Por Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural.
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sexta-feira, 6 de novembro de 2026
.: Scatolove lança “Estanho”, álbum que celebra dez anos de dupla
Por Luiz Gomes Otero, jornalista e crítico cultural.
.: Manual Crônico: Preâmbulos, o que seria da vida sem eles?
Thiago Sobral é escritor e autor do livro "O Pai, a Faca e o Beijo", publicado pela Editora Patuá. Também publica semanalmente a coluna "Ao rés-do-chão" no Substack.
quinta-feira, 5 de novembro de 2026
.: Crônica: há 25 anos tudo começou e aqui estamos nós...
Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora do Resenhando.com
Em novembro de 2026
Era 5 de novembro de 2001. Depois de umas boas conversas pelos corredores da Universidade Católica de Santos, fomos ao cinema pela primeira vez, afinal estava acontecendo o Festival de Cinema Brasileiro com ingressos a R$ 2,00. Assistimos ao drama "Bicho de Sete Cabeças" e a comédia mesclada com romance "Amores Possíveis". Assim, ele saiu esbanjando o total de R$ 8,00.
Sim. Começamos a namorar numa sala de cinema Cinemark Santos há 25 anos, completando, então, a nossa relação as bodas de prata, enquanto que mês passado fizemos 20 anos de casados, bodas de porcelana.
É sempre engraçado quando paramos para pensar em quantas coisa passamos juntos. São tantos anos juntos, juntos mesmo. Parceria de fechamento e, ao longo desses 25 anos foram assistidos muitos filmes na telona dos cinemas do litoral paulista, na grande São Paulo e até nas viagens além das redondezas.
Seguimos o juramento feito diante do padre e de tantas testemunhas, incluindo nossos pais, que reforçou e oficializou o que foi iniciado lá naquele 5 de novembro quando eu cheguei totalmente atrasada. Ele lá estava me aguardando na entrada do Shopping Miramar, andando de um lado para o outro.
Não tinha celular, o que valia era o combinado e ponto final.
Sim. Ele me esperou e aqui estamos.
Afinal, em 2006 juramos:
“Prometo estar contigo na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, amando-te, respeitando-te e sendo-te fiel em todos os dias de minha vida, até que a morte nos separe".
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.: Crítica: "O Bosque Selvagem" é obra-prima épica repleta de subtramas
Cartaz de "O Bosque Selvagem"
Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora do Resenhando.com
Em novembro de 2026
Ao assistir "O Bosque Selvagem" não espere uma história de contos de fadas convencional ou algo semelhante ao inesquecível "Coraline e o Mundo Secreto" (2009). A grandiosa animação em stop-motion de 2026, produzida pelo Estúdio Laika e dirigida por Travis Knight, entrega fantasia bastante madura, assim como os diálogos. Em "O Bosque Selvagem" tudo começa, de fato, a partir do momento em que a jovem Prue McKeel adentra a floresta, estando o colega tímido e medroso Curtis logo atrás.
Nos primeiros minutos, os pais da garota são apresentados no papel de zelosos e incentivadores de uma boa leitura. Contudo, é preciso seguir as ordens de não levar o pequeno Mac McKeel porta a fora. Eis que a garota não obedece e, após viver horas de diversão numa bicicleta puxando um carrinho com o garotinho, Prue decide dar uma pausa no parquinho da região, mas um bando de corvos rapta o menininho. Assim, ela embarca numa aventura imprevisível na floresta proibida e encantada (nos arredores de Portland).
Com direito a confrontos estilo a saga de "O Senhor dos Anéis", "O Bosque Selvagem" que levou 16 anos para a conclusão é indiscutivelmente um épico da animação que trabalha temas complicados como luto, violência, perda e dilemas morais profundos (impulsionados pela dor e pela ambição da personagem da Rainha Viúva Alexandra, dublada por Carey Mulligan).
A produção que soma 2 horas e 10 minutos de duração e repleta de subtramas, utilizou de 233 a 236 bonecos diferentes, de tamanhos variando desde a ratinha Septima com 4,1 cm até a personagem General (dublada por Angela Basset) com 86 cm. Sendo que cerca de 142.030 rostos substituíveis impressos em 3D foram trocados quadro a quadro (24 rostos por segundo de filme) para garantir expressões faciais fluidas.
O resultado na telona de cinema é uma obra-prima baseada no livro homônimo infanto juvenil de Colin Meloy e ilustrado por Carson Ellis, publicado originalmente em 2011. Vale a pena conferir o longa que não é recomendado para menores de 14 anos!
Filme: O Bosque Selvagem. Título Original: Wildwood. Direção: Travis Knight. Roteiro: Chris Butler (adaptado dos livros de Colin Meloy e Carson Ellis). Produção: LAIKA. Gênero: Animação, Aventura, Família, Fantasia Sombria. Duração: 130 minutos (2h 10min). Distribuição no Brasil: Imagem Filmes. Elenco de Voz Original: Peyton Elizabeth Lee (Prue McKeel), Jacob Tremblay (Curtis), Mahershala Ali, Angela Bassett. Data de Lançamento no Brasil: 29 de outubro de 2026. Sinopse: Uma adolescente inicia uma missão desesperada de resgate em uma floresta encantada depois que seu irmãozinho é raptado por um bando de corvos. Acompanhada por um colega de classe azarado, ela arrisca tudo ao navegar por um mundo cheio de bandidos, animais falantes e figuras poderosas.
Trailer de "O Bosque Selvagem"
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Por: Mary Ellen Farias dos Santos, editora do Resenhando.com
Em novembro de 2026
O novo longa de ação e aventura produzido para o clássico dos jogos de fliperama de mesmo nome, "Street Fighter", é um recomeço cinematográfico para a franquia. A produção com Andrew Koji, Noah Centineo e Callina Liang, nitidamente eleva o nível de seus antecessores, "Street Fighter - A Última Batalha" (1994) e do spin-off não canônico de 2009, "Street Fighter: A Lenda de Chun-Li".
O roteiro assinado por T.J. Fixman e Kitao Sakurai (com colaborações creditadas ou apontadas em versões de desenvolvimento também por Dalan Musson), agrada aos fãs, mas, ao público em geral, deixa a sensação de que poderia ter sido muito melhor. Não pelo uso do bom CGI, mas pelo atropelamento em que todo o enredo é apresentado. No entanto, é bom destacar que entrega embates memoráveis, seja o do Ryu em meio a névoa da sauna ou quando Ken finaliza o confronto no estilo do jogo.
Ambientado nos anos 90, o filme dirigido por Kitao Sakurai com duração de 1 hora e 59 minutos traz diversos personagens importantes da criação da CAPCOM (multinational desenvolvedora e publicadora japonesa de jogos eletrônicos), mas foca na tríade Ryu (Andrew Koji, de "Trem-Bala"), Ken Masters (Noah Centineo, de "Para Todos os Garotos Que Já Amei", "Adão Negro") e Chun-Li (Callina Liang, de "Presença"). Para tanto, apresenta os parceiros, quase irmãos Ryu e Ken que passam anos afastados numa disputa pessoal e de orgulho sobre o passado.
Longe das lutas, Ryu tenta viver discretamente com as vendas de seu lámen num carrinho decadente de rua. Em tempo, nem mesmo um gatinho esfomeado é capaz de degustar tal iguaria. A derrocada de Ryu até remete a de Johnny Lawrence, na série "Cobra Kai", uma vez que Ken tenta sobreviver expondo-se nos holofotes televisivos quebrando carros. O que faz lembrar do personagem Johnny Cage (Karl Urban), do recente "Mortal Kombat II", mas sem a mesma qualidade e nível de entretenimento.
Eis que o tempo chega para o loiro fortão que também tem a figura esquecida pela grande massa. Por outro lado, Ken mantém ao lado o fiel parceiro Dan Hibiki (Andrew Schulz). Contudo, os rumos das vidas de Ken e Ryu voltam a serem entrelaçados por obra de Chun-Li, movida numa tarefa sombria de M. Bison (David Dastmalchian, de "Entrevista com o Demônio").
"Street Fighter", de trilha sonora no ponto com clássicos da época como "Wanna Be My Lover", La Bouche, entrega uma trama confusa em meio a tantos personagens que circundam o trio principal, desde Dhalsim (Vidyut Jammwal, de "Jungle - Protegendo a Selva"), Balrog (Curtis "50 Cent" Jackson, a Cammy (Mel Jarnson, "A Fera"), cabendo duas aparições de Blanka (Jason Momoa, "Aquaman"). Ao pecar por excesso, com até dois vilões, não apresenta o arco dos personagens e acaba desperdiçando sequência importantes, como o torneio oficial que em meio a tantos outros confrontos fica em segundo plano.
Contudo, "Street Fighter" deixa clara a busca de entreter o público saudosista do jogo. Sem se levar tão a sério, o longa tem como ponto alto os flashbacks em estilo anime, entregando todo o poder dos embates que faltaram em algumas cenas em live-action. Para quem busca diversão, a trama do famoso golpe Hadouken é uma boa pedida e promete sequência, com direito a cena pós-crédito.
Filme: Street Fighter. Título original: Street Fighter. Gênero: Ação, Artes Marciais, Comédia. Duração: 1h 59min (119 minutos). Direção: Kitao Sakurai. Roteiro: T.J. Fixman, Dalan Musson e Kitao Sakurai. Produção: Legendary Pictures, Capcom. Distribuição: Paramount Pictures. País de origem: Estados Unidos / Japão. Elenco Principal: Andrew Koji (Ryu), Noah Centineo (Ken Masters), Callina Liang (Chun-Li), David Dastmalchian (M. Bison), Cody Rhodes (Guile), Jason Momoa (Blanka / Jimmy), Roman Reigns (Akuma), 50 Cent (Balrog). Ano de lançamento: 2026 (estreia no Brasil em 15 de outubro de 2026). Sinopse: Ambientado em 1993, a história acompanha os amigos de infância e artistas marciais Ryu e Ken Masters, que estão afastados há anos e são recrutados pela misteriosa Chun-Li para competir no World Warrior Tournament (Torneio dos Guerreiros Mundiais). Ao se prepararem para o combate, eles descobrem uma conspiração global sombria orquestrada pelo ditador M. Bison, precisando confrontar o passado para sobreviver.
Trailer de "Street Fighter"
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quarta-feira, 4 de novembro de 2026
.: “Duna” desafia David Lynch com ficção científica grandiosa e estranha
Produção de 1984 tenta condensar o universo de Frank Herbert em 137 minutos e acaba encontrando sua força justamente nas imagens, nos figurinos e na atmosfera psicodélica
A situação muda radicalmente quando os Atreides são traídos. Paul precisa sobreviver ao deserto, aproximar-se dos Fremen e compreender as visões que apontam para um destino muito maior do que ele próprio imaginava. No papel, uma aventura espacial de proporções gigantescas. Na prática, um dos projetos mais espinhosos da carreira de Lynch. O diretor passou cerca de três anos e meio trabalhando em “Duna”, depois de recusar a oportunidade de dirigir “O Retorno de Jedi”. Antes dele, Ridley Scott havia demonstrado interesse pelo projeto, mas acabou deixando a produção. Lynch assumiu direção e roteiro e tentou colocar no filme uma quantidade impressionante de informações do romance de Herbert.
Com uma história extremamente complexa, cheia de casas nobres, planetas, religiões, disputas políticas, profecias e termos próprios, “Duna” precisava de espaço. A versão cinematográfica, porém, chegou aos cinemas com 137 minutos. O corte original era consideravelmente maior, mas a interferência do estúdio reduziu a duração e, junto com ela, parte da capacidade do filme de desenvolver personagens, relações e acontecimentos. O resultado é uma narrativa que muitas vezes parece correr para explicar o que deveria ter tempo para apresentar.
Vozes em off anunciam pensamentos, diálogos despejam informações e personagens aparecem com pouco espaço para ganhar profundidade. Para quem nunca leu o livro, acompanhar aquela quantidade de nomes e conceitos pode ser uma espécie de prova de resistência interplanetária. Existe ainda um detalhe curioso: Lynch não parece especialmente interessado em tornar aquele universo confortável para o espectador. A versão lynchiana de "Duna" tem uma aparência própria, frequentemente estranha, exagerada e psicodélica. A direção de arte e os figurinos carregam uma personalidade que continua chamando atenção décadas depois. Os cenários têm peso, textura e extravagância. Os trajes dos personagens parecem pertencer a uma civilização que passou séculos acumulando referências culturais de diferentes mundos e decidiu colocar tudo no mesmo guarda-roupa.
Os efeitos visuais, naturalmente, envelheceram. Algumas soluções parecem artesanais, outras revelam sem cerimônia as limitações técnicas da época. Ainda assim, existe uma dimensão tátil nos efeitos práticos e nas miniaturas que ajuda a explicar por que “Duna” continua despertando carinho entre parte dos admiradores da ficção científica. Os gigantescos vermes de areia de Arrakis são um bom exemplo. Vistos em uma tela pequena, determinados efeitos podem parecer frágeis. Em uma projeção de grande escala, porém, a dimensão física das criaturas ganha outra força. A experiência também favorece a fotografia, os cenários e o desenho de produção, elementos que sustentam boa parte do encanto do filme.
A trilha sonora de Toto, com participação de Brian Eno, é outro dos pontos fortes. O som ajuda a construir uma atmosfera grandiosa e peculiar, especialmente nas passagens envolvendo Arrakis e a Guilda Espacial. É uma música que, mesmo separada das imagens, continua capaz de evocar imediatamente o universo de Lynch. O elenco também merece atenção. Kyle MacLachlan interpreta Paul Atreides em seu primeiro grande papel no cinema e iniciaria ali uma parceria fundamental com Lynch. Francesca Annis, Jürgen Prochnow, Sean Young, Virginia Madsen, Max von Sydow, Patrick Stewart e Sting completam uma escalação que hoje parece quase inacreditável.
Patrick Stewart surge como Gurney Halleck em um dos detalhes mais curiosos da produção: carregando um pug durante uma batalha. É uma imagem tão improvável que parece ter sido inventada por alguém depois de assistir ao filme, mas está lá. O músico Sting, por sua vez, interpreta Feyd-Rautha Harkonnen e protagoniza uma das cenas mais lembradas da produção. Ele quase apareceu completamente nu durante o famoso banho de vapor, mas o estúdio mudou de ideia pouco antes das filmagens. O figurino usado na sequência acabou sendo produzido às pressas.
Os bastidores também foram pouco amigáveis. As filmagens no México provocaram problemas gastrointestinais em integrantes do elenco e da equipe. Para evitar novos contratempos, a produção construiu uma grande cafeteria para concentrar a alimentação e chegou a importar produtos dos Estados Unidos. Os trajes da Guilda Espacial têm outra história peculiar. Segundo os relatos reunidos sobre a produção, algumas peças foram encontradas em um antigo quartel de bombeiros abandonado e originalmente eram utilizadas como sacos para cadáveres. A equipe reaproveitou o material sem informar aos atores sua procedência.
A recepção de “Duna” foi bastante dividida. Parte da crítica e dos fãs considerou a adaptação confusa, excessivamente comprimida e distante do espírito do romance. Outros enxergaram na personalidade visual e na estranheza de Lynch os elementos que fazem a produção permanecer interessante. Essa divisão continua décadas depois. Há quem considere o filme um dos grandes tropeços da carreira do diretor. Há também quem o veja como uma experiência singular, imperfeita e fascinante, especialmente por aquilo que ousa fazer com o material de Herbert.
O próprio Lynch ficou profundamente insatisfeito com a versão final. Ele chegou a pedir que seu nome fosse retirado da versão estendida produzida para a televisão americana, utilizando o pseudônimo Alan Smithee na direção e Judas Booth no roteiro. O gesto dizia muito sobre sua relação com um projeto que havia consumido anos de trabalho.
“Duna” é melhor compreendido como documento de uma tentativa impossível: condensar um romance monumental em pouco mais de duas horas e, ao mesmo tempo, preservar a estranheza de um cineasta como David Lynch. O resultado é irregular, às vezes desajeitado, frequentemente exagerado e, em alguns momentos, involuntariamente engraçado. Também é visualmente inventivo, musicalmente marcante e cheio de escolhas que permanecem na memória. É um filme que pode irritar quem espera uma adaptação fiel e encantar quem gosta de descobrir alguma imagem inesperada, um figurino absurdo, uma criatura gigantesca ou Patrick Stewart entrando em batalha com um pug.
Ficha técnica
“Duna” | “Dune” (título original)
Gênero: Ficção científica, aventura. Duração: 137 minutos. Direção e roteiro: David Lynch. Baseado no romance “Duna”, de Frank Herbert. Produção: Raffaella De Laurentiis. Produção executiva: Dino De Laurentiis. Elenco: Kyle MacLachlan, Francesca Annis, Jürgen Prochnow, Kenneth McMillan, Sean Young, Virginia Madsen, Sting, Max von Sydow, Patrick Stewart, Brad Dourif, José Ferrer, Linda Hunt, Silvana Mangano, Freddie Jones, Richard Jordan, Everett McGill, Siân Phillips, Paul L. Smith, Alicia Witt, Dean Stockwell, Jack Nance, entre outros. Música: Brian Eno e Toto. Cinematografia: Freddie Francis. Direção de arte: Pier Luigi Basile. Figurino: Bob Ringwood. Edição: Antony Gibbs. Companhia produtora: De Laurentiis. Distribuição nos Estados Unidos: Universal Pictures. Lançamento nos Estados Unidos: 14 de dezembro de 1984. Idiomas: Inglês e italiano. Assista na plataforma de streaming Belas Artes À La Carte.
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terça-feira, 3 de novembro de 2026
.: Aos 97 anos, Nathália Timberg encara "Fôlego" e reafirma a paixão pelo teatro
Texto inédito de Andréa Bassitt, escrito especialmente para a atriz, acompanha uma veterana dos palcos diante das dificuldades para manter de pé o teatro que construiu ao longo da vida. Foto: Fernando Ocazione
Ficha técnica
Espetáculo "Fôlego"
Elenco: Nathália Timberg, Carla Marins e Rita Elmôr. Texto: Andréa Bassitt. Direção: Ricardo Grasson.
Serviço
Espetáculo "Fôlego"
Duração: 80 minutos. Classificação: 12 anos. Sesc Santo Amaro | Rua Amador Bueno, 505, Santo Amaro/São Paulo. Temporada: até dia 13 de dezembro. Quintas, sextas e sábados, às 20h00, e domingos, às 18h00. Sessões extras: 13 de novembro, sexta-feira, às 15h00; 4 de dezembro, sexta-feira, às 15h00. Acessibilidade em Libras: 5, 13, 28 de novembro e 6 de dezembro. Ingressos: R$ 70,00 (inteira), R$ 35,00 (meia) e R$ 21,00 (Credencial Plena). Venda disponível on-line pelo aplicativo Credencial Sesc SP ou pelo site da Central de Relacionamento do Sesc e nas bilheterias das unidades.
.: Documentário impressionante registra vida de Fatma Hassouna sob as bombas
Documentário de Sepideh Farsi acompanha por videochamadas a rotina de uma fotojornalista palestina em Gaza e ganha outro significado após a morte da jovem
Ficha técnica
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.: Clássico, “Aria” leva ópera ao cinema pelas lentes de diretores consagrados
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