Pesquisa personalizada
 

 











   

 

 

   

.: Publicidade :.

São Paulo "vira" uma enorme garagem de Seattle
Por: Rômulo Roberto Pereira

Em novembro de 2005



Pearl Jam no Brasil: Mais de 40 mil pessoas assistiram, mas nosso repórter especial viu tudo do palco e revela detalhes dos bastidores. Confira matéria sobre o show que sacudiu São Paulo



Depois de uma estréia empolgada na última sexta-feira (2/12) em São Paulo, o Pearl Jam voltou ao palco do estádio do Pacaembu, no sábado (3/12), com um repertório composto por menos hits e apostando mais no ritmo underground. O vocalista Eddie Vedder conseguiu a proeza de fazer mais de 40 mil pessoas, só no sábado, pularem ao ritmo de sua banda, em uma noite fria da capital.

A apresentação de sexta-feira marcou uma homenagem ao vocalista da banda Ramones, Joey Ramone (sábado, ele voltou a ser lembrado com uma música de seu repertório). Vedder dedicou o show a Ramone e arriscou seu português, ao dizer: “Joey gostava muito do Brasil”.

O show da noite seguinte foi repleto de covers e homenagens, entre elas, You've Got To Hide Your Love Away, dos Beatles e Kick Out The Jams, do MC5. Como se não bastasse, Eddie Vedder chamou ao palco dois integrantes do Mudhoney, grupo brasileiro que abriu o show, para juntos realizarem uma jam session com a musica Rockin' In The Free World, de Neil Young. As homenagens não pararam por aí: o público de sábado teve a sensação de estar numa garagem de Seattle, local onde Pearl Jam começou.

A banda não se mostrou preocupada com o contexto do show, mas em proporcionar ao público um verdadeiro espetáculo. Prova disto é que Eddie Vedder estava muito à vontade com a platéia. O momento apoteótico foi quando o grupo tocou música Alive. Durante o solo, o cantor chegou a pular para platéia e caminhar entre os fãs, uma imagem inesquecível para o público brasileiro.

Detentor de um estilo de rock "sujo e pesado" que ganhou apelido de grunge, o grupo encerrou seu último show na capital às 21h40. O Rio de Janeiro sedia a última apresentação. Antes de terminar o show em São Paulo, o líder da banda prometeu um retorno breve.

Impressões: Durante todo o tempo Vedder se mostrou simpático e preocupado em agradar ao público, o que explica a química que rolou entre a platéia e a banda. O show foi bacana, pois não ficou restrito a músicas do novo CD Riot Act, e ampliou seu repertório para sucessos antigos e muitos covers. Além do vocalista estar em perfeita sintonia com o público –falava várias vezes em português–, a banda demonstrou ótimo desempenho no palco, já que não “deixou a peteca cair” em nenhum momento.

Nove para o show: faltou cenário mais grandioso para uma banda desse nível
Dez para o vocalista e para a banda: nota máxima para Vedder pela simpatia, voz e desempenho no palco e para banda, pelo estado de empolgação que deixou o público
Dez para organização do evento: não houve brigas ou qualquer tipo de confusão. Além disso, a equipe da organização teve o cuidado de distribuir água para as pessoas que estavam na pista. Na saída do show, havia bastante segurança.




 

.: Avaliação :.

Excelente

 

Ruim / Regular / Bom /  Ótimo / Excelente



























































 

 
 
 
 
 
 

 

.: Participe :.

 
 

 
 

   
 
 
 
 
   
   
   
   
   
   
 
 
 
 
   
   
 
   
   
 
 
 
 
                   

 

 
                   
Comente o texto aqui!
                   
                   

:: Mais sobre...

Pesquise em http://pt.wikipedia.org

                   
                   

Dicas de compras no Submarino, clique abaixo para comprar:
* CDs de Marina Elali *
* CDs e DVDs de Mariah Carey *

* CDs e DVDs "Backstreet Boys" *

                   
Arquivo
                   
| Equipe | Parceiros | Privacidade | Publicidade | Fale Conosco |
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação,
eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do Resenhando.

Direitos Reservados a Mary Ellen F. S. M.