quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

.: E os indicados ao Oscars 2026 foram... "O Agente Secreto" garante quatro

A cerimônia da 98ª edição do Oscars, marcada para o dia 15 de março de 2026 e o Brasil garantiu quatro indicações ao Oscar 2026, como filme brasileiro "O Agente Secreto", dirigido por Kleber Mendonça Filho. São elas: "Melhor Filme", "Melhor Filme Estrangeiro", "Melhor Ator" (que faz história como o primeiro brasileiro indicado nesta categoria principal) e "Melhor Direção de Elenco", nova categoria. Antes do Oscar, o filme nacional já havia vencido prêmios importantes como o Globo de Ouro de Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Ator em Filme de Drama para Wagner Moura. 

O anúncio feito em 22 de janeiro de 2026 também trouxe outro feito, colocando o longa "Pecadores" em destaque como o filme com mais indicações ao prêmio, somando 16, duas a mais do que "A Malvada "(1950), "Titanic" (1997) e "La La Land: Cantando Estações" (2016). Até então, o recorde era dividido entre os três filmes, somando 14 indicações. Assim, "Pecadores" representa uma ameaça ao favoritismo de "Uma Batalha Após a Outra", que tem 13. Confira a lista dos indicados!


Melhor Filme

O Agente Secreto

Uma Batalha Após a Outra

Bugonia

F1: O Filme

Frankenstein

Hamnet

Pecadores

Marty Supreme

Valor Sentimental

Sonhos de Trem

Melhor Filme Internacional

O Agente Secreto

Foi Apenas Um Acidente 

Valor Sentimental

Sirat 

A Voz de Hind Rajab 

Melhor Ator

Timothée Chalamet - Marty Supreme

Ethan Hawke - Blue Moon

Wagner Moura - O Agente Secreto

Michael B. Jordan - Pecadores

Leonardo DiCaprio - Uma Batalha Após a Outra


Melhor Atriz

Jessie Buckley - Hamnet

Rose Byrne - Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria

Kate Hudson - Song Song Blue: Um Sonho a Dois

Renate Reinsve - Valor Sentimental

Emma Stone - Bugonia


Melhor Direção

Chloé Zhao - Hamnet

Josh Safdie - Marty Supreme

Paul Thomas Anderson - Uma Batalha Após a Outra

Joachim Trier - Valor Sentimental

Ryan Coogler - Pecadores


Melhor Ator Coadjuvante

Benício Del Toro - Uma Batalha Após a Outra

Jacob Elordi - Frankenstein

Sean Penn - Uma Batalha Após a Outra

Delroy Lindo - Pecadores

Stellan Skarsgård - Valor Sentimental


Melhor Atriz Coadjuvante

Elle Fanning - Valor Sentimental

Inga Ibsdotter Lilleaas - Valor Sentimental

Teyana Taylor - Uma Batalha Após a Outra

Wunmi Mosaku - Pecadores

Amy Medigan - A Hora do Mal (Leia nossa crítica)


Melhor Roteiro Original

Blue Moon

Foi Apenas Um Acidente

Marty Supreme

Valor Sentimental

Pecadores


Melhor Roteiro Adaptado

Bugonia

Frankenstein

Hamnet

Uma Batalha Após a Outra

Sonhos de Trem

Melhor Direção de Elenco

Hamnet

Marty Supreme

Uma Batalha Após a Outra

O Agente Secreto

Pecadores


Melhor Animação

Guerreiras do K-Pop

Zootopia 2

Elio

Arco 

A Pequena Amélie


Melhor Documentário

Alabama: Presos do Sistema

Embaixo da Luz de Neon

Rompendo Rochas

Mr. Nobody Against Putin

A Vizinha Perfeita (Leia nossa crítica)


Melhor Fotografia

Marty Supreme

Frankenstein

Pecadores

Uma Batalha Após a Outra

Sonhos de Trem


Melhor Figurino

Avatar: Fogo e Cinzas

Frankenstein

Hamnet

Marty Supreme

Pecadores


Melhor Montagem

F1: O Filme

Marty Supreme

Uma Batalha Após a Outra

Valor Sentimental

Pecadores


Melhor Design de Produção

Frankenstein

Hamnet

Marty Supreme

Uma Batalha Após a Outra

Pecadores

Melhor Trilha Sonora

Bugonia

Frankenstein

Hamnet

Pecadores

Uma Batalha Após a Outra


Melhor Canção Original

"Dear Me" - Diane Warren: Relentless

"Golden" - Guerreiras do K-Pop

"I Lied to You" - Pecadores

"Sweet Dreams of Joy" - Viva Verdi

"Sonhos de Trem" - Sonhos de Trem


Melhor Maquiagem e Penteado

Frankenstein

Kokuho

Pecadores

Coração de Lutador: The Smashing Machine

A Meia-Irmã Feia


Melhor Som

F1: O Filme

Pecadores

Sirat

Frankenstein

Uma Batalha Após a Outra


Melhores Efeitos Visuais

Avatar: Fogo e Cinzas

F1: O Filme

Jurassic World: Recomeço

Pecadores

O Ônibus Perdido


Melhor Curta Animado

Butterfly

Forevergreen

The Girl Who Cried Pearls

Retirement Plan

The Three Sisters


Melhor Curta Documentário

All the Empty Rooms

Armed with a Only a Camera: The Life and Death of Brent Renaud

Children No More: "Were and Are Gone"

The Devil is Busy

Perfecly a Strangeness


Melhor Curta

Butcher's Stain

A Friend of Dorothy

Jane Austen's Period Drama

The Singers

Two People Exchanging Saliva


Leia+

.: Crítica: "O Agente Secreto" é filmaço imperdível com a cara do Brasil

.: Crítica: furioso e envolvente, “O Agente Secreto” é a alegoria do tubarão

.: Crítica: "Uma Batalha Após a Outra" é filmaço que vai dar Oscar a Sean Penn

.: Resenha: "Pecadores" é experiência cinematográfica vampiresca de blues

.: Crítica: "Bugonia" faz deboche que reforça conspirações ideológicas

.: “Hamnet: a Vida Antes de Hamlet” não "passa pano" para William Shakespeare

.: Crítica: "Marty Supreme" reflete a imaturidade de quem nega a realidade

.: Atuação forte de Timothée Chalamet será pedra no sapato de Wagner Moura

.: Crítica: “F1 - O Filme” acelera com emoção e homenagens a Ayrton Senna

.: "Zootopia 2" é dinâmico ao tratar preconceito, discriminação e opressão

.: Crítica: "Elio" é versão masculina de Lilo sem um Stitch criador do caos

.: Crítica: "Avatar: Fogo e Cinzas" é novelão empolgante pautado na família

.: Angela Figueiredo encara a ditadura e recusa suavizar a dor em “1975”


Por Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, editor do portal Resenhando.comFoto: divulgação

Em "1975", espetáculo escrito por Sandra Massera e protagonizado por Angela Figueiredo, a memória dos desaparecimentos forçados durante a ditadura uruguaia ganha corpo em uma encenação solo, íntima e politicamente incisiva. Em cartaz na Arena B3, no Centro Histórico de São Paulo, a montagem recusa o conforto da distância histórica e aproxima o público brasileiro de um trauma que atravessa fronteiras e décadas.

Ao assumir não apenas a atuação, mas também a co-direção, a tradução e a adaptação do texto, Angela Figueiredo transforma o palco em espaço de escuta e reflexão. A peça não busca reconstruir fatos de maneira documental, mas sustentar emocionalmente aquilo que foi apagado pela violência de Estado e pelo silêncio que se seguiu. Nesta entrevista exclusiva ao portal Resenhando.com, a atriz fala sobre memória, ética, solidão, juventude sob regimes autoritários e o teatro como lugar onde a dor não é suavizada.

Resenhando.com - "1975" fala de desaparecimentos forçados, mas também de tudo aquilo que nunca voltou a ser dito. O que dói mais em cena: a violência explícita do Estado ou o silêncio que se instala depois dela?
Angela Figueiredo - 
A dor e as emoções da personagem não estão apenas na violência explícita do Estado, mas também no silêncio, na angústia, na perda, nas dúvidas e nas reflexões da sua vida.

Resenhando.com - Em um espetáculo construído a partir de cartas, lembranças e ausências, o que você precisou inventar para dar corpo ao que historicamente foi apagado. E também o que você se recusou a inventar por respeito à memória real?
Angela Figueiredo - Precisei criar as partes que faltavam, misturando-as com a minha juventude e as experiências daquele período. Também troquei essas ideias com Sandra Massera, autora do texto, uruguaia e co-diretora com quem trabalhei no processo da primeira montagem. Percebemos que, mesmo vivendo em países diferentes, estávamos ligadas pelo mesmo pensamento juvenil da época. Não quis separar os sentimentos e as experiências que vivi no Brasil da história que estou contando. As ditaduras no Brasil e no Uruguai, tiveram muitas coisas em comum e despertaram sentimentos parecidos.

Resenhando.com - Há algo de profundamente político em escolher uma atuação solo para falar de um trauma coletivo. Você sente que essa solidão em cena dialoga com a solidão das famílias que esperaram por respostas que nunca vieram?
Angela Figueiredo - Não sinto solidão em cena, represento a dor das famílias que esperam por respostas que nunca tiveram.

 Resenhando.com - Depois de tantos anos transitando pela televisão, pelo cinema e pelo teatro, o que "1975" exige de você como atriz que nenhuma novela ousou exigir?
Angela Figueiredo - Este espetáculo me exige o domínio do todo, pois, além de co-dirigir e atuar, traduzi e adaptei o texto. Cuido de todos os detalhes. Já no cinema, na televisão e em espetáculos com equipes maiores, as funções são divididas: as equipes são grandes, muita gente para fazer muita coisa. Aqui, trabalho com uma equipe pequena e estou envolvida em todo o processo.

Resenhando.com - A peça revisita a ditadura uruguaia, mas o público brasileiro inevitavelmente faz suas próprias conexões. Em que momento você percebeu que "1975" deixou de ser “sobre o outro país” e passou a ser perigosamente próxima de nós?
Angela Figueiredo - Sempre pensei que a peça dialogava com a nossa história no Brasil, mas essa percepção se tornou ainda mais clara quando entendi que a violência e o trauma são os mesmos que vivemos aqui. A peça se passa no Uruguai, mas essa história poderia ser passada   em nosso país também.

Resenhando.com - Existe o risco de transformar a dor histórica em produto cultural “bem-acabado”. Como você e Sandra Massera lidaram com o limite entre encenação, ética e memória viva?
Angela Figueiredo - Busquei uma abordagem baseada no respeito à memória da história dolorosa do passado. A encenação foi pensada para manter essa memória viva, como a personagem faz, usando obviamente a poesia do texto para chegar diretamente ao público sem a preocupação de suavizar o sofrimento. Independentemente da dor, a vida segue de alguma forma, e alguns momentos apenas aliviam a dúvida sem fim.


Resenhando.com - O espetáculo propõe uma escuta sensível, quase íntima. Em tempos de discursos ruidosos, polarizados e violentos, você acredita que o teatro ainda é um espaço de escuta, ou virou um lugar de resistência silenciosa?
Angela Figueiredo - Acredito que o teatro é um espaço de escuta, reflexão, resistência e poesia também. Não sei se silenciosa ou barulhenta; depende de como as pessoas recebem o espetáculo.

Resenhando.com - Ao longo da carreira, você interpretou personagens em universos muito distintos. O que permanece em você depois de cada sessão de "1975" que não ficava após um dia de gravação na televisão?
Angela Figueiredo - As personagens não vão comigo para casa. Eu as deixo no camarim, depois que tiro o figurino, independentemente do texto.

Resenhando.com - Há uma geração inteira que não viveu as ditaduras latino-americanas e outra que tenta relativizá-las. O que você espera que esses jovens levem consigo ao sair do teatro: incômodo, informação ou responsabilidade?
Angela Figueiredo - Espero que o espetáculo possa informar, sensibilizar ou despertar a curiosidade daqueles que não vivenciaram ou não sabem o que aconteceu nesse período. Mais do que isso, o texto também traz uma reflexão sobre perda, solidão e memória.

Resenhando.com - Em cena, você carrega memórias que não são suas, mas que são transmitidas por você o tempo todo. Existe um momento em 1975 em que a atriz desaparece e sobra apenas alguém tentando sustentar aquilo que a história tentou enterrar?
Angela Figueiredo - A peça é uma ficção construída a partir da realidade daquela época. As memórias não precisam ser minhas para que eu possa expressá-las e transmiti-las. Durante todo o espetáculo, estou ali como atriz, vivendo aquela história. Naquele momento, tudo é real.

Ficha técnica
Espetáculo "1975"

Texto: Sandra Massera
Direção: Sandra Massera e Angela Figueiredo
Elenco: Angela Figueiredo
Direção de vídeos e fotos: Nanda Cipola
Assistente de direção: Claudinei Brandão
Cenografia e figurinos: Kléber Montanheiro
Iluminação: Amarílis Irani e Maria Julia Rezende
Trilha sonora: Branco Mello e Sandra Massera
Programação visual: Vicka Suarez
Operações técnicas: Nanda Cipola, Maria Julia Rezende
Realização: Casa 5 Produções

Serviço
Espetáculo "1975"

Dias 24 e 25 de janeiro, às 14h30 e 17h00
Classificação: 12 anos
Duração: 60 minutos
Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/114362/d/355042/s/2395274?

Sobre a B3
A B3, a bolsa do Brasil, tem o compromisso de apoiar a democratização do acesso à cultura, por meio de parcerias e patrocínios que facilitem o acesso da sociedade a esses espaços. Em 2023, a bolsa do Brasil apoiou 25 projetos, e possibilitou que mais de 95 mil pessoas acessassem os 7 museus patrocinados por meio do oferecimento também de dias de gratuidade. Dentre as instituições apoiadas estão o MASP, a Pinacoteca de São Paulo, o MIS, o Museu Judaico e MUB3, na capital paulista, o Instituto Inhotim, localizado em Minas Gerais, e o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Além das gratuidades, a bolsa do Brasil patrocina ainda uma série de iniciativas culturais, como musicais, eventos e exposições.


Sobre a Aventura

Fundada em 2008, e liderada por Aniela Jordan, diretora artística e produção e geral, Luiz Calainho, diretor de marketing e negócios, e por Giulia Jordan, diretora geral de venues, a Aventura é referência na produção de espetáculos de altíssima qualidade, que tornou o mercado de teatro musical um dos principais segmentos da economia criativa no Brasil. A empresa se estabeleceu como uma grande aliada da multiplicidade artística, fundamental para o desenvolvimento social, econômico e cultural. A sua missão é transformar grandes ideias em realidade, criando fortes conexões entre marcas e projetos. São mais de 40 produções, de espetáculos inéditos e de versões da Broadway, como “Elis, a musical”, “A Noviça Rebelde”, “Sete”, “O Mágico de Oz”, “SamBRA”, “Chacrinha, o musical”, “Romeu & Julieta, ao som de Marisa Monte”, “Merlin e Arthur, um sonho de liberdade” e o infantil “Zaquim”. Em 2022, a produtora inovou com o primeiro musical em formato de série do país, o “Vozes Negras – A Força do Canto Feminino”, e com o musical “Seu Neyla”, apresentado em dois palcos com o uso da internet para criar uma experiência diferenciada no espectador, além de estrear uma parceria com a Disney - Pixar com o espetáculo “Pixar in Concert”. Com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, criou a Cia Stone de Teatro, projeto de teatro itinerante no interior do Brasil e é a responsável pela produção da Cia de Ballet Dallal Achcar. Ao todo, foram mais de 3,8 mil apresentações e cerca de 4,5 milhões de espectadores, mais de 16 mil empregos diretos e indiretos gerados, números que não param de crescer. 

.: “Ser Mulher Não é Para Qualquer Um”: Nany People reestreia peça


Entre risos e lembranças, o espetáculo ficará em cartaz quintas, às 20h, até 29 de janeiro, e é inspirado na nova biografia da atriz e humorista, com passagens hilárias e episódios marcantes da sua trajetória. Foto: Moisés Pazianotto

Nany People começa o ano celebrando a sua vida e trajetória. A atriz e humorista está em plena comemoração dos seus 60 anos de idade, 50 anos de carreira, 40 anos da sua chegada a São Paulo e 30 anos de TV da forma que mais gosta: nos palcos. E agora, ela inicia 2026 em clima de festa em uma nova temporada do seu show: “Ser Mulher Não é Para Qualquer Um - O Espetáculo”, até dia 29 de janeiro, no Teatro Mooca. Baseada na sua nova biografia, a peça ficará em cartaz todas as quintas do mês.

Em cena, Nany relata episódios, histórias, causos e inspirações da sua vida e carreira, de maneira muito bem-humorada e com muita beleza. O texto é de Flávio Queiroz e a direção artística/conceitual de Marcos Guimarães. Com a ajuda de projeções e números musicais, o espetáculo vai passeando por toda a trajetória da artista mineira, que se tornou um dos maiores ícones do humor brasileiro. Em um país em que se fala tanto de etarismo, Nany People é a prova viva de que a idade não impacta na produção ou na criatividade, quando se ama o que se faz!

“É um grande tributo à minha trajetória. 'Ser mulher não é pra qualquer um' é mais do que uma peça, é um mergulho divertido, emocionante e verdadeiro nas histórias que me transformaram na mulher que sou hoje”, conta Nany. Com o “jeitinho Nany de ser”, a humorista vai relembrando acontecimentos que marcaram a sua carreira, especialmente nos últimos dez anos, e que estão relatados em sua nova biografia: “Ser Mulher Não é Para Qualquer Um - A Saga Continua”, também assinada por Flávio Queiroz, publicada pela Umanos Editora.

"Esse espetáculo é um presente que eu me dou e compartilho com o público! Uma viagem pelos últimos dez anos - das novelas às maratonas de shows, das viagens aos meus amores de quatro patas - e, claro, a alegria de ter meu nome reconhecido por inteiro. Tudo isso com muito humor, porque, afinal, ser mulher não é pra qualquer um!", brinca a diva.

Em “Ser Mulher Não é Para Qualquer Um - O Espetáculo”, Nany People celebra seis décadas de vida e uma carreira marcada por coragem, versatilidade e muito bom humor. Baseada em sua nova biografia, a peça percorre os momentos mais marcantes de sua trajetória - especialmente os últimos dez anos - com histórias, causos e revelações que passam pelas novelas na TV aberta, a maratona de viagens pelos palcos do Brasil e bastidores da sua vida pessoal.


Ficha técnica
“Ser Mulher Não é Para Qualquer Um - O Espetáculo”
Um espetáculo de Nany People e Marcos Guimarães
Com Nany People
Texto: Flavio Queiroz
Direção de cena: Marcos Guimarães
Concepção visual: Marcos Guimarães
Direção musical: Ricardo Severo
Iluminação: Ronny Vieira
Figurino: Fábio Ferreira
Assessoria de imprensa: Prisma Colab
Produção Executiva: MG8 Cultural

Serviço
"Ser Mulher Não é Pra Qualquer Um - O Espetáculo"
Temporada até 29 de janeiro, quintas
Horário: 20h00
Local: Teatro Mooca
Endereço: Rua Capitão Pacheco e Chaves, 313 - São Paulo
Valores: R$ 120,00 (inteira), R$ 60,00 (meia-entrada)
Link de vendas: https://bileto.sympla.com.br/event/113434/d/350086 

.: Entrevista: Aline Campos enfrenta o jogo e paga o preço da sinceridade


Eliminada do "BBB 26", atriz reflete sobre embates, emoção e a decisão de não silenciar conflitos do passado. Foto: Globo/ Beatriz Damy


Eliminada no primeiro paredão do "BBB 26", Aline Campos deixou a casa mais vigiada do Brasil após receber 61,64% dos votos do público. Protagonista de um embate intenso com a participante Ana Paula Renault, a atriz e empresária entrou no jogo disposta a resolver pendências do passado e pagou o preço por jogar de forma frontal e emocional logo na primeira semana. Nesta entrevista, Aline faz um balanço honesto de sua passagem pelo reality, comenta os conflitos que marcaram sua trajetória, reflete sobre escolhas, estratégias e aprendizados, e revela quais laços gostaria de ter aprofundado caso tivesse permanecido no programa.


Que balanço faz da sua trajetória no "BBB 26"? 
Aline Campos - Estou feliz e com o coração tranquilo em relação à minha participação no "BBB" nessa primeira semana de jogo, que foi tão intensa. Acho que não tinha como ser diferente diante da bagagem que já existia na minha relação com a Ana Paula, que foi a narrativa principal que me envolveu nesses dias. Não teria como seguir o jogo com isso engasgado, sem zerar essa situação. Só que o fato de eu ter exposto isso a ela, de certa forma, gerou um olhar para mim de competição e também um mal-estar, por mais que ela tenha me pedido desculpas e eu tenha aceitado; o clima ficou ruim. Eu não me arrependo de nada do que fiz. Algo que eu pretendo avaliar, quando conseguir parar, é a minha forma de me expressar. É importante reforçar que uma pessoa que medita, que trabalha seu autoconhecimento e sua espiritualidade não é melhor do que ninguém e não está imune a se desequilibrar emocionalmente. Muito pelo contrário: uma pessoa que sabe que existe a sua sombra entende que precisa ser olhada para que não machuque ninguém. O fato de eu meditar não significa que eu sou só zen, só namastê. Tem sempre o outro lado da polaridade. Pelos poucos vídeos que eu consegui assistir até agora e pelo que eu me lembro, acho que está tudo coerente com o que eu vivi. Existiram momentos em que não dava para falar calminha; houve momentos em que a minha fala foi mais impactante. Por ser uma mulher forte, no sentido de já ter vivido muitas coisas e sempre tendo lutar, a gente acaba criando um escudo, camadas que fazem com que a gente não seja só leve e suave na vida. Existem outras mulheres na casa que eu considero que são assim como eu. Estou muito feliz, porque sei que agi com o coração do início ao fim. Por mais que eu tenha saído na primeira semana, consegui enxergar que foi um paredão difícil. Consigo enxergar que a Ana Paula é uma ótima jogadora. Em relação ao jogo, eu tiro meu chapéu para ela porque ela soube e sabe – e eu acho que ela vai muito longe – articular e fazer a coisa acontecer de uma forma inteligente e do jeito que ela quer para ela. Talvez jogar com o coração nem seja jogar. Eu simplesmente fui eu lá, de certa forma, até com uma inocência por ter entrado logo de cara num embate com uma das pessoas mais fortes dos reality shows que já aconteceram no Brasil. Mas não me arrependo de absolutamente nada, faria tudo igual, talvez lapidando a forma de me expressar.

 
O que faltou para ir mais longe na competição, na sua opinião? 
Aline Campos - Eu acho que para eu ir mais longe na competição ou teria que ter guardado para mim o que aconteceu aqui fora, pelo menos por um tempo – se eu tivesse feito isso, eu acredito que não teria ido para esse primeiro paredão – ou não ter tido coragem de colocá-la (Ana Paula) nesse primeiro paredão comigo quando tocou o Big Fone. Mas acredito que as coisas são como têm que ser. Talvez se eu tivesse criado mais oportunidade de discussão com ela e não tivesse cessado... Mas ela também não olhava no meu olho para que essa oportunidade surgisse. Uma das estratégias de jogo dela era não me dar enredo para continuar com mais narrativa.
 

Quando usou sua “touca da sorte”, com as flores, a Ana Paula fez uma piada te chamando de planta. Como avalia esse apontamento? 
Aline Campos - Eu acho que ela foi genial, porque aquela touca eu uso aqui fora quando estou me sentindo para baixo, eu amo aquela touca. Só que quando eu a coloquei na mala e decidir usar, nem pensei que aquilo podia ser motivo de piada. Mas ela foi genial; olhou e falou “planta”. Eu tive até que concordar que a piada dela foi boa (risos). Uma coisa muito positiva na Ana Paula, por mais que a forma de levar o jogo vá contra àquilo que eu acredito, é que ela é muito engraçada. Ela tem um humor ácido e uma leveza que são igual a quando você assiste a uma novela e gosta do vilão. Ela tem essa característica que eu acho que faz o povo abraçá-la. Contudo, não faz o menor sentido me apontar como planta. Eu tentava não levar a sério, porque ela queria me provocar. Ela falava o tempo todo que eu era planta e, de certa forma, manipulava também o público de casa, porque ela sabia que esse era o" BBB" que não tolerava planta. Mas uma planta não movimenta o jogo como eu movimentei. Uma planta não tem coragem de falar para a participante mais confiante o que eu falei, de bater de frente. Eu não concordo e aquilo ali não me atingiu em absolutamente nada.
 

Por que acha que o Marcelo te puxou para o paredão após atender o "Big Fone"? E como foi sua escolha pela Ana Paula no contragolpe? 
Aline Campos - Eu tinha acabado de conversar com o Marcelo. Quando eu me conectei com ele inicialmente, ele foi um querido comigo. Eu achei que nunca fosse ter problema com ele. Mas ele acabou sendo um fiel escudeiro da Ana Paula e, quando eu vi, ele tinha parado de falar comigo. Mesmo depois da conversa que eu tive com ele, o Big Fone tocou e, no calor da emoção, me vendo conversar com ela também, não teria como ele pensar em outra pessoa. Eu entendo ele ter me colocado, por mais que a gente tenha conversado e, na hora, ter parecido que ficou tudo bem entre a gente, aquilo ali é um jogo. Quando eu peguei a pulseira, eu ainda dei uma analisada na casa, mas eu realmente não tinha dúvidas de quem colocar. Por mais que eu achasse ela uma pessoa forte, eu acredito que não tinha como ter sido diferente. Não por acaso o Big Fone tocou naquela hora, dando todos os sinais de que era para haver aquele embate. Não tive nem como pensar em outra pessoa.


No primeiro mercado da Xepa, os outros brothers não atenderam ao seu pedido pela caixa de ovos. Ao reivindicar, você acabou discutindo com a Ana Paula. Você se sentiu incompreendida naquele momento? 
Aline Campos Eu me senti muito incompreendida, porque com as estalecas que eu dava para fazer a compra coletiva, eu também comprava a carne da galera e outros itens que eu nem consumia. Na minha cabeça, não fazia sentido nenhum alguém me privar de, com o meu próprio dinheiro, – mesmo eu participando do “ratatá” da carne que eu não comia – comprar uma caixa de ovos. Então, eu me senti, sim, injustiçada, por pura implicância.
 

Que aprendizados ficam dessa experiência no reality?
Aline Campos Eu acho que ainda vou ter muitos aprendizados no pós-"BBB" por estar me analisando, entendendo como eu sou nas reações e tudo mais. Mas o aprendizado é sobre lidar com pessoas diferentes de mim. É importante, porque chega um momento na nossa vida em que a gente consegue escolher mais as pessoas com quem a gente convive e isso torna a nossa vida mais confortável. Se eu não quero estar com você, eu não preciso. Só que quando você está com pessoas com quem você não quer estar, existem muitos aprendizados que a gente só entende vivendo. Por exemplo, lidar com vários sentimentos, estar naquela casa, acordar com a música alta e só querer ver as pessoas que eu amo, mas ter que lidar com quem estava me odiando lá dentro. Então, eu ainda estou assimilando tudo, a ficha demorou a cair quando eu entrei e está demorando para cair agora que eu saí. Eu acho que o aprendizado é sobre lidar com emoções que eu não escolho, porque no dia a dia, graças a Deus, hoje eu posso escolher quem está do meu lado.
 

Entre camarotes e veteranos, você disse que já conhecia alguns dos participantes. Sua percepção sobre algum deles mudou durante o game?  
Aline Campos - Sim. Eu saí com uma percepção esquisita a respeito do Babu, eu diria. Talvez se eu tivesse ficado mais tempo lá, eu poderia esclarecer com ele, porque sempre gostei muito dele, do papo dele, de quando ele está na conversa com todo mundo. Mas o negócio que ele me falou depois do Sincerão não fez sentido para mim, eu achei que ele “pipocou”. Ele disse que, se não tivesse colocado a Sol (Vega), ele teria me colocado na posição de quem ele não gostaria que ganhasse o "BBB". Aí eu falei: “Como assim? Das 20 e poucas pessoas, você me chama de amiga, e eu sou a pessoa que você não gostaria que ganhasse o BBB?”. Aí ele respondeu: “Não, amiga, não é isso. Mas é porque você está num paredão muito difícil, então eu ia te colocar porque eu achava que você sairia”. Aí eu falei ele estava sendo incoerente, porque a pergunta do Tadeu foi clara: “Quem você gostaria que não ganhasse o 'BBB'?”. E que se ele me colocasse, ele iria declarar que queria que eu perdesse. Aí ele ficou tentando dar uma enrolada para algo que não tinha o que enrolar. A pergunta foi clara e isso me deixou um pouco decepcionada, porque ele me chamava de amiga e eu realmente tinha uma grande consideração e carinho por ele - tenho ainda. Ali eu enxerguei de uma outra forma, vi que realmente é um jogo. Mas eu espero que depois a gente converse e que fique tudo ajustado.
 

Essas relações com brothers e sisters que já conhecia aqui fora ajudaram na convivência ou dificultaram de alguma forma?
Aline Campos - Eu acho que ajudaram, de alguma maneira. O Jonas foi superfofo de me levar para o Almoço do Anjo quando eu estava abalada emocionalmente e na Xepa, com opções limitadas para comer. Com relação a Sol (Vega) também. Ela é uma mulher incrível, forte e inspiradora, só que não se envolve muito no jogo. Eu tinha o acolhimento de uma pessoa que eu conhecia desde o início, uma mulher madura. Eu gostei muito dessa edição, porque há muitas pessoas de idades diferentes, desde 21 anos até pessoas mais velhas, então deu essa equilibrada. Na verdade, eu acho que esse fato mais me ajudou do que atrapalhou.
 

Acredita que você e a Sol seguiriam como aliadas se tivesse permanecido no programa?
Aline Campos - Eu acho que sim. Se eu tivesse permanecido, a gente iria estreitar cada vez mais a amizade. Eu achei tão fofo ela chorando na minha saída. A gente estava se conectando cada vez mais. Nós somos duas pessoas de personalidades diferentes, mas a gente se conectou através do nosso coração, do olhar. Ela é uma mulher muito verdadeira e o que a gente tem em comum é a força da mulher que teve que passar por preconceitos para chegar aonde chegou. Ela também tem a voz forte, que muitas vezes é mal interpretada. Eu acho, sim, que a gente fortaleceria nossa amizade se eu tivesse ficado mais tempo lá. Eu a admiro muito, torço para que ela fique bem e seja acolhida por pessoas legais.
                                                                                                                                                                                
Mais quem você gostaria de ter como aliado no jogo se tivesse continuado no "BBB"?
Aline Campos A Jordana. Foi no final que a gente se conectou, mas é uma mulher que pensa muito parecido comigo e que se posiciona muito bem. Ela não tem medo de não escolher um lado, mesmo concordando mais com a opinião do outro lado. Eu acho que, sim, ela vai receber ataques, porque não escolheu um lado específico e fica perto das pessoas que ela acredita, mas ela se posiciona; quando não gosta ela fala. Vou torcer muito por ela!
 

Para mais quem, além dela, fica sua torcida? 
Aline Campos - Além da Sol (Vega) e da Jordana, eu me conectei muito, mesmo que rápido, com a Gabizinha, que chegou por último. A gente gosta das mesmas coisas. Ela é uma menina de 21 anos, muito forte, que passou por uma situação que talvez eu não passaria, o Quarto Branco. Eu acho ela muito verdadeira e corajosa e acredito que vá longe. A minha torcida vai para Sol (Vega), para a Jordana, para a Gabi e eu gosto muito do Juliano (Floss) também. Eu gosto do Brigido...Tem muitas pessoas que eu saí de lá gostando e que eu quero acompanhar e torcer.

 
O que muda na Aline que entrou no "BBB" no dia 12 de janeiro e a que saiu ontem? 
Aline Campos Muda o olhar para o ser humano, para as relações. Porque, se a gente se abre para as relações improváveis e desafiadoras, a gente aprende muito e se conhece mais. Eu quero muito analisar os vídeos, as cenas principais com calma e avaliar o meu olhar, o meu comportamento, a minha forma de me expressar. Como eu disse, eu sou simplesmente eu e a intenção que eu coloco em cada fala é genuína, é do coração. Só que, da mesma forma que eu falei para a Sol (Vega) sobre a forma dela de discutir sobre algo que ela acredita, que pode ser lapidada para que ela não dê motivo para as pessoas se voltarem contra ela, eu falo para mim também. Ela disse para mim: “Mas eu sou assim, amiga”. E eu respondi: “eu sei, amiga. E é essa é sua força, mas dá para lapidar, dá para você entender aos poucos onde você pode suavizar mais para que a gente não perca a razão”.

.: Em "Louca Normalidade", Plácido Berci estreia na ficção saúde mental


Obra mescla suspense psicológico e drama familiar, inspirada na figura do pai do autor, e chega às livrarias pela Editora Mondru


O jornalista e escritor Plácido Berci lança seu primeiro romance ficcional, “Louca Normalidade”, pela Editora Mondru. A obra mergulha em temas profundos como saúde mental, laços familiares e a passagem do tempo, narrando a história de Francisco Solano, um jornalista investigativo aposentado com um quadro psiquiátrico misterioso que, após sofrer um AVC, passa a registrar tudo em blocos de notas para preservar sua memória.

A trama ganha contornos de mistério quando Francisco acorda com uma anotação enigmática sobre uma mulher, uma praia e uma sequência de letras e números. Entre flashbacks, sonhos e investigações solitárias, o protagonista tenta decifrar se testemunhou um crime ou se sua mente fragilizada criou realidades paralelas. A narrativa alterna entre a terceira pessoa e as anotações íntimas de Francisco, recurso que aproxima o leitor do confuso universo mental do personagem. “Meu objetivo foi gerar reflexão sobre o preconceito em relação a quem é visto como fora dos padrões por questões ligadas à saúde mental”, comenta Plácido.

Inspirado na figura de seu pai, Pedro Berci Filho, o autor começou a escrever o livro em 2018, observando o hábito paterno de anotar tudo após um AVC. “O personagem principal, Francisco Solano, é praticamente todo inspirado no meu pai, fisicamente e, principalmente, em termos de comportamento e personalidade”, revela. A morte do pai durante o processo de escrita acrescentou novas camadas emocionais à obra, tornando-a também um exercício de luto e elaboração.

“É uma história sobre reflexão, aceitação e libertação; para o personagem, para o autor e, porque não, para o meu pai também”, define. Com cinco anos de escrita e mais dois até a publicação, “Louca Normalidade” dialoga com referências cinematográficas de diretores como Alfred Hitchcock e Martin Scorsese, e literárias de autores como Daniel Galera e Raphael Montes.

Além do suspense, o romance aborda com sensibilidade dinâmicas familiares complexas, especialmente a relação entre avô, filho e neto. “O livro também filosofa sobre outros temas como a brevidade da vida, luto, solidão, amor e saudade”, completa o autor. A obra chega com projeto gráfico cuidadoso e já desperta interesse para adaptações audiovisuais. “Acho que o livro tem potencial para um filme ou uma minissérie. Procurei escrever cenas detalhadas e visualmente ricas com a intenção de transportar o leitor para o Rio de Janeiro colapsado de Francisco Solano”, adianta Plácido, que atua como repórter e apresentador esportivo da TV Globo em São Paulo. Compre o livro “Louca Normalidade”, de Plácido Berci, neste link.


Sobre o autor
Plácido Berci, 36 anos, é jornalista formado pela PUC-Campinas e atua como repórter e apresentador da editoria de esporte da TV Globo desde 2015. Natural de Araraquara e criado em São Carlos, já morou em cidades como Campinas, Rio de Janeiro, Manchester (Inglaterra) e Nairóbi (Quênia), onde foi o primeiro correspondente esportivo brasileiro. É autor dos livros “Paixão: Uma Viagem Pelo Futebol Inglês” e “Nuvem de Terra: Relatos do Primeiro Correspondente Esportivo Brasileiro no Quênia”. “Louca Normalidade” marca sua estreia na ficção e é publicado pela editora Mondru. Compre os livros de Plácido Berci neste link.

.: Drama brasileiro "Meio Irmão" está em cartaz no Sesc Digital


Em cartaz no site sesc.digital e no app Sesc Digital, o drama brasileiro "Meio Irmão". Dirigido por Eliane Coster, o filme é uma narrativa urbana atravessada por ausências, violência LGBTQIAP+ e dilemas éticos no uso de imagens, ao acompanhar o reencontro tenso entre dois irmãos ligados mais por acontecimentos desesperadores do que pelo afeto.

No filme, a mãe de Sandra está sumida há dias. Desorientada e sem dinheiro, ela pede ajuda a Jorge, seu meio irmão com quem tem pouco contato. Ele, porém, enfrenta uma situação difícil: após gravar uma agressão homofóbica com o celular, passa a sofrer ameaças para não divulgar as imagens. Acesse gratuitamente sesc.digital neste link. Ou baixe o aplicativo, disponível para download nas lojas Google Play e App Store.


"Meio Irmão"
Direção: Eliane Coster | Brasil | 2019 | 97 minutos | Ficção | 16 anos
Elenco: Cris Lopes, Natália Molina, Diego Avelino, André Andrade, Eduarda Andrade 
Disponível até 20 de março de 2026  


Aplicativo Sesc Digital
Filmes de ficção, documentários, produções originais, shows, mostras e festivais dão vida à nova plataforma de streaming do Sesc São Paulo. Disponível para Apple e Android, o app Sesc Digital é uma ferramenta intuitiva com acesso gratuito a vídeos em até 4K. Compatível com Chromecast e AirPlay, permite ao usuário assistir às obras audiovisuais sem cadastro e gerenciar perfis para toda a família. 


Sesc Digital
  
A presença digital do Sesc São Paulo vem sendo construída desde 1996, sempre pautada pela distribuição diária de informações sobre seus programas, projetos e atividades e marcada pela experimentação. O propósito de expandir o alcance de suas ações socioculturais vem do interesse institucional pela crescente universalização de seu atendimento, incluindo públicos que não têm contato com as ações presenciais oferecidas nas 40 unidades operacionais espalhadas pelo estado. No ar desde 2020, a plataforma Sesc Digital apresenta gratuitamente ao público conteúdos de diversas linguagens artísticas, como teatro, música, literatura, dança, artes visuais, entre outras. Com curadoria do CineSesc, a programação de cinema oferece ao público, filmes premiados, clássicos e contemporâneos, ficções e documentários, produções brasileiras e de várias partes do mundo. Saiba mais em Sesc Digital.

.: Américo Barbosa lança o livro “Bhára - Um Monge num Café de Paris”, em SP


Com mais de 1,5 milhão de seguidores e 250 milhões de visualizações em redes sociais, o pesquisador da consciência e comunicador Américo Barbosa, criador do canal AutoFelicidade, lança no dia 6 de fevereiro, em São Paulo, o aguardado “Bhára - Um Monge num Café de Paris”. A tarde de autógrafos será realizada na Cafeteria Santo Grão, na Vila Madalena, em São Paulo, a partir das 17h00. O local, segundo Barbosa, não é uma coincidência. “Uma cafeteria chamada Santo Grão tem tudo a ver com o livro”, brinca o autor. A obra propõe uma jornada de autocura por meio de meditação, práticas emocionais e espiritualidade aplicada. É um daqueles raros livros que muda a vida de quem o lê, imperdível para quem busca bem-estar e elevação da consciência.

Combinando filosofia contemporânea, narrativas poéticas e exercícios práticos, o livro reúne 100 capítulos independentes, cada um estruturado como uma chave de cura emocional. Os textos trazem reflexões, histórias simbólicas, mantras, mudrás e práticas breves de autoconsciência, oferecendo ao leitor uma experiência direta de transformação. “Cada capítulo é um pequeno remédio para as dores da alma. Algo simples, direto e possível para qualquer pessoa”, afirma Américo. Sem seguir ordem linear, a obra pode ser aberta em qualquer página - um formato que facilita o acesso imediato a alívio, direcionamento e acolhimento, especialmente em momentos de ansiedade, tristeza, inquietação ou vazio interior.

Bhára - palavra em sânscrito que significa para o autor “responsabilidade pelo mundo” - simboliza, na obra, o processo de transformar o peso da existência em sabedoria. Para Américo, o personagem Bhára representa a voz interior de todos que buscam sentido, direção e profundidade espiritual. Os mantras e mudrás apresentados no livro funcionam como ferramentas acessíveis de reorganização emocional, ajudando o leitor a reconectar-se com sua própria Luz interior. Esse enfoque já consolidou Américo Barbosa como uma das maiores referências brasileiras em espiritualidade aplicada e autocura.

Américo Barbosa é uma das vozes mais influentes do país na disseminação contemporânea de práticas espirituais e meditativas. Com mais de 1.100 vídeos publicados, é referência no ensino de mantras, mudrás e práticas de expansão da consciência. O que é mantra: Mantra é uma fórmula sonora ancestral que, quando entoada, organiza a mente, harmoniza emoções e induz estados profundos de concentração e presença. Mais que palavras, são vibrações que atuam como instrumentos de transformação interior.

O que é mudrá: é um gesto feito com as mãos que atua sobre o sistema nervoso central e emocional, usada há milênios para estimular estados de equilíbrio, foco e expansão da consciência. Cada gesto funciona como um “atalho energético” que influencia mente e corpo por meio de posturas simples e precisas. “Oferecer a quem se quer bem um livro em forma de Luz, Amor, Conhecimento e Cura é mais do que um presente; é dar a si mesmo e aos outros um novo sentido para a vida”, afirma Américo. O livro “Bhára - Um Monge num Café de Paris” pode ser adquirido em:


Sobre Américo Barbosa
Américo Barbosa é escritor, pesquisador da Consciência, PhD em Comunicação e Semiótica e doutor em Campos Mântricos. Especialista nos efeitos do som, da vibração e dos mantras sobre os campos sutis e emocionais, integra espiritualidade, ciência e comunicação em seu método de ensino e expressão. Criador do canal AutoFelicidade, é seguido por 1,5 milhão de pessoas em suas redes sociais e já ultrapassou 250 milhões de visualizações com seus vídeos sobre autoconhecimento, linguagem espiritual, mantras, mudrás e expansão da consciência. Iniciou sua jornada meditativa aos oito anos e estuda, há décadas, tradições espirituais da Índia, Tibete, China e Japão. É coautor de dois livros esgotados na área de sustentabilidade e foi apresentador por 13 anos do programa de rádio “Limiar de um Novo Tempo”.


Serviço
Lançamento do livro “Bhára - Um Monge num Café de Paris”.
Data: 6 de fevereiro de 2026
Horário: 17 horas
Local: Cafeteria Santo Grão
Endereço: Rua Natingui, 862, Vila Madalena / São Paulo

.: Quais as cenas adicionais de "O Senhor dos Anéis: As Duas Torres"?

P

Por 
Helder Moraes Miranda, jornalista e crítico de cultura, editor do portal Resenhando.com.

A volta de "O Senhor dos Anéis: As Duas Torres" nesta sexta-feira, dia 23 de janeiro, chega à Rede Cineflix e aos cinemas de  agora em versão estendida, não é apenas um gesto comemorativo pelos 25 anos do início da trilogia dirigida por Peter Jackson, mas um convite raro para revisitar, em tela grande, um dos capítulos mais sombrios, políticos e belicamente sofisticados da história do cinema contemporâneo. Exibido novamente entre os dias 22 e 24 de janeiro, dentro da programação especial organizada pela Warner Bros. Pictures, o segundo filme da saga de J. R. R. Tolkien ganha nova densidade dramática ao apresentar cerca de 43 minutos adicionais em relação à versão exibida originalmente nos cinemas em 2002.

Lançado no Brasil em dezembro daquele ano, "As Duas Torres" consolidou a ambição estética e narrativa do projeto iniciado com "A Sociedade do Anel". A história se fragmenta em múltiplos núcleos, acompanhando a dissolução definitiva da antiga aliança e o avanço da guerra na Terra-média. Enquanto Frodo (Elijah Wood) e Sam (Sean Astin) seguem em direção a Mordor sob a tutela ambígua de Gollum (Andy Serkis), Aragorn (Viggo Mortensen), Legolas (Orlando Bloom) e Gimli (John Rhys-Davies) se veem arrastados para o conflito em Rohan, reino ameaçado pela máquina de guerra de Saruman (Christopher Lee).

A direção de Jackson, aliada ao roteiro assinado por Fran Walsh, Philippa Boyens, Stephen Sinclair e o próprio diretor, aposta menos no maravilhamento inaugural e mais na tensão moral, no peso das escolhas e na escalada da violência. A célebre Batalha do Abismo de Helm, marco técnico e narrativo do filme, permanece como uma das sequências de guerra mais influentes do cinema moderno, frequentemente citada pela crítica internacional - de The New York Times a The Guardian - como um divisor de águas no uso combinado de efeitos práticos, digitais e coreografia de massas.

A versão estendida, que agora retorna às salas brasileiras, aprofunda personagens e conflitos de maneira decisiva. Diferentemente do corte original, mais econômico e orientado pela fluidez da ação, a edição ampliada se permite respirar, olhar para trás e expandir dilemas. Um dos acréscimos mais significativos é o flashback em Osgiliath, que revela a relação entre Boromir (Sean Bean), Faramir (David Wenham) e Denethor (John Noble), oferecendo uma compreensão mais complexa da dinâmica familiar e da obsessão de Gondor pelo poder do Anel. Também ganham mais espaço o drama interno de Théoden (Bernard Hill), a melancolia de Éowyn (Miranda Otto) e o debate moral dos ents, liderados por Barbárvore, cuja indecisão frente à guerra passa a fazer mais sentido narrativo.

Do ponto de vista técnico, o filme permanece exemplar. A trilha sonora de Howard Shore, vencedora do Oscar, reforça identidades culturais e emocionais distintas; a fotografia de Andrew Lesnie alterna o épico grandioso com a intimidade sombria; e os efeitos visuais, que renderam à produção o Oscar da categoria, seguem impressionantes mesmo duas décadas depois. Não à toa, "As Duas Torres" alcançou 95% de aprovação no Rotten Tomatoes e ultrapassou a marca de US$ 947 milhões em bilheteria mundial, figurando entre os maiores sucessos comerciais da história.


Quais são as cenas adicionais de "O Senhor dos Anéis - A Sociedade do Anel" (com spoiller)
A versão estendida de "O Senhor dos Anéis: As Duas Torres" começa expandindo o que o corte original apenas sugeria: as feridas políticas e afetivas abertas após a morte de Boromir. Em um longo flashback ambientado em Osgiliath, vemos o primogênito de Denethor sendo enviado para defender a cidade enquanto Faramir é humilhado publicamente pelo pai. A cena não apenas humaniza Boromir, como reposiciona Faramir como um personagem trágico desde a origem, marcado pela rejeição paterna e pela recusa em se render à lógica do poder a qualquer custo.

A jornada de Frodo, Sam e Gollum pelos Pântanos Mortos é consideravelmente ampliada. A câmera permanece mais tempo sobre os rostos submersos dos mortos da antiga guerra, e os diálogos adicionais entre Sam e Gollum aprofundam a ambiguidade moral da criatura, que passa a oscilar com mais clareza entre a submissão, o ressentimento e a manipulação. O Anel passa a pesar mais, não somente como objeto mágico, mas como instrumento psicológico de corrosão lenta.

Em Rohan, a versão estendida se detém no luto. O funeral de Théodred é mostrado com maior solenidade, permitindo que Théoden, Éowyn e Éomer expressem a dimensão íntima da perda. Há mais silêncio, mais tempo para o olhar vazio do rei e para a revolta contida de Éowyn, cuja dor deixa de ser apenas decorativa e se torna parte central da narrativa. Também se alongam os diálogos que revelam a fragilidade do reino diante da manipulação de Gríma Língua de Cobra.

Um dos acréscimos mais emblemáticos envolve Aragorn. Após o ataque dos wargs, a queda dele do penhasco não é apenas um momento de suspense, mas se transforma em um episódio de introspecção. Ferido, delirante, Aragorn revive sua ligação com Arwen em cenas oníricas que reforçam o conflito entre o amor e o dever. O reencontro com o cavalo Brego, que o resgata da morte, ganha contornos simbólicos mais fortes, sublinhando a ideia de retorno e resistência.

A passagem pela Floresta de Fangorn é substancialmente expandida. O conselho dos ents, o Entebate, é mostrado em toda a sua lentidão ancestral. Os diálogos adicionais evidenciam a recusa inicial dessas criaturas em se envolver na guerra dos homens, tornando sua decisão final - marchar contra Isengard após testemunhar a devastação da floresta - muito mais orgânica e politicamente carregada. 

No Abismo de Helm, a preparação para a batalha se alonga. Há mais interações entre soldados, mais despedidas silenciosas, mais sensação de que aquele pode ser o último amanhecer. A presença dos elfos liderados por Haldir ganha maior peso emocional, culminando em sua morte de forma ainda mais dilacerante. A batalha em si não é apenas maior, mas mais exaustiva, com pausas que permitem sentir o cansaço, o medo e a inevitabilidade do confronto.

Em Ithilien e Osgiliath, Faramir assume protagonismo ampliado. Sua resistência ao Anel é construída com mais camadas, reforçando o contraste direto com Boromir. O ataque do Nazgûl em Osgiliath é estendido, transformando a sequência em um momento de tensão quase insuportável, no qual Frodo chega perigosamente perto da rendição absoluta. Sam, por sua vez, ganha falas decisivas que reafirmam seu papel como âncora moral da narrativa.

O ataque dos ents a Isengard também se beneficia da ampliação. A destruição das forjas de Saruman é mais detalhada, mais violenta e mais simbólica, funcionando como catarse ecológica e política. Ao final, o filme se encerra com um tom ainda mais amargo: Frodo, Sam e Gollum seguem adiante, e a versão estendida deixa mais claro que aquela jornada já não admite retorno possível.


Ficha técnica
“O Senhor dos Anéis: As Duas Torres” | “The Lord of the Rings: The Two Towers”
Gênero: aventura, fantasia épica. Classificação indicativa: 12 anos. Ano de produção: 2002. Idioma: inglês. Direção: Peter Jackson. Roteiro: Fran Walsh, Philippa Boyens, Stephen Sinclair e Peter Jackson. Elenco: Elijah Wood, Ian McKellen, Viggo Mortensen, Sean Astin, Cate Blanchett, Orlando Bloom, John Rhys-Davies, Bernard Hill, Christopher Lee, Miranda Otto, David Wenham, Andy Serkis, Sean Bean, Karl Urban, Hugo Weaving, Liv Tyler. Distribuição no Brasil: Warner Bros. Pictures. Duração: cerca de 223 minutos (versão estendida). Cenas pós-créditos: não.

Assista no Cineflix Cinemas mais perto de você
As principais estreias da semana podem ser assistidas na rede Cineflix CinemasPara acompanhar as novidades da Cineflix mais perto de você, acesse a programação completa da sua cidade no app ou site a partir deste link. No litoral de São Paulo, as estreias dos filmes acontecem no Cineflix Santos, que fica no Miramar Shopping, à rua Euclides da Cunha, 21, no Gonzaga. Consulta de programação e compra de ingressos neste link: https://vendaonline.cineflix.com.br/cinema/SANO Resenhando.com é parceiro da rede Cineflix Cinemas desde 2021.

Cineflix Miramar | Santos
Dia 22 de janeiro | "O Senhor dos Anéis - A Sociedade do Anel" | Sala 3 | 18h00
Dia 23 de janeiro | "O Senhor dos Anéis - As Duas Torres" | Sala 3 | 18h00
Dia 24 de janeiro | "O Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei" | Sala 3 | 18h00
No Miramar Shopping | Rua Euclides da Cunha, 21 - Gonzaga - Santos / São Paulo. Ingressos neste link.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

.: Bruno Mars retorna com aguardado quarto álbum solo "The Romantic"


Novo álbum marca o primeiro projeto solo do artista em uma década desde o premiado 24K Magic. Lançamento acontece em 27 de fevereiro

Após dez anos desde seu último projeto solo, Bruno Mars está oficialmente de volta com seu aguardado quarto álbum de estúdio, "The Romantic", que chega a todas as plataformas no dia 27 de fevereiro, via Atlantic Records - com distribuição nacional via Warner Music Brasil. Você já pode garantir na pré-venda o vinil exclusivo da primeira prensagem numerada aqui, enquanto durarem os estoques. O anúncio do álbum também marca a chegada de um novo single do projeto, o dançante "I Just Might".

O novo trabalho chega em um momento de enorme sucesso na carreira de Bruno Mars. Entre os lançamentos recentes estão o single vencedor do Grammy “Die With A Smile”, em parceria com Lady Gaga, que se tornou a música mais rápida da história do Spotify a atingir um bilhão de streams e liderou o Billboard Global 200 por 18 semanas - um recorde. Outro destaque é “APT.”, colaboração com ROSÉ, eleita a música mais ouvida globalmente de 2025 pela Apple Music, além de ter permanecido 19 semanas em primeiro lugar no Billboard Global Excl. U.S. Chart e 12 semanas no topo do Billboard Global 200.

Além de seus impressionantes feitos nas paradas, “APT.” venceu o prêmio de Música do Ano no MTV Video Music Awards 2025 e recebeu três indicações na 68ª edição do Prêmio Grammy, nas categorias Música do Ano, Gravação do Ano e Melhor Performance Pop em Duo ou Grupo.

Bruno Mars segue se consolidando como uma das forças mais influentes da indústria musical. Em janeiro de 2025, tornou-se o primeiro artista da história do Spotify a ultrapassar a marca de 150 milhões de ouvintes mensais, figurando entre os maiores artistas globais da plataforma. Em outubro de 2022, foi o primeiro artista da história dos Estados Unidos a conquistar seis singles com certificação diamante.

Até 2026, Bruno acumulou ao menos sete certificações diamante nos Estados Unidos, com canções como “Just the Way You Are” - atualmente a música mais certificada da história, com 21x Platina - além de “Uptown Funk” (com Mark Ronson), “Grenade”, “That’s What I Like”, “When I Was Your Man”, “Locked Out of Heaven” e “The Lazy Song”. Seu álbum de estreia, Doo-Wops & Hooligans, é o disco de estúdio de um artista solo masculino com maior permanência no Billboard 200, somando mais de 345 semanas no ranking. Ao longo da carreira, Bruno conquistou nove singles em primeiro lugar na Billboard Hot 100 e passou um total de 30 semanas no topo do Global 200 com seus hits lançados entre 2024 e 2025.

Sobre de Bruno Mars em 2026!
 

SOBRE BRUNO MARS

Bruno Mars é um superstar global vencedor de 16 prêmios Grammy, cantor, compositor, multi-instrumentista e produtor, além de um dos artistas mais ouvidos do mundo. Reconhecido por seu talento artístico e performances marcantes, Bruno quebrou diversos recordes ao longo da carreira, incluindo o feito de se tornar o primeiro artista da história a alcançar 150 milhões de ouvintes mensais no Spotify.

Ele também participou de duas das músicas mais rápidas a atingir um bilhão de streams — “Die With A Smile”, com Lady Gaga, e “APT.”, com ROSÉ — além de deter a música mais certificada da história dos Estados Unidos com “Just the Way You Are”, lançada em 2010. Desde o início de sua sequência de sucessos, em 2009, Bruno Mars já vendeu mais de 150 milhões de discos em todo o mundo, consolidando-se como um dos artistas mais vendidos de todos os tempos.

Além da carreira solo, Bruno integra o duo Silk Sonic, ao lado de Anderson Paak. Ele soma 35 hits no Billboard Hot 100, incluindo nove músicas em primeiro lugar, e é vencedor de 16 Prêmios Grammy (incluindo Álbum do Ano por 24K Magic), 14 American Music Awards e sete MTV Video Music Awards. A 24K Magic World Tour está entre as turnês de maior bilheteria da história e figura entre as dez mais lucrativas da década de 2010.



.: "Dominguinho", projeto de João Gomes, Jota.pê e Mestrinho, terá show inédito


Com João Gomes, Jota.pê e Mestrinho, espetáculo será grandioso não apenas pelo tamanho da arena, mas também pela estrutura, pelo repertório extenso (e cheio de novidades) e pelas surpresas que a ocasião merece Foto: @kaiocads

"Dominguinho", projeto de João Gomes, Jota.pê e Mestrinho, abre venda geral de ingressos para show inédito no Allianz Parque. Em uma realização da 30e e InHaus, o espetáculo que celebra um ano do projeto acontece em 25 de abril; os ingressos estão à venda pelo site da Eventi. A iniciativa completará um ano em abril. Para celebrar esses 365 dias de atividade, o trio anuncia um show que proporcionará uma experiência inédita: no dia 25 de abril, os músicos se apresentarão no Allianz Parque, em São Paulo. 

O espetáculo será grandioso não apenas pelo tamanho da arena, mas também pela estrutura, pelo repertório extenso (e cheio de novidades) e pelas surpresas que a ocasião merece. Tudo isso sem perder a intimidade, a conexão e o clima de aconchego característico das performances do trio. Realizada em uma parceria inédita entre a  30e, maior companhia de entretenimento ao vivo do país, e a InHaus, um dos principais hubs voltados ao entretenimento, à cultura e ao brand experience do país. 

"Dominguinho" surgiu no som da sanfona, no brilho dos olhos e na vontade de fazer música com verdade. Desejo este compartilhado pelos músicos e amigos João Gomes, Jota.pê e Mestrinho. Foi assim que tudo começou, em formato de disco que celebra a música nordestina e carrega a leveza dos domingos. A conexão do público com o trabalho foi tão verdadeira e intensa que levou o álbum a se transformar em uma turnê. Afinal, tem emoções que apenas o ao vivo é capaz de proporcionar.

“Estamos dando um passo muito grande para celebrar a nossa música. Espero que nossos amigos, familiares e ouvintes topem fazer parte desse encontro”, diverte-se João Gomes. Gravado no Sítio Histórico de Olinda, o disco Dominguinho reúne 12 faixas e é a parceria que o Brasil precisava e nem sabia. “Lembrei de Você” abre a sequência de músicas, sintonizando a audiência na calma necessária para o que vem a seguir. 

Em um equilíbrio perfeito entre tradição, vanguarda e contemporaneidade, o álbum traz ainda um medley de  “Mete um Block Nele” e “Ela Tem”, além da inédita “Flor” e da releitura de "Pontes Indestrutíveis”, do Charlie Brown Jr. “Ver o 'Dominguinho' alcançar um palco desse tamanho, especialmente em São Paulo, que é a minha casa, na celebração de um ano do projeto, é emocionante”, afirma Jota.pê.  

“A gente sempre acreditou na força da música quando ela é feita com verdade. Levar o Dominguinho para um palco desse tamanho, sem perder o aconchego, mostra que dá pra crescer mantendo a alma do projeto", complementa Mestrinho. Ao tirarem a música brasileira da frequência automática e criarem um disco que mais parece um bordado feito à mão, com cuidado aos detalhes, respeito ao tempo e aos sentimentos, João Gomes, Jota.pê e Mestrinho conquistaram o país, lotaram shows do Norte ao Sul e alcançaram resultados para além das fronteiras. 

Não à toa, venceram o Grammy Latino, na categoria Melhor Álbum de Música Regional ou de Raízes Brasileiras. Eles também foram reconhecidos no Prêmio Multishow, do qual saíram com os troféus de Álbum do Ano e Capa do Ano. “Desde o início, Dominguinho foi pensado como um espaço de acolhimento, troca e verdade. Levar esse projeto para o Allianz Parque, mantendo sua essência, é reafirmar que grandes experiências também podem ser íntimas e profundamente humanas. Poder contribuir para exponencializar esse projeto de forma sensível nos motiva”, diz Carol Pascoal, VP de Marketing e Comunicação da 30e.

“A música é o que nos move. Somos parceiros do Dominguinho desde o início. Um projeto plural e importante para a cena cultural nacional e internacional, que promove experiências e entretenimento aos mais diversos públicos, por meio da música. Já virou tradição conectar nossa marca ao evento e estamos muito felizes em estarmos juntos neste show”, afirma Juliano Libman, da InHaus, O show do "Dominguinho" no Allianz Parque, em São Paulo, celebrará o primeiro ano do projeto, mas não se limitará a isso. A importância do trabalho, afinal, transborda os limites musicais e abraça as possibilidades de partilhar, de se conectar e de se reconhecer no outro. De volta pro aconchego!


Serviço
"Dominguinho" @ São Paulo
Realização: 30e
Dia 25 de abril de 2026
Local: Allianz Parque - Av. Francisco Matarazzo 1705 - Água Branca / São Paulo
Horário de abertura da casa: 16h00
Classificação etária: 16 anos. Entrada e permanência de menores de 18 anos somente acompanhados dos pais ou responsável legal.
Setores e preços:
Cadeira superior - R$ 82,50 (meia-entrada legal) | R$ 115,50 (entrada social) | R$ 165,00 (inteira)
Pista - R$ 122,50 (meia-entrada legal) | R$ 171,50 (entrada social) | R$ 245,00 (inteira)
Cadeira Inferior - R$ 192,50 (meia-entrada legal) | R$ 269,50 (entrada social) | R$ 385,00 (inteira)
Pista Premium  - R$ 247,50 (meia-entrada legal) | R$ 346,50 (entrada social) | R$ 495,00 (inteira)
Pista Premium (Open Bar) - R$ 347,50 (meia-entrada legal) | R$ 446,50 (entrada social) | R$ 595,00 (inteira)
Pacote VIP -  R$ 747,50 (meia-entrada legal) | R$ 846,50 (entrada social) | R$ 995,00 (inteira)
Pacote VIP (Open Bar) -  R$ 847,50 (meia-entrada legal) | R$ 946,50 (entrada social) | R$ 1.095,00 (inteira)
Vendas on-line em: eventim.com.br/dominguinho
Bilheteria oficial: Allianz Parque - Endereço: Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes - São Paulo/SP
Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h | *Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.
Postagens mais antigas → Página inicial
Tecnologia do Blogger.