Loja do Resenhando.com traz novos livros para venda no Shopee
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sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
.: Benito de Paula canta seus sucessos pelo Brasil com o filho, Rodrigo Vellozo
.: Pélico faz show de lançamento de “A Universa Me Sorriu” sábado no CCSP
Sobre o artista
.: “A Primeira Cirurgia da História, ou O Barbeiro de Andaluzia” em três sessões
Monólogo autoral de Emerson Espíndola (Mister Emerson), com direção de Ivan Parente, mistura sátira histórica, humor físico e narrativa direta ao público em uma comédia sobre fé, ciência e desinformação — agora em curta reta final, aos finais de semana. Foto: Ronaldo Gutierrez
.: "A Fratura" transforma um pronto-socorro em microcosmo da França
"A Fratura", de Catherine Corsini, transforma um pronto-socorro em microcosmo da França contemporânea, entre conflitos afetivos e a ebulição política dos protestos dos coletes amarelos. Foto: Photo 5 LF © / Carole Bethuel
O encontro com Yann, um manifestante ferido e furioso, vai chacoalhar suas certezas e preconceitos. Lá fora, a tensão aumenta e logo o hospital tem que fechar as portas, fazendo com que a equipe fique sobrecarregada. A noite será longa, trágica e hilária. Acesse gratuitamente sesc.digital neste link. Ou baixe o aplicativo, disponível para download nas lojas Google Play e App Store.
Aplicativo Sesc Digital
Sesc Digital
A presença digital do Sesc São Paulo vem sendo construída desde 1996, sempre pautada pela distribuição diária de informações sobre seus programas, projetos e atividades e marcada pela experimentação. O propósito de expandir o alcance de suas ações socioculturais vem do interesse institucional pela crescente universalização de seu atendimento, incluindo públicos que não têm contato com as ações presenciais oferecidas nas 40 unidades operacionais espalhadas pelo estado. No ar desde 2020, a plataforma Sesc Digital apresenta gratuitamente ao público conteúdos de diversas linguagens artísticas, como teatro, música, literatura, dança, artes visuais, entre outras. Com curadoria do CineSesc, a programação de cinema oferece ao público, filmes premiados, clássicos e contemporâneos, ficções e documentários, produções brasileiras e de várias partes do mundo. Saiba mais em Sesc Digital.
.: Japan House SP prorroga exposição "Fluxos - O Japão e a Água" até 5 de abril
A Japan House São Paulo anuncia a prorrogação da exposição “Fluxos - O Japão e a Água” até o dia 5 de abril. Em cartaz no segundo andar da instituição localizada na Avenida Paulista e visitada por mais de 150 mil pessoas, a mostra - que conta com curadoria da diretora cultural da JHSP, Natasha Barzaghi Geenen - propõe uma reflexão sobre a relação histórica, cultural e simbólica do Japão com o elemento essencial para a vida. A visitação é gratuita de terça a sexta-feira, das 10h às 18h; e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h.
A curadoria destaca diversos aspectos da água e sua gestão na sociedade nipônica, a partir de exemplos como o Canal Subterrâneo de Escoamento da Área Metropolitana de Tóquio - maior edificação de desvio subterrâneo de inundações do mundo -, e os diferentes tipos de águas termais e suas propriedades. A mostra também apresenta uma gravura em estilo ukiyo-e, de 1857, de Utagawa Hiroshige; a obra “Buloklok”, de Tomoko Sauvage, inspirada em uma clepsidra (relógio de água) que emite padrões sonoros; e a instalação “Sans room”, de Shiori Watanabe, que cria um ecossistema artificial de circulação microbiana por meio da água.
Serviço:
Exposição “Fluxos - O Japão e a Água”
Período: até 5 de abril de 2026
Local: Japan House São Paulo, segundo andar – Av. Paulista, 52 - São Paulo/SP
Horário de funcionamento: terça a sexta, das 10h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h.
Entrada gratuita.
.: #VivoLendo: "A Reinvenção da Metáfora", de Rogério Salgado
Coletânea comemorativa aos cinquenta anos de atividades poéticas e culturais de Rogério Salgado, o livro "A Reinvenção da Metáfora" traz um meticuloso e preciso trabalho de organização, seleção de poemas e prefácio de Luiz Otávio Oliani além do impecável projeto editorial de Ventura Editora. Em 1975, Rogério Salgado envolvido pelo teatro e pelos livros iniciou sua caminhada poética densa e produtiva em Belo Horizonte, onde seus projetos culturais fervilharam nas artes cênicas e na literatura e desembocaram na “Revista Arte Quintal”, importante veículo cultural, criada em 1983.
Logo em seguida, acondicionou poemas em saquinhos de pão e começou a colecionar prêmios. Publicou poemas em inúmeros jornais literários a ponto de figurar na antologia “A Poesia Mineira no Século XX”, organizada por Assis Brasil (Imago Editora). Atualmente, com mais de quarenta livros publicados, Salgado insere seu nome entre os poetas marcantes da cena literária nacional.
Seu trabalho poético tem um quê de nostalgia reflexiva alinhado a uma clara e constante determinação na procura de um éden interior, imerso numa utopia existencial e irrequieta diante do panorama áspero do cotidiano. Seu universo poético é movido pela persistência da memória e pela árdua vivência meditativa. Nas palavras de Virgilene Araújo, “é a inocência ao avesso, cores em branco e preto”. E nos envolve qual uma serena réstia de luz sobre a concretude cinzenta das tristezas e das angústias.
Sua temática diversificada navega entre o pessoal, o lírico, a memória afetiva e a problemática social e política seguindo uma concisa composição verbal e uma preocupação constante com o coletivo e suas implicações e consequências sobre o futuro do planeta. Com versos certeiros compõe um mosaico artístico pessoal banhado em coerência, lucidez e profunda visão humanista numa obra repleta de alternativas poéticas. A merecida homenagem a Rogério Salgado complementa-se com orelhas a cargo de Leandro Alves e Bilah Bernardes e capa de Val Melo emoldurando todo o excelente teor comemorativo e literário do projeto.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
.: Com poemas, Adélia Prado enfrenta o tempo e a morte em "Miserere"
Reunião de poemas escritos na maturidade, "Miserere", oitavo livro de poesia de Adélia Prado, publicado originalmente em 2013, marca o retorno da autora aos temas que sempre estruturaram sua obra, agora atravessados por uma consciência ainda mais aguda da finitude. Ainda que permeado por leveza e humor, o livro se apresenta como um “pedido de socorro” - expressão que atravessa seus versos — diante do tempo que passa, dos pecados, dos males terrenos e das inquietações da alma. Trata-se de uma reflexão de vida inteira sobre o cotidiano, a intimidade e a experiência espiritual, na qual a relação com o sagrado se espalha por todos os gestos da existência, do rigor do fazer poético à mais prosaica receita culinária.
Sobre a autora
.: The Cavern Club São Paulo apresenta Blitz com o show "Agora É a Hora"
Uma celebração vibrante da banda que ajudou a moldar o rock brasileiro e segue mobilizando plateias por onde passa. Foto: divulgação
A Blitz, um dos grupos mais influentes e carismáticos da música brasileira, chega a São Paulo para uma apresentação especial no The Cavern Club São Paulo, no dia 30 de janeiro, com a turnê “Blitz, Agora É a Hora”. O show reúne energia, teatralidade e um repertório que atravessa gerações, reafirmando o papel da banda como referência criativa e artística desde os anos 1980 até os dias atuais.
.: Filarmônica de Pasárgada apresenta o show "PSSP" no Sesc Belenzinho
No dia 30 de janeiro o Sesc Belenzinho recebe o grupo Filarmônica de Pasárgada. Os ingressos vão de R$ 18,00 (Credencial Sesc) a R$ 60,00 (inteira). Banda paulistana faz show do novo álbum "PSSP". Foto: Zé Vicente
Serviço
.: “O Diário de Pilar na Amazônia” terá Sessão Especial TEA na Rede Cineflix
Nesta sexta-feira, dia 30, às 14h00, a rede Cineflix Cinemas promove uma Sessão Especial TEA com o filme “O Diário de Pilar na Amazônia”, iniciativa voltada a pessoas no espectro autista e suas famílias. A ação integra o projeto de sessões adaptadas da exibidora, com ambiente mais acolhedor, som reduzido, iluminação parcial da sala e liberdade de circulação durante a exibição, garantindo maior conforto sensorial e inclusão no acesso ao cinema.
Ficha técnica
“O Diário de Pilar na Amazônia” (título original)
Gênero: aventura, drama, família. Classificação indicativa: livre. Ano de produção: 2025. Idioma: português. Direção: Duda Vaisman e Rodrigo Van Der Put. Roteiro: João Costa Van Hombeeck e Flávia Lins e Silva. Elenco: Lina Flor, Miguel Soares, Sophia Ataíde, Marcelo Adnet, Emílio Dantas, Babu Santana, Nanda Costa, Roberto Bomtempo. Distribuição no Brasil: The Walt Disney Company Brasil. Duração: 90 minutos. Cenas pós-créditos: não.
Assista no Cineflix Cinemas mais perto de você
As principais estreias da semana podem ser assistidos na rede Cineflix Cinemas. Para acompanhar as novidades da Cineflix mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste link. No litoral de São Paulo, as estreias dos filmes acontecem no Cineflix Santos, que fica no Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga. Consulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SAN. O Resenhando.com é parceiro da rede Cineflix Cinemas desde 2021.
Cineflix Miramar | Santos | Sala 1
De 29 de janeiro a 4 de fevereiro | Sessões em português | 14h00 e 16h00
No Miramar Shopping | Rua Euclides da Cunha, 21 - Gonzaga - Santos / São Paulo. Ingressos neste link.
.: "Munch: Amor, Fantasmas e Vampiras" propõe mergulho em Edvard Munch
Em cartaz no site sesc.digital e no aplicativo Sesc Digital, o documentário "Munch: Amor, Fantasmas e Vampiras", de Michele Mally" propõe um mergulho sensível e informativo no legado de Edvard Munch, ampliando o olhar para além de sua pintura mais famosa, "O Grito", e explorando a complexidade emocional e experimental de sua produção que inicia o gênero do expressionismo nas artes plásticas. A narração é de Ingrid Bolsø Berda.
Aplicativo Sesc Digital
Sesc Digital
.: DAN Galeria apresenta coletiva que revisita a formação da arte moderna
Com curadoria de Maria Alice Milliet, mostra relaciona Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Portinari, Alfredo Volpi e outros nomes essenciais que colaboraram para construção do imaginário visual brasileiro. Na imagem, Emiliano Di Cavalcanti, "O Repouso". Foto: Dan Galeria/Divulgação
A DAN Galeria apresenta, até 31 de janeiro, "O Brasil dos Modernistas", com curadoria de Maria Alice Milliet. Reunindo cerca de 50 obras de emblemáticas de nomes fundamentais como Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Cícero Dias, Victor Brecheret, Cândido Portinari, Guignard, Alfredo Volpi, Anita Malfatti e outros, a coletiva traça um panorama da arte moderna no país e destaca o papel do movimento que, a partir da década de 1920, redefiniu a linguagem artística nacional e acrescentou ao imaginário coletivo visões atualizadas do imaginário popular brasileiro.
O Brasil dos modernistas toma como ponto de partida das transformações que marcaram o surgimento da modernidade artística no Brasil, um movimento que se consolidou no confronto entre o conservadorismo cultural e o impulso de renovação de um país em transição. A Semana de Arte Moderna de 1922, é retomada aqui como marco simbólico desse embate: vaiada pelo público, expôs a resistência às novas linguagens e à ruptura com os padrões tradicionais, inaugurando uma produção voltada à atualização estética e à construção de uma identidade artística brasileira.
O percurso curatorial retrata como os primeiros modernistas, em busca de formação e reconhecimento, voltaram-se aos grandes centros artísticos da Europa. Foi a partir dessa experiência que muitos passaram a perceber a força e a originalidade da diversidade cultural brasileira para construção de suas próprias identidades artísticas. “Os nossos modernos não precisaram buscar em lugares exóticos os conteúdos populares ou étnicos que tanto encantavam os europeus. Encontraram em nossas paisagens e costumes os ingredientes para a constituição de uma visualidade de caráter nacional”, afirma a curadora Maria Alice Milliet.
Embora influenciada pelas vanguardas europeias, a arte moderna no Brasil manteve-se fiel à figuração. O contato com o movimento de “retorno à ordem”, no período entre guerras, levou os artistas a explorar linguagens expressionistas, cubistas e, mais tarde, surrealistas, em um processo que definiu as bases estéticas do primeiro modernismo brasileiro.
Dentre os destaques da mostra, está o "Retrato de Judite" (1944), de Alfredo Volpi. Pintado no ano em que o artista se casou com Benedita da Conceição, conhecida como Judite, o trabalho retrata sua esposa nua entre cortinas, de braços abertos, como se apresentasse as pinturas que a cercam. Volpi, que iniciou a carreira decorando fachadas paulistanas, desenvolveu uma linguagem própria, marcada pela geometrização e pelo uso refinado da cor. Seu trabalho simboliza a passagem da pintura figurativa para uma modernidade madura, iluminada e de forte identidade brasileira.
“É inegável que Tarsila, Di Cavalcanti, Cícero Dias, Rego Monteiro, Brecheret, Portinari, Guignard constituíram um corpus iconográfico identificado com o Brasil. Mais que isso, o modernismo acrescentou ao imaginário nacional visões atualizadas da nossa realidade sociocultural. Ou seja, quando pensamos na mulher brasileira, vem à nossa cabeça a sensualidade das morenas pintadas por Di Cavalcanti; a história da conquista do nosso território realiza-se no Monumento às Bandeiras, de Brecheret; nossos mitos são os de Tarsila; nossas praias são as de Pancetti; e as festas populares têm no colorido das bandeirinhas de Volpi sua melhor expressão”, completa Maria Alice Milliet sobre o eixo expositivo.
Ao reunir obras fundamentais do período, a mostra O Brasil dos modernistas destaca a relevância histórica e cultural do movimento que redefiniu os rumos da arte no país. A coletiva reforça o papel dessa geração de artistas na construção de uma identidade visual e reafirma a atualidade de seu legado na formação do que se entende por brasilidade.
Artistas presentes
Alberto da Veiga Guignard, Alfredo Volpi, Anita Malfatti, Candido Portinari, Cícero Dias, Emiliano Di Cavalcanti, Ernesto De Fiori, Ismael Nery, José Pancetti, Tarsila do Amaral, Vicente do Rego Monteiro e Victor Brecheret.
Sobre a galeria
A Dan Contemporânea surgiu como um departamento de Arte Contemporânea da Dan Galeria. Em 1985, Flávio Cohn, filho do casal fundador, juntou-se à Dan criando o Departamento de Arte Contemporânea, que ele dirige desde então. Assim, foi aberto espaço para muitos artistas contemporâneos tanto brasileiros, como internacionais, fortemente representativos de suas respectivas escolas. Posteriormente, Ulisses Cohn também se associa à galeria, completando o quadro de direção dela.
Nos últimos 20 anos, a galeria exibiu: Macaparana, Sérgio Fingermann, Amélia Toledo, Ascânio MMM, Laura Miranda e artistas internacionais: Sol Lewitt, Antoni Tapies, Jesus Soto, César Paternosto, José Manuel Ballester, Adolfo Estrada, Juan Asensio, Knopp Ferro e Ian Davenport. Mestres de concreto internacionais também fizeram parte da história da Dan, tais como: Max Bill, Joseph Albers e os britânicos Norman Dilworth, Anthony Hill, Kenneth Martin e Mary Martin.
A Dan Galeria incluiu mais recentemente em sua seleção, importantes artistas concretos: Francisco Sobrino e François Morellet. O fotógrafo brasileiro Cristiano Mascaro; os artistas José Spaniol, Teodoro Dias, Denise Milan e Gabriel Villas Boas (Brasil); os internacionais, Bob Nugent (EUA), Pascal Dombis (França), Tony Cragg (G. Bretanha), Lab [AU] (Bélgica) e Jong Oh (Coréia), se juntaram ao departamento de Arte Contemporânea da galeria. A Dan Galeria sempre teve por propósito destacar artistas e movimentos brasileiros desde o início da década de 1920 até hoje. Ao mesmo tempo, mantém uma relação próxima com artistas internacionais, uma vez que os movimentos artísticos historicamente se entrelaçam e dialogam entre si sem fronteiras.
Serviço
Exposição "O Brasil dos Modernistas"
Curadoria: Maria Alice Milliet
Endereço: DAN Galeria – Rua Estados Unidos, 1638 – São Paulo
Período expositivo: até 31 de janeiro de 2026
Horário: das 10h00 às 19h00, de segunda a sexta; das 10h00 às 13h00, aos sábados.
Entrada gratuita
Classificação: livre
Mais informações: dangaleria.com.br
























