais, onde fica cientificamente comprovado que esta união de Mano Brown, Ice Blue, Erick Jay e Kl Jay existe há mais de 35 anos. Através do estudo de ancestralidade, comprovamos que no mesmo período que o ancestral de um, estava o do outro também, passava no mesmo espaço e tempo, como pelo continente Africano. É lindo, forte e comprova que 'há mais coisas na terra que a nossa vã filosofia pode explicar'. Agradecida, Genera", afirma Eliane.  

A entrada para a exposição é gratuita, e os ingressos podem ser adquiridos no site do Museu das Favelas. Esta iniciativa não apenas celebra a trajetória dos Racionais MC’s, mas também convida o público a refletir sobre suas próprias origens e a importância da cultura afro-brasileira. 

Serviço
Exposição "Racionais MC’s - O Quinto Elemento"
Até 31 de maio de 2025
Local: Museu das Favelas – São Paulo
Endereço: Largo Páteo do Colégio, nº 148 – Centro Histórico / São Paulo
De terça a domingo, das 10h00 às 17h00.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2024

.: Exposição "Sisson, 200 Anos" aberta à visitação na Biblioteca Nacional


Com entrada gratuita, interessados podem conferir de segunda a sexta, das 10 às 17 horas, mais de 170 obras do artista francês radicado no Brasil e autor da 1ª HQ do país. Foto: Instituto Sébastien Sisson


Sabe o que José de Alencar, Dom Pedro II e a Princesa Isabel têm em comum com outros nomes conhecidos da literatura e da política durante o período imperial brasileiro? É que todos eles tiveram seus retratos feitos pelo artista francês Sébastien Auguste Sisson. E quem quiser saber mais e conhecer a obra do autor da primeira história em quadrinhos (HQ) do Brasil pode ver mais de 170 retratos na exposição "Sisson, 200 Anos", que se encontra no terceiro andar da Biblioteca Nacional, na Cinelândia, no Centro do Rio de Janeiro. A mostra é aberta ao público de segunda a sexta-feira, das 10h00 às 17h00. As visitas são gratuitas e podem ser feitas até 22 de janeiro de 2025.

Depois do sucesso da abertura, ocorrida em 25 de outubro, a exposição tornou-se objeto de debate entre pesquisadores sobre a importância que Sisson tem na preservação da memória de ilustres figuras históricas do Brasil. Uma das ilustrações disponíveis ao público é a versão original de “O Namoro, Quadros ao Vivo”, primeira HQ da história do País, publicada na revista Brasil Ilustrado em 15 de outubro de 1855.

Para a curadora da exposição, Bárbara Ferreira, a reflexão sobre o impacto da trajetória dos antepassados inspira as pessoas no tempo presente, fortalece e serve como exemplo, incluindo até aquilo que não se pode e/ou não se deve ser feito. Tudo isso, afirma a curadora, “nos incentiva a superar as dificuldades do dia a dia e a seguir em frente”. Além disso, ela complementa: "E quando alguém deixa como legado algo maior, que atinja muito mais pessoas, outras além de seus familiares e amigos, algo que se perpetua no tempo, esse, merece destaque, merece ser lembrado e sua memória, merece ser preservada. Assim é Sisson, um homem que nasceu há 200 anos! E hoje estamos lembrando sua existência e seu legado para que sua passagem pelo mundo continue a inspirar pessoas hoje e sempre”, conta Bárbara.


Reconhecimento por nomes importantes da literatura brasileira
Outras duas importantes vertentes artísticas de Sisson estão na mostra: as belíssimas gravuras de paisagens e monumentos do Rio de Janeiro da segunda metade dos anos 1800, e divertidas charges e caricaturas que ilustraram periódicos daquela época. A respeito das imagens de diferentes partes da então capital imperial, Sisson fez diversos registros a partir da segunda metade do século XIX. E a forma fidedigna com a qual fazia as litogravuras de retratos de personalidades daquela época despertou atenção até de Machado de Assis.

Em um trecho de “O Velho Senado”, o autor de "Dom Casmurro" e "Esaú e Jacó" disse as seguintes palavras sobre o artista: “A propósito de algumas litografias de Sisson, tive há dias uma visão do Senado de 1860. Visões valem o mesmo que a retina em que se operam. Um político, tornando a ver aquele corpo, acharia nele a mesma alma dos seus correligionários extintos, e um historiador colheria elementos para a História. Um simples curioso não descobre mais que o pitoresco do tempo e a expressão das linhas com aquele tom geral que dão as cousas mortas e enterradas”.

Já a respeito das caricaturas, ninguém menos que o poeta Carlos Drummond de Andrade elogiou a HQ de Sisson na ocasião da exposição "A Caricatura na Imprensa do Rio de Janeiro", em 1954. Essa afirmação foi feita pelo curador da exposição, Herman Lima, em seu livro "História da Caricatura no Brasil", editado em 1963.


Sisson e a Biblioteca Nacional
Um dos precursores da litografia no Brasil, Sébastien Sisson tem sua história intimamente ligada à Biblioteca Nacional. Na mais antiga instituição cultural do Brasil, fundada em 1810, o artista foi responsável por restaurar gratuitamente inúmeras gravuras que tinham se desgastado ao longo dos anos. Para o presidente da Biblioteca Nacional, Marco Lucchesi, Sisson é uma das “lentes mais poderosas do século XIX no Brasil” por ter ampliado o olhar a respeito da história do próprio país por meio da litografia.

“Sisson deu rosto ao que hoje talvez não alcançasse mais que uma frase ou parágrafo. Permitiu a realização de biografias ilustradas, em sua famosa e rara Galeria. Uma perfeita conjunção entre a arte da foto e da litografia, mediante uma correta utilização do claro-escuro, da distribuição das figuras, bem como de certa imaginação e delicada ironia. Também conhecido pela sequência de imagem e palavra, como percurso de quadrinistas, entre o palácio e a rua, o rosto e a paisagem, sem perder uma atmosfera difusa, nítida e eloquente, quanto mais sutil e difusa”, afirma Lucchesi, acrescentando que o artista é “um patrimônio da história do Brasil e da Biblioteca Nacional”.


Instituto Sébastien Sisson e a genealogia
Genealogista e designer, empresária do ramo de memória, especialista em Projetos de Design de História de Família, Bárbara explica que o início de sua paixão por genealogia foi por acaso. Interessada em desvendar detalhes sobre a família do marido, Christian Sisson, tataraneto de Sébastien, a curadora resolveu pesquisar sua árvore genealógica. Ao descobrir a participação importante do tataravô do esposo na história do País, percebeu que tinha algo extremamente valioso em mãos e, assumindo para si a responsabilidade de cuidar dessa memória, decidiu criar o Instituto Sébastien Sisson, do qual é diretora-geral.


Sobre Sébastien Sisson
Nascido em 2 de maio de 1824 na cidade em Issenheim, região da Alsácia, na França, Sébastien Sisson chegou ao Brasil, no Rio de Janeiro, em 1852, aos 28 anos de idade. Na então capital do Império, Sisson se estabeleceu como desenhista-litógrafo, produzindo uma obra artística notável de grande relevância histórica.

No país, para além dos retratos, o litógrafo também se tornou conhecido por realizar gravuras dos cenários do Rio de Janeiro do século XIX. E indo além, Sisson tinha a preocupação em promover as artes por meio da educação. Por isso, o artista foi um dos 99 fundadores da Sociedade Propagadora das Belas Artes, que, por meio do Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro, promoveu gratuitamente o ensino técnico-profissional e artístico no Brasil.

Graças a esse trabalho artístico, Sisson foi amplamente reconhecido e, por seus serviços de restauro gratuitos de preciosas estampas de difícil reparo à Biblioteca Nacional, foi condecorado pelo Imperador D. Pedro II com a Ordem da Rosa, em 1882, deixando assim um legado duradouro na história iconográfica do Brasil. Outro título foi a condecoração, em 1864, pela Academia Imperial das Belas Artes depois que o artista apresentou dois retratos em litografia que lhe valeram uma medalha de prata concedida pela Academia. E outra conquista foi o título de Litógrafo Oficial. A litografia (ou litogravura) é a técnica de desenhar sobre uma pedra polida, usada como matriz para impressão da imagem pressionada contra o papel.

No ano de 1866, estabelecido no Centro do Rio de Janeiro, na Rua da Assembleia, 60, Sisson obteve autorização para afixar Armas Imperiais em frente à sua oficina litográfica, adotando o título de “Litógrafo e Desenhador da Casa Imperial”. A paixão pelo Brasil e pela cidade do Rio de Janeiro não ficou apenas nas gravuras. Embora tenha voltado à França para se casar com Marie Justine Faller em 1863, no mesmo ano o casal voltou para a então capital imperial, onde o casal teve quatro filhos, um deles falecido ainda criança. E também foi nesta cidade que ele residiu até falecer aos 74 anos, em 1898.


Serviço
Exposição "Sisson, 200 Anos"
Até dia 22 de janeiro de 2025, de segunda a sexta-feira, das 10h00 às 17h00
Entrada gratuita
Local: Biblioteca Nacional (3º andar)
Endereço: Avenida Rio Branco, 219, Cinelândia, Centro / Rio de Janeiro
Classificação: livre

segunda-feira, 2 de dezembro de 2024

.: "Pavilhões de Vidro", de Sol Camacho e Abividro, é lançado na Escola da Cidade


Palácio de Cristal, projetado por Sir Joseph Paxton no Hyde Park, em Londres

Arquiteta mexicana radicada no Brasil, Sol Camacho lança no dia 12 de dezembro, na Escola da Cidade, em São Paulo, o livro "Pavilhões de Vidro: uma Tipologia de Vanguarda". Apoiado pelo Ministério da Cultura, Abividro (Associação Brasileira das Indústrias de Vidro), Cidadania Corporativa e pela própria Escola da Cidade, o livro aprofunda as histórias por trás de 36 pavilhões de vidro, refletindo sobre a importância do material ao longo dos anos na construção civil.

São diversos projetos arquitetônicos emblemáticos que exploram o uso do vidro na arquitetura entre 1851 e 2023. Dentre eles, obras como o Crystal Palace (1851), de Joseph Paxton, em Londres; o pavilhão de Lucio Costa e Oscar Niemeyer para Feira Mundial de Nova York de 1939 – primeiro projeto com cortina de vidro na cidade –; e o pavilhão do Jardim Botânico de Joaquin Guedes (1996) no Brasil. A publicação destaca o papel do vidro como material essencial na arquitetura moderna, com imagens de mais de 50 acervos de 18 países.

O lançamento dá sequência ao projeto, que segue com a mostra “Pavilhões de Vidro”, também na Escola da Cidade, aberta em 7 de novembro. A exposição conta com 16 dos 36 pavilhões que são abordados no livro e pode ser vista até 28 de março de 2025.


Serviço
Exposição "Pavilhões de Vidro: uma Tipologia de Vanguarda"
Até dia 28 de março de 2025, às 19h00
De segunda a sexta-feira, das 10h00 às 18h00. Sábados, das 10h00 às 12h00
Escola da Cidade - Rua General Jardim, 65 - Vila Buarque/São Paulo

Lançamento do livro: "Pavilhões de Vidro: uma Tipologia de Vanguarda"
Autoria: Núcleo de Pesquisa: Cultura do Vidro na Arquitetura
Lançamento: 12 de dezembro, às 19h00
Escola da Cidade - Rua General Jardim, 65 - Vila Buarque/São Paulo

sábado, 23 de novembro de 2024

.: Japan House São Paulo apresenta exposição "A Vida Que Se Revela"


Um diálogo visual entre o trabalho das fotógrafas japonesas Rinko Kawauchi e Tokuko Ushioda, a mostra destaca pontos em comum entre duas gerações distintas. Neste diálogo, o público independente de seu país de origem ou da geração, poderá se identificar com o ambiente doméstico e momentos em família e refletir sobre o futuro do lar e da família em constante evolução. Foto: Gabriela Portilho


Realizada pela primeira vez no Brasil, a exposição “A Vida Que Se Revela” ocupa o segundo andar da Japan House São Paulo até dia 13 de abril de 2025, com entrada gratuita. Em colaboração com o “Kyotographie International Photography Festival” - reconhecido como um dos mais importantes eventos do gênero desde sua criação em Quioto em 2013 – a mostra exibe quatro séries de fotografias produzidas por Rinko Kawauchi (1972) e Tokuko Ushioda (1940), que retratam momentos familiares e a intimidade de seus lares no Japão. 

As séries, que capturam momentos com a família ou cenas cotidianas do lar, são baseadas em um diálogo entre essas duas importantes fotógrafas japonesas, Rinko Kawauchi e Tokuko Ushioda, que receberam grande reconhecimento no "Kyotographie International Photography Festival 2024".   

Kawauchi comenta o motivo por ter escolhido a Ushioda, que já conquistou vários prêmios e está expondo na América Latina pela primeira vez aos 84 anos de idade, como parceira desta interlocução: “Eu respeito o fato de que ela tem atuado como fotógrafa desde uma época em que a participação das mulheres na sociedade era difícil, além do fato e que ela encara a vida com sinceridade”

Dentre os fotógrafos da atualidade, Kawauchi é conhecida por suas reflexões profundas e pessoais de sua família. Seu estilo, que ressalta a fragilidade e a vitalidade fundamental escondidos no objeto retratado com a sua delicada sensibilidade, teve reconhecimento internacional e, em 2007, seu trabalho foi exibido no Museu de Arte Moderna de São Paulo, no Brasil. 

“São formas muito poéticas de mostrar esses cotidianos com um olhar bem cuidadoso e muito pessoais para os pequenos detalhes e momentos, alguns comuns, outros inusitados e até divertidos. O que a gente espera é que o público se aproxime desse dia a dia, que crie uma certa intimidade com a vida dessas duas mulheres, que nada mais é do que a vida de uma pessoa comum no Japão e que pode ter tanto em comum com as nossas vidas aqui, do outro lado do mundo”, comenta Natasha Barzaghi Geenen, Diretora Cultural da Japan House São Paulo. 

A série “Cui Cui”, de Kawauchi, documenta, ao longo de 13 anos, momentos do ciclo de vida de sua família como o casamento de seu irmão, o falecimento de seu avô e o nascimento de seu sobrinho. O título da série foi escolhido pela fotógrafa ao se deparar com a expressão francesa usada para descrever o gorjeio do pardal, canto possível de ser ouvido nas mais diversas partes do mundo, e, portanto, uma metáfora perfeita para os sons cotidianos que permeiam a vida familiar de Kawauchi. Já em sua série, “as it is” (algo como “tal como é”, em tradução livre), Rinko registra os três primeiros anos de vida de sua filha, complementada por uma projeção em vídeo.  

Na série “Ice Box”, Ushioda documenta, ao longo de 22 anos, a intimidade de famílias de parentes e amigos utilizando geladeiras como um ponto fixo de referência, oferecendo uma perspectiva única sobre a vida doméstica e a conexão familiar da época. Já em “My Husband”, ela compartilha cenas do cotidiano com seu marido e filha, registradas em um pequeno apartamento de estilo ocidental durante a década de 1970. 

A Japan House São Paulo oferece várias atividades paralelas para proporcionar aos visitantes uma compreensão mais profunda acerca da exposição. Destaque para uma visita guiada no dia 19 de novembro, às 15hs, conduzida pela fotógrafa Tokuko Ushioda e por Yusuke Nakanishi, co-fundador e diretor do festival Kyotographie – International Photography Festival. Outro evento importante que acontece também na terça-feira (19), às 19h, é um bate papo com Tokuko Ushioda, mediado pelo fotógrafo e pesquisador brasileiro, Lucas Gibson. Na ocasião, o público poderá conhecer sobre a trajetória da fotógrafa e se aprofundar nas séries “Ice Box” (Caixa de Gelo) e “My Husband” (Meu Marido), presentes na exposição.  “A vida que se revela” integra o programa JHSP Acessível, oferecendo recursos táteis, audiodescrição e vídeo em libras para proporcionar acessibilidade a todos os visitantes. 

Sobre Rinko Kawauchi
Rinko Kawauchi nasceu em 1972, em Shiga, no Japão. Graduou-se em fotografia e design gráfico na Seian Women’s College (atual Seian University of Art and Design, em Saga) em 1993, e trabalhou como fotógrafa freelancer em publicidade durante anos. Em 2002 recebeu o 27º Prêmio Kimura Ihei por sua série Utatane e Hanabi. Em 2023, foi laureada com o Prêmio Mundial de Fotografia da Sony por sua excepcional contribuição nesse campo. A obra de Kawauchi é exibida com frequência em mostras no Japão e ao redor do mundo, como na Fundação Cartier em Paris e no The Photographer’s Gallery em Londres. 

Sobre Tokuko Ushioda
Tokuko Ushioda nasceu em 1940, em Tóquio, Japão. Graduou-se na Kuwasawa Design School em 1963, onde teve aulas com os fotógrafos Yasuhiro Ishimoto e Kiyoji Otsuji. Entre 1966 e 1978 deu aulas na Kuwasawa Design School e na Tokyo Zokei University. Em 2018, sua série Bibliotheca lhe garantiu os prêmios Domon Ken, Photographic Society of Japan na categoria “Lifetime Achievement”, e o Higashikawa Awards na categoria “The Domestic Photographer Award”. Em 2019, ganhou o Prêmio Especial Kuwasawa, e em 2022, o Prêmio Especial do Júri no Paris Photo – Aperture PhotoBook com a série My Husband. 


Serviço
Exposição “A Vida Que Se Revela”
Período: até dia 13 de abril de 2025
Local: Japan House São Paulo, segundo andar - Avenida Paulista, 52, São Paulo/SP 
Horário de funcionamento: terça a sexta, das 10h00 às 18h00; sábados, domingos e feriados, das 10h00 às 19h00.
Entrada gratuita. Reservas online antecipadas (opcionais) no site.

quinta-feira, 14 de novembro de 2024

.: "Bob Esponja - A Experiência" chega ao MIS Experience para comemorar 25


Prepare-se para mergulhar nas profundezas do oceano com a exposição “Bob Esponja - A Experiência”, que desembarca no MIS Experience, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, para celebrar os 25 anos de uma das séries animadas de maior sucesso de todos os tempos da Nickelodeon.

Criada pela YDreams Global, em parceria com a Paramount, por meio de seu departamento de Licenciamento de Produtos e Experiências, a mostra destaca a relevância cultural e artística da animação e transporta o visitante para o fundo do mar para vivenciar uma aventura inesquecível onde diversão, nostalgia e interatividade se encontram.

"Bob Esponja - A Experiência" é uma jornada multissensorial imersa no otimismo contagiante dos moradores da Fenda do Biquíni. Ocupando cerca de mil metros quadrados, a exposição reúne um acervo raro com mais de 80 itens que convidam os fãs a explorar os bastidores e a evolução desta icônica produção, celebrando sua trajetória desde o início até os dias de hoje.

Entre os destaques, está a primeira aparição de Bob Esponja Calça-Quadrada na versão original digitalizada da revista The Intertidal Zone, permitindo aos visitantes folhearem virtualmente a publicação e reviverem a estreia do personagem. A mostra conta ainda com esquetes originais, croquis e ilustrações que retratam a evolução do desenho ao longo dos anos, além de itens de colecionadores e making-of que revelam o processo criativo da série e figurinos da adaptação brasileira do premiado ‘Bob Esponja, O Musical’ da Broadway, . Esta é uma oportunidade única para conhecer a fundo a história de Bob Esponja Calça-Quadrada, seu criador Stephen Hillenburg e a jornada que conquistou fãs ao redor do mundo.

 Cada detalhe foi cuidadosamente pensado para proporcionar uma experiência interativa e exclusiva, capturando a energia contagiante dos personagens e fazendo com que os visitantes possam reviver e até “participar” de momentos inesquecíveis do universo de Bob Esponja Calça-Quadrada, como preparar hambúrgueres no Siri Cascudo, tirar a carteira de habilitação na autoescola Escola da Sra. Puff e interagir com águas-vivas no Campo de Águas-Vivas.

“Nesta celebração dos 25 anos de Bob Esponja Calça-Quadrada, temos a oportunidade de trazer para o público esse lugar imaginário. Além de ser nossa grande estreia no MIS Experience, vamos convidar o público a mergulhar nesta história repleta de positividade, alegria e muita diversão. É extremamente gratificante realizar um projeto desta magnitude sobre Bob Esponja Calça-Quadrada, um ícone da cultura pop internacional”, comenta Karina Israel, curadora da exposição e CEO da YDreams Global.

“Seguindo a vocação do MIS Experience em realizar exposições inéditas, tecnológicas e imersivas para todos os públicos, é com grande alegria que oferecemos mais uma vez uma experiência grandiosa por meio desse ícone que perpassa gerações. Visitantes de todas as idades ficarão encantados ao mergulhar na história de 25 anos do personagem e seus amigos, por meio de conteúdos exclusivos, acervo original e muita interatividade”, afirma André Sturm, diretor-geral do MIS Experience.

A exposição celebra os 25 anos de Bob Esponja Calça-Quadrada, um dos personagens mais amados dos desenhos animados. Para marcar essa data especial, a Paramount lançou a campanha "Ative Seu Modo Bob", convidando fãs de todas as idades a adotarem a visão otimista e divertida do personagem para aproveitar a vida ao máximo. Com o mote inspirador ‘Ative seu modo Bob e faça de todos os dias uma grande celebração’, "Bob Esponja - A Experiência" é uma extensão deste convite, proporcionando aos participantes uma imersão que captura toda a leveza e a alegria que definem Bob Esponja.

Agora, a magia da Fenda do Biquíni pode ser explorada ao vivo, numa imersão que promete encantar tanto as crianças de hoje quanto aquelas que já cresceram, mas que guardam na memória o amor por essa turma. "Bob Esponja - A Experiência" não é só uma exposição – é um convite para embarcar em uma jornada de pura fantasia e conexão. Seja revivendo lembranças ou criando novas aventuras, essa mostra vai unir gerações ao redor de um dos personagens mais carismáticos. "Bob Esponja Calça-Quadrada" está disponível na Nickelodeon e nos serviços de streaming da Paramount, Paramount+ e Pluto TV (no canal exclusivo Bob Esponja Calça-Quadrada).


Serviço
"Bob Esponja - A Experiência"
MIS Experience
R. Cenno Sbrighi, 250 - Água Branca, São Paulo.
Data: a partir de 4 de dezembro.
Horários: terças a sextas, domingos e feriados, das 10h às 19h; sábados, das 10h às 20h. Fechado às segundas-feiras.
Ingresso: gratuito às terças (retirada apenas na bilheteria física do MIS Experience no dia da visita). Quarta a sexta: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia-entrada). Sábados, domingos e feriados: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia). Terceira quarta-feira do mês: ingresso gratuito por conta de parceria com a B3 (retirada apenas na bilheteria física do MIS Experience no dia da visita).
Informações de acessibilidade: rampas de acesso; Braille; Libras; banheiros adaptados para cadeirantes.
Classificação indicativa: livre

terça-feira, 12 de novembro de 2024

.: Doc "O Roteiro da Minha Vida - François Truffaut" é destaque no Varilux


Dirigido por David Teboul e Serge Toubiana, o documentário "O Roteiro da Minha Vida - François Truffaut" ("Le Scénario de ma Vie - François Truffaut") pode ser assistido na 15ª edição do Festival Varilux de Cinema Francês, que apresenta uma programação de filmes inéditos e com passagens pelos principais festivais do mundo, como Cannes e Veneza. A distribuição no Brasil é da Bonfilm Filmes e a classificação indicativa é livre. 

No longa-metragem que foi destaque no Festival de Cannes, Truffaut ainda tem muito para nos contar sobre si mesmo, sobre a vida, sobre a infância, sobre nós... Quase quarenta anos após a sua morte, o principal diretor da Nouvelle Vague relembra sua infância e os primeiros trinta anos de sua vida. Baseando-se em escritos inéditos do cineasta, o diretor David Teboul explora a ligação entre seus filmes e as correspondências para construir o filme com um ângulo intimista. 

O Festival Varilux ocorre até dia 20 de novembro, com exibição de 20 filmes em 60 cidades e 110 salas de cinema do país. O portal Resenhando.com assiste aos filmes do Varilux no Cineflix Cinemas, localizado no Miramar Shopping, no Gonzaga, em Santos.


Ficha técnica
"O Roteiro da Minha Vida - François Truffaut" ("Le Scénario de ma Vie - François Truffaut")
2024 / 1h33min / Documentário
Direção: David Teboul, Serge Toubiana
Distribuição no Brasil: Bonfilm
Classificação indicativa: livre


Sobre a Bonfilm
Além de distribuidora de filmes, a Bonfilm é realizadora do Festival Varilux de Cinema Francês que, nos últimos 14 anos, promoveu mais de 35 mil sessões nos cinemas em todo o Brasil e somou um público de mais de um 1,2 mil espectadores. Desde 2015, a Bonfilm organiza também o festival Ópera na Tela, evento que exibe filmes de récitas líricas em uma tenda montada ao ar livre no Rio de Janeiro, e com uma edição em São Paulo.


Sobre o festival
O Festival Varilux de Cinema Francês é realizado pela produtora Bonfilm e tem como patrocinadores principais a Essilor/Varilux, Pernod Ricard/Lillet, Axa, Michelin, além do Ministério da Cultura, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria do Estado de Estado de Cultura e Economia Criativa, Lei Estadual de Incentivo à Cultura, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura. Outros parceiros importantes são a Alliance Française, a Embaixada da França no Brasil, as empresas Edenred, Air France, Fairmont (grupo Accor), além das distribuidoras dos filmes e os exibidores de cinema independente/de arte e as grandes redes de cinema comercial.

Assista na Cineflix
No litoral de São Paulo, o Festival Varilux de Cinema Francês acontece no Cineflix Santos, que fica Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga. Para acompanhar as novidades da rede Cineflix Cinemas mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste linkonsulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SANO Resenhando.com é parceiro da rede Cineflix Cinemas desde 2021.

.: "Ouro Verde", no Varilux, é mensagem ecológica e política de forma eficaz


O drama "Ouro Verde" ("La Promesse Verte") pode ser assistido na 15ª edição do Festival Varilux de Cinema Francês, que apresenta uma programação de filmes inéditos e com passagens pelos principais festivais do mundo, como Cannes e Veneza. Dirigido por Edouard Bergeon, o filme conta com Alexandra Lamy, Félix Moati e Sofian Khammes no elenco. A distribuição no Brasil é da Bonfilm Filmes e a classificação indicativa é 14 anos. 

No longa-metragem, para tentar salvar seu filho Martin, injustamente condenado à morte na Indonésia, Carole embarca em uma luta contra os exploradores de óleo de palma responsáveis pelo desmatamento e contra os poderosos lobbies industriais. O Festival Varilux ocorre até dia 20 de novembro, com exibição de 20 filmes em 60 cidades e 110 salas de cinema do país. O portal Resenhando.com assiste aos filmes do Varilux no Cineflix Cinemas, localizado no Miramar Shopping, no Gonzaga, em Santos.


Críticas publicadas sobre o filme

Le Parisien:
"Nesta ficção cativante, Édouard Bergeon transmite sua mensagem ecológica e política de forma eficaz. Um filme impactante, engajado e emocionante em defesa do nosso planeta, com atuações marcantes."

Ouest France:
"Um filme que une diferentes gerações em torno de um desafio urgente que precisa ser compartilhado."


Ficha técnica
"Ouro Verde" ("La Promesse Verte")
2024 / 2h04 / Drama
Com Alexandra Lamy, Félix Moati e Sofian Khammes
Direção: Edouard Bergeon
Distribuição no Brasil: Bonfilm
Classificação indicativa: 14 anos


Sobre a Bonfilm
Além de distribuidora de filmes, a Bonfilm é realizadora do Festival Varilux de Cinema Francês que, nos últimos 14 anos, promoveu mais de 35 mil sessões nos cinemas em todo o Brasil e somou um público de mais de um 1,2 mil espectadores. Desde 2015, a Bonfilm organiza também o festival Ópera na Tela, evento que exibe filmes de récitas líricas em uma tenda montada ao ar livre no Rio de Janeiro, e com uma edição em São Paulo.


Sobre o festival
O Festival Varilux de Cinema Francês é realizado pela produtora Bonfilm e tem como patrocinadores principais a Essilor/Varilux, Pernod Ricard/Lillet, Axa, Michelin, além do Ministério da Cultura, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria do Estado de Estado de Cultura e Economia Criativa, Lei Estadual de Incentivo à Cultura, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura. Outros parceiros importantes são a Alliance Française, a Embaixada da França no Brasil, as empresas Edenred, Air France, Fairmont (grupo Accor), além das distribuidoras dos filmes e os exibidores de cinema independente/de arte e as grandes redes de cinema comercial.

Assista na Cineflix
No litoral de São Paulo, o Festival Varilux de Cinema Francês acontece no Cineflix Santos, que fica Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga. Para acompanhar as novidades da rede Cineflix Cinemas mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste linkonsulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SANO Resenhando.com é parceiro da rede Cineflix Cinemas desde 2021.

domingo, 10 de novembro de 2024

.: Filme "1874" revive o nascimento do Impressionismo no Festival Varilux


Mistura de documentário e ficção, "1874, o Nascimento do Impressionismo" ("1874, La Naissance de l'impressionnisme") pode ser assistido na 15ª edição do Festival Varilux de Cinema Francês, que apresenta uma programação de filmes inéditos e com passagens pelos principais festivais do mundo, como Cannes e Veneza. Dirigido por Julien Johan e Nancy Hugues, o filme conta com Olivier Bonnaud, Marie-Stéphane Cattaneo e Régis Chaussard no elenco. A distribuição no Brasil é da Bonfilm Filmes e a classificação indicativa é livre. 

No longa-metragem, que foi recorde de audiência no canal Arte em 2024, em 1874, Monet, Renoir, Degas e seus colegas organizaram sua primeira exposição coletiva de forma independente. Este documentário de ficção revive a história desses jovens pintores que se rebelaram contra o academismo de sua época, traçando o surgimento da revolução impressionista.

O Festival Varilux ocorre até dia 20 de novembro, com exibição de 20 filmes em 60 cidades e 110 salas de cinema do país. O portal Resenhando.com assiste aos filmes do Varilux no Cineflix Cinemas, localizado no Miramar Shopping, no Gonzaga, em Santos.


Críticas publicadas sobre o filme

La Croix
"Este documentário de Julien Johan e Hugues Nancy ressuscita os pintores que se uniram para iniciar este movimento tão inovador. Um elenco de atores cuidadosamente selecionados e diálogos meticulosamente elaborados com base nos testemunhos e correspondências da época."

Ficha técnica
"1874, o Nascimento do Impressionismo" ("1874, La Naissance de l'impressionnisme")
2024 / 1h35 / Docu- ficção
Com Olivier Bonnaud, Marie-Stéphane Cattaneo e Régis Chaussard
Direção: Julien Johan, Nancy Hugues
Distribuição no Brasil: Bonfilm
Classificação indicativa: livre


Sobre a Bonfilm
Além de distribuidora de filmes, a Bonfilm é realizadora do Festival Varilux de Cinema Francês que, nos últimos 14 anos, promoveu mais de 35 mil sessões nos cinemas em todo o Brasil e somou um público de mais de um 1,2 mil espectadores. Desde 2015, a Bonfilm organiza também o festival Ópera na Tela, evento que exibe filmes de récitas líricas em uma tenda montada ao ar livre no Rio de Janeiro, e com uma edição em São Paulo.


Sobre o festival
O Festival Varilux de Cinema Francês é realizado pela produtora Bonfilm e tem como patrocinadores principais a Essilor/Varilux, Pernod Ricard/Lillet, Axa, Michelin, além do Ministério da Cultura, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria do Estado de Estado de Cultura e Economia Criativa, Lei Estadual de Incentivo à Cultura, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura. Outros parceiros importantes são a Alliance Française, a Embaixada da França no Brasil, as empresas Edenred, Air France, Fairmont (grupo Accor), além das distribuidoras dos filmes e os exibidores de cinema independente/de arte e as grandes redes de cinema comercial.

Assista na Cineflix
No litoral de São Paulo, o Festival Varilux de Cinema Francês acontece no Cineflix Santos, que fica Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga. Para acompanhar as novidades da rede Cineflix Cinemas mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste linkonsulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SANO Resenhando.com é parceiro da rede Cineflix Cinemas desde 2021.

.: "O Bom Professor", no Festival Varilux, debate assédio em sala de aula


O drama "O Bom Professor" ("Pas de Vagues") pode ser assistido na 15ª edição do Festival Varilux de Cinema Francês, que apresenta uma programação de filmes inéditos e com passagens pelos principais festivais do mundo, como Cannes e Veneza. Dirigido por Teddy Lussi-Modeste, o filme conta com François Civil, Shaïn Boumedine e Bakary Kebe no elenco. A distribuição no Brasil é da Mares Filmes e a classificação indicativa está a determinar. 

No longa-metragem, Julien é professor em um colégio. Jovem e dedicado, ele tenta criar um vínculo com sua turma, dando atenção especial a alguns alunos, incluindo a tímida Leslie. Esse tratamento diferenciado é mal interpretado por alguns alunos, que começam a suspeitar das intenções do professor. Julien é então acusado de assédio. A fofoca se espalha rapidamente, e tanto o professor quanto a aluna se veem presos em uma situação delicada..

O Festival Varilux ocorre até dia 20 de novembro, com exibição de 20 filmes em 60 cidades e 110 salas de cinema do país. O portal Resenhando.com assiste aos filmes do Varilux no Cineflix Cinemas, localizado no Miramar Shopping, no Gonzaga, em Santos.


Críticas publicadas sobre o filme

Le Parisien
"Um filme tenso e esclarecedor, destacando uma excelente performance de François Civil."

Les Echos
"Uma obra extremamente impactante."

Ficha técnica
"O Bom Professor" ("Pas de Vagues"
2024 / 1h32 / Drama
Com François Civil, Shaïn Boumedine, Bakary Kebe
Direção: Teddy Lussi-Modeste
Distribuição no Brasil: Mares Filmes
Classificação indicativa: a determinar


Sobre a Bonfilm
Além de distribuidora de filmes, a Bonfilm é realizadora do Festival Varilux de Cinema Francês que, nos últimos 14 anos, promoveu mais de 35 mil sessões nos cinemas em todo o Brasil e somou um público de mais de um 1,2 mil espectadores. Desde 2015, a Bonfilm organiza também o festival Ópera na Tela, evento que exibe filmes de récitas líricas em uma tenda montada ao ar livre no Rio de Janeiro, e com uma edição em São Paulo.


Sobre o festival
O Festival Varilux de Cinema Francês é realizado pela produtora Bonfilm e tem como patrocinadores principais a Essilor/Varilux, Pernod Ricard/Lillet, Axa, Michelin, além do Ministério da Cultura, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria do Estado de Estado de Cultura e Economia Criativa, Lei Estadual de Incentivo à Cultura, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura. Outros parceiros importantes são a Alliance Française, a Embaixada da França no Brasil, as empresas Edenred, Air France, Fairmont (grupo Accor), além das distribuidoras dos filmes e os exibidores de cinema independente/de arte e as grandes redes de cinema comercial.

Assista na Cineflix
No litoral de São Paulo, o Festival Varilux de Cinema Francês acontece no Cineflix Santos, que fica Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga. Para acompanhar as novidades da rede Cineflix Cinemas mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste linkonsulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SANO Resenhando.com é parceiro da rede Cineflix Cinemas desde 2021.

.: "A História de Souleymane" no Varilux é inspirador relato de superação


Destaque na Seleção Un Certain Regard do Festival de Cannes, o drama "A História de Souleymane" ("L’Histoire de Souleymane") pode ser assistido na 15ª edição do Festival Varilux de Cinema Francês, que apresenta uma programação de filmes inéditos e com passagens pelos principais festivais do mundo, como Cannes e Veneza. 

Dirigido por Boris Lojkine, o filme conta com Abou Sangare, Nina Meurisse e Alpha Oumar Sow no elenco. A distribuição no Brasil é da Bonfilm Filmes e a classificação indicativa é livre. No longa-metragem, recentemente chegado em Paris, Souleymane tenta sobreviver entregando refeições de bicicleta. Ao mesmo tempo, ele prepara uma entrevista determinante para a obtenção do asilo e de documentos para poder trabalhar. Mas ele encontra muitas pedras em seu caminho.

O Festival Varilux ocorre até dia 20 de novembro, com exibição de 20 filmes em 60 cidades e 110 salas de cinema do país. O portal Resenhando.com assiste aos filmes do Varilux no Cineflix Cinemas, localizado no Miramar Shopping, no Gonzaga, em Santos.

Ficha técnica
"A História de Souleymane" ("L’Histoire de Souleymane")
2024 / 1h33 / Drama
Com Abou Sangare, Nina Meurisse e Alpha Oumar Sow
Direção: Boris Lojkine
Distribuição no Brasil: Bonfilm
Classificação indicativa: livre


Sobre a Bonfilm
Além de distribuidora de filmes, a Bonfilm é realizadora do Festival Varilux de Cinema Francês que, nos últimos 14 anos, promoveu mais de 35 mil sessões nos cinemas em todo o Brasil e somou um público de mais de um 1,2 mil espectadores. Desde 2015, a Bonfilm organiza também o festival Ópera na Tela, evento que exibe filmes de récitas líricas em uma tenda montada ao ar livre no Rio de Janeiro, e com uma edição em São Paulo.


Sobre o festival
O Festival Varilux de Cinema Francês é realizado pela produtora Bonfilm e tem como patrocinadores principais a Essilor/Varilux, Pernod Ricard/Lillet, Axa, Michelin, além do Ministério da Cultura, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria do Estado de Estado de Cultura e Economia Criativa, Lei Estadual de Incentivo à Cultura, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura. Outros parceiros importantes são a Alliance Française, a Embaixada da França no Brasil, as empresas Edenred, Air France, Fairmont (grupo Accor), além das distribuidoras dos filmes e os exibidores de cinema independente/de arte e as grandes redes de cinema comercial.

Assista na Cineflix
No litoral de São Paulo, o Festival Varilux de Cinema Francês acontece no Cineflix Santos, que fica Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga. Para acompanhar as novidades da rede Cineflix Cinemas mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste linkonsulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SANO Resenhando.com é parceiro da rede Cineflix Cinemas desde 2021.

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